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FEEF – Fundo Estadual de Equilíbrio fiscal - São Paulo?

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Aline Santos Farias

Usuário Estrela Nova

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cidadeSao Paulo - SP
Postada:Segunda-Feira, 26 de setembro de 2016 às 10:49:33
Olá bom dia Prezados (as)!!

Estava lendo umas matérias sobre o FEEF – Fundo Estadual de Equilíbrio fiscal.
Pelo o que li, o contribuinte do ICMS deverá calcular sobre o valor da vantagem do benefício fiscal, terá de desembolsar 10% do valor do benefício que reduz o imposto e depositar mensalmente 10% do valor do benefício fiscal.
Dúvidas:
- Já esta vigente em São Paulo?
- Neste caso, seria qualquer crédito de ICMS? No montante destes créditos/benefícios (redução da BC), por exemplo. Que faria o cálculo deste 10%?

Desde já agradeço a atenção.

Aline Santos Farias.
O único passo entre o sonho e a realidade é a atitude!
Luciano Fayer Bastos

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cidadeRio de Janeiro - RJ
Postada:Segunda-Feira, 26 de setembro de 2016 às 11:01:52
Aline até o momento somente estados como RJ,PE,CE e GO estão com essa legislação vigente

Luciano Fayer Bastos

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“O saber é saber que nada se sabe. Este é a definição do verdadeiro conhecimento.” (Confúcio)

Barbara Alves

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Postada:Segunda-Feira, 26 de setembro de 2016 às 14:47:52
Boa tarde

Eu sou aqui do RJ e ainda tenho dúvidas;
Tenho uma empresa de lucro presumido que tem o benefício de fornecimento de alimentos, eu vou precisar calcular esse FEEF. Mas essa lei já foi regulamentada? Como vai ser feito o pagamento? Deverá constar na Gia e EFD e o FECP? E o FECP?

No aguardo e obrigada

Att.

Bárbara Alves

" Não desistir é um modo concreto de acreditar. Acredite nos seus sonhos. Você é do tamanho dos seus sonhos. Lute por eles"
Luciano Fayer Bastos

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cidadeRio de Janeiro - RJ
Postada:Segunda-Feira, 26 de setembro de 2016 às 14:57:19
Barbara boa tarde vai sim em breve sairá atualização para gia e sped

Luciano Fayer Bastos

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“O saber é saber que nada se sabe. Este é a definição do verdadeiro conhecimento.” (Confúcio)

1 pessoa aprovou esta mensagem.

Barbara Alves

Usuário 5 Estrelas

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cidadeRio de Janeiro - RJ
Postada:Quinta-Feira, 27 de outubro de 2016 às 16:05:54
Boa tarde

Alguém do RJ para me informar e me explicar sobre esse FEEF para as empresas que tem Benefício, se já foi regulamentado, quando começa?

No site da Sefaz RJ já tem a opção de fazer o DARJ FEEF, mas não sai período e nem o vencimento

Obrigada

Att.

Bárbara Alves

" Não desistir é um modo concreto de acreditar. Acredite nos seus sonhos. Você é do tamanho dos seus sonhos. Lute por eles"
Daniel Pereira

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cidadeCampinas - SP
Postada:Terça-Feira, 8 de novembro de 2016 às 11:02:06
Barbara, o FEEF constitui em arredar 10% da diferença referente ao beneficio que a empresa tem.

Ex: ICMS sem beneficio: 1.000,00
ICMS com beneficio: 500,00
Diferença: 500,00 x 10%
Recolher: 50,00

Foi publicado o decreto 45.810/16, o recolhimento será obrigatório a partir de DEZEMBRO para o estado de RJ

DECRETO N.º 45.810 DE 26 DE OUTUBRO DE 2016



Regulamenta dispositivos da Lei n.º 7.428/2016, que institui o Fundo Estadual de Equilíbrio Fiscal do Estado do Rio de Janeiro, para disciplinar o depósito no FEEF.


O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições constitucionais, tendo em vista o disposto no Parágrafo Único do art. 4.º, no caput do art. 8.º e no art. 12, todos da Lei n.º 7.428, de 25 de agosto de 2016, e o que consta no Processo n.º E-04/070/29/2016,

CONSIDERANDO:

- que, nos termos do art. 12 da Lei n.º 7.428, de 25 de agosto de 2016, o regime previsto naquela Lei abrange, sem discriminação, todos os benefícios ou incentivos fiscais, financeiro-fiscais ou financeiros concedidos a contribuinte do ICMS no âmbito do Estado do Rio de Janeiro, de caráter geral e não geral, inclusive quando decorrentes de regime especial de apuração, que resultem em redução do valor do ICMS a ser pago, ressalvados os expressamente excluídos conforme disposto no art. 14 do referido diploma legal;

- que, nos termos do art. 16 da Lei n.º 2.657, de 26 de dezembro de 1996, cada estabelecimento é considerado contribuinte autônomo do imposto; e

- que, na verificação de incremento de arrecadação que pode desobrigar os contribuintes de realizar o depósito no FEEF, nos termos do art. 3.º da Lei n.º 7.428/2016, devem ser realizados ajustes para evitar distorções em prejuízo dos contribuintes ou do Fisco, garantindo-se a realização da finalidade do dispositivo legal;

D E C R E T A:

Art. 1.º Este Decreto regulamenta os arts. 2.º, 3.º, 5.º, 12, 14 e 15, bem como o inciso I do caput e o Parágrafo Único do art. 4.º e o inciso I do caput do art. 8.º, todos da Lei n.º 7.428, de 25 de agosto de 2016, que institui o Fundo Estadual de Equilíbrio Fiscal do Estado do Rio de Janeiro - FEEF.

Parágrafo Único - Serão regulamentadas por decreto específico as matérias previstas nos arts. 6.º, 7.º, 9.º, 10 e 11, nos incisos II, III e IV do art. 4.º e no inciso II do art. 8.º, todos da Lei n.º 7.428, de 2016.

Art. 2.º A fruição do benefício fiscal ou incentivo fiscal, já concedido ou que vier a ser concedido, fica condicionada ao depósito no FEEF do montante equivalente ao percentual de 10% (dez por cento) aplicado sobre a diferença entre o valor do imposto calculado com e sem a utilização de benefício ou incentivo fiscal, financeiro-fiscal ou financeiro concedido a contribuinte do ICMS, de caráter geral e não geral, inclusive quando decorrente de regime especial de apuração, que resulte em redução do valor do ICMS a ser pago, nos termos do Convênio ICMS 42/16, de 3 de maio de 2016, já considerado no aludido percentual a base de cálculo para o repasse constitucional para os Municípios, de 25% (vinte e cinco por cento) do valor depositado.

§ 1.º Estão abrangidos pelo disposto no caput deste artigo os benefícios ou incentivos:

I - fiscais constantes do Manual de Diferimento, Ampliação de Prazo de Recolhimento, Suspensão e de Incentivos e Benefícios de Natureza Tributária, instituído pelo Decreto n.º 27.815/01, excetuados os:

a) previstos:

1 - nas Leis nos 1.954/1992, 4.173/2003, 4.892/2006, 6.331/2012, 6.648/2013, 6.868/2014 e 6.821/14~

2 - nos Decretos nos 32.161/2002, 36.376/2004, 36.453/2004, 37.210/2005, 38.938/2006, 43.608/2012, 43.739/2012 e 44.498/2013~

3 - no art. 48 do Livro IV e nos arts. 35-A, 35-B e 35-C do Livro V, ambos do RICMS, aprovado pelo Decreto n.º 27.427/00;

b) que contemplem operações realizadas com medicamentos que constem na Relação Nacional de Medicamentos Essenciais - RENAME ou na lista do Programa Farmácia Popular do Brasil - PFPB, nos termos dos atos normativos editados pelo Ministério da Saúde;

c) classificados como suspensão e ampliação de prazo de pagamento;

d) decorrentes de regimes de apuração por estimativa, desde que obedecido o disposto no § 1.º do art. 26 da Lei Complementar Federal n.º 87, de 13 de setembro de 1996;

II - financeiro-fiscais e financeiros cuja fruição resulte em redução do valor do ICMS a ser pago, inclusive quando houver extinção do crédito tributário por meio de compensação, conforme previsto no art. 3.º da Lei n.º 2.823, de 7 de novembro de 1997, e no art. 1.º do Decreto n.º 25.980, de 14 de janeiro de 2000.

§ 2.º Estão excluídos da obrigação de realizar depósito no FEEF os contribuintes optantes pelo Simples Nacional, quanto aos benefícios ou incentivos fiscais, financeiro-fiscais ou financeiros concedidos no âmbito da Lei Complementar n.º 123, de 14 de dezembro de 2006, ou no do regime normal de apuração, inclusive quanto a ME ou EPP na condição de contribuinte substituto ou contribuinte substituído.

Art. 3.º Estão obrigados a realizar o depósito no FEEF os estabelecimentos, localizados neste Estado, de contribuintes do ICMS.

Art. 4.º Na hipótese de benefício ou incentivo concedido às aquisições de contribuinte que goze de regime ou tratamento tributário especial, ou diferenciado, fica o fornecedor remetente ou prestador, emitente do documento fiscal em que constar a redução ou não destaque do imposto, responsável por realizar depósito no FEEF, observado o disposto nos arts. 5.º e 6.º.

Art. 5.º O valor do depósito referido no art. 2.º deverá ser apurado mensalmente, por estabelecimento, considerado o período de 1.º de setembro de 2016 a 31 de julho de 2018, devendo seu pagamento ser realizado até o dia 20 do mês subsequente ao da apuração.

§ 1.º Para determinação do montante do depósito mensal no FEEF, o contribuinte deve:

I - realizar a apuração mensal do valor do imposto devido, na forma prevista na legislação, considerando a fruição de todos benefícios ou incentivos fiscais, financeiro-fiscais ou financeiros de que é beneficiário, ou que incidem sobre as operações com mercadorias ou prestações que realize, inclusive quando decorrentes de regime especial de apuração;

II - realizar a apuração mensal do valor do imposto que seria devido, na forma prevista na legislação, caso desconsiderada a fruição de todos benefícios ou incentivos fiscais, financeiro-fiscais ou financeiros de que é beneficiário, ou que incidem sobre as operações com mercadorias ou prestações que realize, inclusive quando decorrentes de regime especial de apuração, excetuados os referidos nas alíneas “a”, “b”, “c” e “d” do inciso I do § 1.º do art. 2.º;

III - calcular o valor mensal não pago a título de ICMS, subtraindo o valor apurado conforme o inciso I daquele apurado nos termos do inciso II, ambos deste parágrafo;

IV - multiplicar o total calculado nos termos do inciso III deste parágrafo por 0,1 (um décimo).

§ 2.º O depósito relativo ao FEEF deve ser efetuado por meio de Documento de Arrecadação do Estado do Rio de Janeiro - DARJ, gerado pelo Portal de Pagamentos da SEFAZ na Internet (http://www.fazenda.rj.gov.br).

§ 3.º O não pagamento da integralidade do valor devido relativo ao depósito no FEEF, no prazo previsto no caput deste artigo:

I - implica incidência da multa de mora e demais acréscimos previstos no art. 173 do Decreto-Lei n.º 5, de 15 de março de 1975;

II - sujeita o contribuinte à multa prevista no art. 60 da Lei n.º 2657, de 26 de dezembro de 1996, quando identificado no curso de ação fiscal.

Art. 6.º Alternativamente ao que trata o disposto no art. 2.º, os contribuintes poderão usufruir do benefício já concedido, na sua integridade, desde que a arrecadação de ICMS do estabelecimento, no trimestre imediatamente anterior ao mês em que deveria ser feito o depósito no FEEF, comparado com o mesmo trimestre do ano anterior, seja incrementada, em termos nominais, em patamar superior ao montante que seria depositado no FEEF no trimestre imediatamente anterior.

§ 1.º Em não havendo o incremento previsto no caput deste artigo, aplicar-se-á, no mês em curso, a íntegra do art. 2.º, mantendo-se a obrigação de realizar o depósito no FEEF.

§ 2.º Para efeito do disposto neste artigo, o valor relativo à arrecadação de ICMS:

I - incluirá todos os valores efetivamente pagos do imposto pelo estabelecimento, exceto os relativos a substituição tributária, pagamento de autos de infração e parcelamentos;

II - será calculado considerando os valores pagos de forma extemporânea como realizados na data prevista pela legislação, descontados os acréscimos referentes a multas e mora.

§ 3.º O não recolhimento do imposto mensal, ou seu recolhimento parcial, veda a utilização, pelo contribuinte, do disposto neste artigo, ocorrendo a irregularidade em qualquer mês do trimestre imediatamente anterior àquele em que deveria ser feito o depósito no FEEF, ou do mesmo trimestre do ano anterior.

§ 4.º Para os efeitos da comparação prevista no caput deste artigo, quanto aos depósitos a serem efetuados nos meses de outubro e novembro de 2016, o valor do depósito no FEEF relativo aos meses de julho e agosto de 2016 poderá ser substituído pelo valor relativo ao mês de setembro de 2016, para a apuração do total a ser depositado nos trimestres imediatamente anteriores.

Art. 7.º O descumprimento do disposto no art. 2.º resultará em:

I - perda automática, não definitiva, dos respectivos benefícios e incentivos fiscais, financeiro-fiscais ou financeiros, no mês seguinte ao da omissão de pagamento, se o contribuinte beneficiário ou incentivado não efetuar, no prazo regulamentar, o depósito previsto no art. 2.º;

II - perda definitiva dos respectivos benefícios e incentivos fiscais, financeiro-fiscais ou financeiros, se o contribuinte beneficiário ou incentivado não efetuar, no prazo regulamentar, o depósito previsto no art. 2.º por 3 (três) meses, consecutivos ou não, a partir do mês seguinte ao da última omissão de pagamento.

§ 1.º A perda de benefício ou incentivo fiscal, financeiro-fiscal ou financeiro em decorrência do disposto neste artigo:

I - aplica-se apenas quanto aos benefícios e incentivos de caráter não geral; e

II - independe de despacho da autoridade administrativa ou alteração do ato normativo concessivo.

§ 2.º Para os efeitos do disposto no inciso I do § 1.º deste artigo, considera-se de caráter não geral aquele benefício ou incentivo concedido:

I - por despacho da autoridade administrativa, mediante requerimento do interessado;

II - por Lei ou Decreto estadual que beneficiar estabelecimento de contribuinte determinado;

III - mediante termo de acordo ou contrato;

IV - mediante mera comunicação, quando houver exigência de cumprimento de requisitos.

Art. 8.º O contribuinte obrigado a realizar depósito no FEEF deverá:

I - lançar os valores relativos ao depósito nos arquivos e documentos associados à escrituração fiscal, nos termos da legislação específica; e

II - guardar, pelo prazo decadencial, documentos e arquivos que registrem os cálculos realizados nos termos dos arts. 5.º e 6.º.

Art. 9.º Fica prorrogado o prazo de fruição de benefício ou incentivo fiscal, financeiro-fiscal ou financeiro de contribuinte que proceder ao depósito previsto no disposto no art. 2.º, pelo período necessário ao ressarcimento do montante depositado no FEEF, independente de alteração nos atos concessivos ou normativos específicos, da seguinte forma:

I - quando concedido por prazo certo, fica prorrogado por um mês a cada dez meses em que realizados depósitos no FEEF, ou fração;

II - quando concedido por prazo indeterminado, fica garantida a sua manutenção, sem redução, até 31 de outubro de 2018.

Art. 10. Quando da realização dos depósitos referidos no art. 2.º, serão imediatamente separadas as parcelas destinadas ao repasse constitucional para os Municípios e ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação - FUNDEB, sendo o restante atribuído ao FEEF.

Art. 11. O Secretário de Estado de Fazenda poderá editar atos complementares para execução do disposto neste Decreto.

Art. 12. O depósito no FEEF relativo ao mês de dezembro de 2016 poderá ser realizado até o dia 31 de janeiro de 2017.

Art. 13. Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação, produzindo efeitos a partir de 1.º de dezembro de 2016.

Rio de Janeiro, 03 de novembro de 2016

LUIZ FERNANDO DE SOUZA

Atenciosamente;

Daniel Pereira
Antonio Marcos

Usuário Novo

profissãoAssistente Contabilidade
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membro desde27/04/2015
cidadeItaborai - RJ
Postada:Segunda-Feira, 20 de março de 2017 às 09:59:37
Bom dia

Luciano Fayer,

Ja existe algum campo para informar FEEP no Sped Fiscal ICMS/IPI

" Aprender é a única coisa que a mente nunca se cansa, nunca tem medo e nunca se arrepende"

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