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Folha de Pagamento Igreja (RPA)

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Tcheler de Oliveira

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Postada:Segunda-Feira, 4 de setembro de 2017 às 16:56:58
Boa tarde,

Gostaria de saber se a Igreja é obrigada a pagar INSS patronal, terceiros e RAT, quando o serviço for prestado por um RPA?

1 pessoa aprovou esta mensagem.

Guilherme Kazapi

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Postada:Segunda-Feira, 4 de setembro de 2017 às 17:38:31
Boa tarde Tcheler,

Além do descontado do obreiro, somente o CPP (INSS patronal) IN 971/2009.

Ótima semana.

Guilherme Kazapi
Tcheler de Oliveira

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Postada:Domingo, 10 de setembro de 2017 às 19:27:30
Guilherme Kazapi

Boa noite,

Não ficou muito claro pra mim nessa IN a não obrigatoriedade da igreja em não recolher o inss a outras entidades (terceiros) e ao RAT.

Guilherme Kazapi

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Postada:Segunda-Feira, 11 de setembro de 2017 às 16:32:25
Olá, a resposta está a partir do art. 72 da instrução. Você pode simular a operação no Sefip, lembrando que a categoria desse obreiro, deve ser a 13, no Sefip.

Abraço.

Guilherme Kazapi
Cláudio Antônio da Silva

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Postada:Segunda-Feira, 11 de setembro de 2017 às 16:36:38
Olá, Tcheler de Oliveira

Os obreiros de igrejas evangélicas, não estão obrigados a entregarem a GFIP e recolher INSS, pelo fato de não serem considerados com vinculo empregatício, eles devem recolher o INSS como contribuinte individual, usando o carnê de contribuição.

Cláudio Antônio da Silva
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Tcheler de Oliveira

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Postada:Segunda-Feira, 11 de setembro de 2017 às 20:32:19
Mensagem Editada por Tcheler de Oliveira em 11/09/2017 20:33:55
Cláudio Antônio da Silva

Acredito eu que não se trata de um obreiro, pois a Igreja precisou de serviços de um arquiteto para fazer a planta da igreja e pagou pelos seus serviços através de RPA, desta forma fez a retenção dos 11% conforme a Lei e agora precisa entregar a GFIP para recolher o INSS. A minha dúvida é se além desses 11% já retidos no RPA, preciso calcular RAT e Terceiros, uma vez que nosso amigo acima disse que a contribuição patronal é necessária.

1 pessoa aprovou esta mensagem.

Cláudio Antônio da Silva

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Postada:Segunda-Feira, 11 de setembro de 2017 às 21:09:57
Olá, Tcheler de Oliveira

Não tinha entendido claramente tua exposição, neste caso, é só os 11% que deve ser destacado na GFIP.

Cláudio Antônio da Silva
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Guilherme Kazapi

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Postada:Terça-Feira, 12 de setembro de 2017 às 09:41:16
Mensagem Editada por Guilherme Kazapi em 12/09/2017 09:44:24
Bom dia prezados,

Primeiramente, RAT e Terceiros é devido apenas para Categoria 01 (empregados) - art. 72 e seguintes IN 971/09;

Outro detalhe ainda mais importante: sevirço de arquitetura é dispensado da retenção de INSS, isto é, não se retem INSS deste profissional!!! Art. 120 inciso III, § 3º da mesma instrução. Profissão regulamentada...

Provalmente a GFIP não foi declarada, se fosse, já seria verificado que RAT e Terceiros são institutos incompatíveis com a categoria 13 (ou 11 como muitos fazem errôneamente nestes casos). Assim, o prestador arquiteto, não deve participar da GFIP e é recomendável a devolução do valor de INSS retido...

Abraço meus amigos!!!


Guilherme Kazapi
Tcheler de Oliveira

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Postada:Quarta-Feira, 13 de setembro de 2017 às 15:54:13
Mensagem Editada por Tcheler de Oliveira em 13/09/2017 15:55:51
Guilherme Kazapi

Boa tarde, eu dei uma lida na IN 971/2009 art. 72 em diante e pra mim não ficou claro o que você disse:
Primeiramente, RAT e Terceiros é devido apenas para Categoria 01 (empregados)
.

Segue abaixo IN 971/2009 art. 72

Das Contribuições da Empresa
Art. 72. As contribuições sociais previdenciárias a cargo da empresa ou do equiparado, observadas as disposições específicas desta Instrução Normativa, são:
I - 20% (vinte por cento) sobre o total das remunerações pagas, devidas ou creditadas, a qualquer título, durante o mês, aos segurados empregados e trabalhadores avulsos que lhes prestam serviços, observado o disposto no inciso I do art. 57;
II - para o financiamento dos benefícios concedidos em razão do grau de incidência de incapacidade laborativa decorrente dos riscos ambientais do trabalho, incidentes sobre o total das remunerações pagas, devidas ou creditadas, a qualquer título, durante o mês, aos segurados empregados e trabalhadores avulsos que lhes prestam serviços, observado o disposto no inciso I do art. 57, correspondente à aplicação dos seguintes percentuais:
a) 1% (um por cento), para as empresas em cuja atividade preponderante o risco de acidentes do trabalho seja considerado leve;
b) 2% (dois por cento), para as empresas em cuja atividade preponderante o risco de acidentes do trabalho seja considerado médio;
c) 3% (três por cento), para as empresas em cuja atividade preponderante o risco de acidentes do trabalho seja considerado grave;
III - 20% (vinte por cento) sobre o total das remunerações pagas ou creditadas, a qualquer título, no decorrer do mês, aos segurados contribuintes individuais que lhes prestam serviços, para fatos geradores ocorridos a partir de 1º de março de 2000;
IV - 15% (quinze por cento) sobre o valor bruto da nota fiscal, da fatura ou do recibo de prestação de serviços, relativamente aos serviços que lhes são prestados por cooperados por intermédio de cooperativas de trabalho, para fatos geradores ocorridos a partir de 1º de março de 2000.
§ 1º A contribuição prevista no inciso II do caput será calculada com base no grau de risco da atividade, observadas as seguintes regras: Alterada pela Instrução Normativa RFB n° 1.071/2010 (DOE de 16.09.2010) vigência a partir de 16.09.2010. Redação Anterior
I - o enquadramento nos correspondentes graus de risco é de responsabilidade da empresa, e deve ser feito mensalmente, de acordo com a sua atividade econômica preponderante, conforme a Relação de Atividades Preponderantes e Correspondentes Graus de Risco, elaborada com base na CNAE, prevista no Anexo V do RPS, que foi reproduzida no Anexo I desta Instrução Normativa, obedecendo às seguintes disposições: Alterado pela Instrução Normativa nº 1.080/2010 (DOU de 04.11.2010) - vigência a partir de 04.11.2010 Redação Anterior
a) a empresa com 1 (um) estabelecimento e uma única atividade econômica, enquadrar-se-á na respectiva atividade;
b) a empresa com estabelecimento único e mais de uma atividade econômica, simulará o enquadramento em cada atividade e prevalecerá, como preponderante, aquela que tem o maior número de segurados empregados e trabalhadores avulsos;
c) a empresa com mais de 1 (um) estabelecimento e com mais de 1 (uma) atividade econômica deverá somar o número de segurados alocados na mesma atividade em toda a empresa e considerar preponderante aquela atividade que ocupar o maior número de segurados empregados e trabalhadores avulsos, aplicando o correspondente grau de risco a todos os estabelecimentos da empresa, exceto às obras de construção civil, para as quais será observado o inciso III deste parágrafo. Alterado pela Instrução Normativa RFB nº 1.238/2012 (DOU de 12.01.2012) - vigência a partir de 12.01.2012 Redação Anterior
d) os órgãos da Administração Pública Direta, tais como Prefeituras, Câmaras, Assembléias Legislativas, Secretarias e Tribunais, identificados com inscrição no CNPJ, enquadrar-se-ão na respectiva atividade, observado o disposto no § 9º; e
e) a empresa de trabalho temporário enquadrar-se-á na atividade com a descrição "7820-5/00 Locação de Mão de Obra Temporária" constante da relação mencionada no caput deste inciso;
II - considera-se preponderante a atividade econômica que ocupa, na empresa, o maior número de segurados empregados e trabalhadores avulsos, observado que: Alterado pela Instrução Normativa nº 1.080/2010 (DOU de 04.11.2010) - vigência a partir de 04.11.2010 Redação Anterior
a) apurado na empresa ou no órgão do poder público, o mesmo número de segurados empregados e trabalhadores avulsos em atividades econômicas distintas, considerar-se-á como preponderante aquela que corresponder ao maior grau de risco;
b) não serão considerados os segurados empregados que prestam serviços em atividades-meio, para a apuração do grau de risco, assim entendidas aquelas que auxiliam ou complementam indistintamente as diversas atividades econômicas da empresa, tais como serviços de administração geral, recepção, faturamento, cobrança, contabilidade, vigilância, dentre outros;
III - a obra de construção civil edificada por empresa cujo objeto social não seja construção ou prestação de serviços na área de construção civil será enquadrada no código CNAE e grau de risco próprios da construção civil, e não da atividade econômica desenvolvida pela empresa; os trabalhadores alocados na obra não serão considerados para os fins do inciso I; Alterado pela Instrução Normativa nº 1.080/2010 (DOU de 04.11.2010) - vigência a partir de 04.11.2010 Redação Anterior
IV - verificado erro no autoenquadramento, a RFB adotará as medidas necessárias à sua correção e, se for o caso, constituirá o crédito tributário decorrente. Alterado pela Instrução Normativa nº 1.080/2010 (DOU de 04.11.2010) - vigência a partir de 04.11.2010 Redação Anterior
V - Revogado pela Instrução Normativa nº 1.080/2010 (DOU de 04.11.2010) - vigência a partir de 04.11.2010 Redação Anterior
VI - Revogado pela Instrução Normativa nº 1.080/2010 (DOU de 04.11.2010) - vigência a partir de 04.11.2010 Redação Anterior
VII - Revogado pela Instrução Normativa nº 1.080/2010 (DOU de 04.11.2010) - vigência a partir de 04.11.2010 Redação Anterior
§ 2º Exercendo o segurado atividade em condições especiais que possam ensejar aposentadoria especial após 15 (quinze), 20 (vinte) ou 25 (vinte e cinco) anos de trabalho sob exposição a agentes nocivos prejudiciais à sua saúde e integridade física, é devida pela empresa ou equiparado a contribuição adicional destinada ao financiamento das aposentadorias especiais, conforme disposto no § 6º do art. 57 da Lei nº 8.213, de 1991, e nos §§ 1º e 2º do art. 1º e no art. 6º da Lei nº 10.666, de 2003, observado o disposto no § 2º do art. 293, sendo os percentuais aplicados:
I - sobre a remuneração paga, devida ou creditada ao segurado empregado e trabalhador avulso, conforme o tempo exigido para a aposentadoria especial seja de 15 (quinze), 20 (vinte) ou 25 (vinte e cinco) anos, respectivamente:
a) 4% (quatro por cento), 3% (três por cento) e 2% (dois por cento), para fatos geradores ocorridos no período de 1º de abril de 1999 a 31 de agosto de 1999;
b) 8% (oito por cento), 6% (seis por cento) e 4% (quatro por cento), para fatos geradores ocorridos no período de 1º de setembro de 1999 a 29 de fevereiro de 2000;
c) 12% (doze por cento), 9% (nove por cento) e 6% (seis por cento), para fatos geradores ocorridos a partir de 1º de março de 2000;
II - sobre a remuneração paga ou creditada ao contribuinte individual filiado à cooperativa de produção, 12% (doze por cento), 9% (nove por cento) e 6% (seis por cento), para fatos geradores ocorridos a partir de 1º de abril de 2003, conforme o tempo exigido para a aposentadoria especial seja de 15 (quinze), 20 (vinte) ou 25 (vinte e cinco) anos, respectivamente;
III - sobre o valor bruto da nota fiscal ou da fatura de prestação de serviços, emitida por cooperativa de trabalho em relação aos serviços prestados por cooperados a ela filiados, 9% (nove por cento), 7% (sete por cento) e 5% (cinco por cento), para fatos geradores ocorridos a partir de 1º de abril de 2003, observado o disposto no art. 222, conforme o tempo exigido para a aposentadoria especial seja de 15 (quinze), 20 (vinte) ou 25 (vinte e cinco) anos, respectivamente.
§ 3º A empresa contratante de serviços mediante cessão de mão-de-obra, inclusive em regime de trabalho temporário, quando submeter os trabalhadores cedidos a condições especiais de trabalho, conforme disposto no art. 292, deverá efetuar a retenção prevista no art. 112, acrescida, quando for o caso, dos percentuais previstos no art. 145, relativamente ao valor dos serviços prestados pelos segurados empregados cuja atividade permita a concessão de aposentadoria especial após 15 (quinze), 20 (vinte) ou 25 (vinte e cinco) anos de contribuição, respectivamente.
§ 4º A contribuição adicional de que trata o § 2º também é devida em relação ao trabalhador aposentado de qualquer regime que retornar à atividade abrangida pelo RGPS e que enseje a aposentadoria especial.
§ 5º As empresas, inclusive as constituídas sob a forma de cooperativa, exceto as cooperativas de crédito, que desenvolvam as atividades de bancos comerciais, bancos de investimentos, bancos de desenvolvimento, caixas econômicas, sociedades de crédito, de financiamento ou de investimento, sociedades de crédito imobiliário, sociedades corretoras, distribuidoras de títulos ou de valores mobiliários, inclusive bolsa de mercadorias e de valores, empresas de arrendamento mercantil, empresas de seguros privados ou de capitalização, agentes autônomos de seguros privados ou de crédito e entidades de previdência privada abertas ou fechadas, além das contribuições previstas nos incisos I a IV do caput, sujeitam-se à contribuição adicional de 2,5% (dois inteiros e cinco décimos por cento) incidente sobre a base de cálculo definida nos incisos I e II do caput do art. 57. Alterado pela Instrução Normativa RFB nº 1.238/2012 (DOU de 12.01.2012) - vigência a partir de 12.01.2012 Redação Anterior
§ 6º As contribuições da pessoa jurídica que tenha como fim a atividade de produção rural, incidentes sobre a receita bruta proveniente da comercialização da produção rural, para fatos geradores ocorridos a partir de 1º de agosto de 1994, bem como as da agroindústria, incidentes sobre a receita bruta proveniente da comercialização da produção, para fatos geradores ocorridos a partir de 1º de novembro de 2001, conforme definido nos arts. 171 e 173, em substituição às previstas nos incisos I e II do caput são as relacionadas no Anexo III.
§ 7º A associação desportiva que mantém equipe de futebol profissional tem as contribuições previstas nos incisos I e II do caput substituídas pelas contribuições incidentes sobre a receita, conforme disposto no art. 249.
§ 8º A contribuição das cooperativas de trabalho, no período de 1º de maio de 1996 a 29 de fevereiro de 2000, é de 15% (quinze por cento) do total das importâncias pagas, distribuídas ou creditadas a seus cooperados, a título de remuneração ou retribuição pelos serviços que prestam a pessoas jurídicas por intermédio delas.
§ 9º Na hipótese de um órgão da Administração Pública Direta com inscrição própria no CNPJ ter a ele vinculados órgãos sem inscrição no CNPJ, aplicar-se-á o disposto na alínea "c" do inciso I do § 1º.
§ 10. A informação de que trata o § 13 do art. 202 do RPS será prestada em conformidade com o disposto no Manual da GFIP.
§ 11. As sociedades cooperativas de crédito estavam obrigadas a recolher a contribuição adicional estabelecida no § 5º até 24 de setembro de 2007.
§ 12. A partir de 1º de janeiro de 2008, as sociedades cooperativas de crédito devem contribuir para o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) com alíquota de 2,5% (dois inteiros e cinco décimos por cento) incidente apenas sobre o montante da remuneração paga, devida ou creditada a seus empregados, na forma do inciso I do art. 10 da Medida Provisória nº 2.168-40, de 24 de agosto de 2001, a que se refere o art. 10 da Lei nº 11.524, de 24 de setembro de 2007.
§ 13. As contribuições devidas pela agroindústria, incidentes sobre a receita bruta da comercialização da produção, não substituem as devidas a terceiros, incidentes sobre a folha de salários, salvo a destinada ao Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar). Alterada pela Instrução Normativa RFB n° 1.071/2010 (DOE de 16.09.2010) vigência a partir de 16.09.2010


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