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Nelson Antonio Rodrigues

Usuário 5 Estrelas

profissãoTécnico Contabilidade
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membro desde23/08/2006
cidadeAlvares Machado - SP
Postada:Sexta-Feira, 24 de agosto de 2007 às 15:26:20
alguem sabe me dizer como posso pedir a restituicao do inss, no caso de haver recolhido em duplicidade?
Monique Serafim Silvares

Usuário 4 Estrelas Novas

profissãoAuxiliar Escritório
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membro desde01/08/2007
cidadeSao Mateus - ES
Postada:Sexta-Feira, 24 de agosto de 2007 às 15:33:40
Nelson já aconteceu comigo,

eu fui compensando o valor 30% por mês durante 3 meses e 10% no ultimo mês. até dar o 100 do valo pago em duplicidade.
Mariana Gomes Sanches

Usuário 5 Estrelas

profissãoAuxiliar Depto. Pessoal
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membro desde21/08/2007
cidadeSanto Andre - SP
Postada:Sexta-Feira, 24 de agosto de 2007 às 16:08:44
Oi monique !!!!

Tenho um caso identico só que no meu sistema eu tenho que compensar 30% da guia do mês e não da que foi paga em duplicidade sabe me dizer se isto é correto ???
Bjusss
Mari
Monique Serafim Silvares

Usuário 4 Estrelas Novas

profissãoAuxiliar Escritório
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membro desde01/08/2007
cidadeSao Mateus - ES
Postada:Sexta-Feira, 24 de agosto de 2007 às 20:23:38
mas é isso.

descupe se não expliquei direito.

exemplo
a guia paga em duplicidade foi de R$ 100,00

Então vc irá compensar 30% que é R$ 30,00

então durante três meses vc pagará R$ 70,00 e no quarto mês pagara R$ 90,00, e depois voltará o valor normalmente.

ok, qualquer duvida poste aki.
bjosssssssssssss
Guido Salles

Usuário Estrela Nova

profissãoEncarregado(a) Recursos Humanos
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membro desde04/05/2006
cidadePresidente Prudente - SP
Postada:Sábado, 25 de agosto de 2007 às 08:39:37
INSTRUÇÃO NORMATIVA INSS/DC Nº 67, DE 10 DE MAIO DE 2002 - DOU DE 14/05/2002


Dispõe sobre a compensação e a restituição de importâncias destinadas à Previdência Social e arrecadadas pelo INSS, bem como a compensação, a restituição e o reembolso de salário-família e de salário-maternidade.



FUNDAMENTAÇÃO LEGAL:

Constituição Federal;

Lei nº 8.212, de 24/07/1991;

Lei nº 8.213, de 24/07/1991;

Lei nº 8.383, de 30/12/1991;

Lei n° 9.317, de 5/12/1996;

Lei nº 9.711, de 20/11/1998;

Lei nº 9.876, de 26/11/1999;

Medida Provisória nº 2.175-29, de 24/08/2001;

Decreto nº 3.048, de 06/05/1999;

Portaria MPAS nº 3.464, de 27/09/2001.



A DIRETORIA COLEGIADA DO INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL (INSS) , no uso da competência que lhe foi conferida pelo inciso III, do art. 7º, do Regimento Interno do INSS, aprovado pela Portaria MPAS nº 3.464, de 27 de setembro de 2001,



RESOLVE:



Art. 1º Uniformizar procedimentos relativos à compensação e à restituição de importâncias recolhidas indevidamente à Previdência Social, as decorrentes de retenção nos termos do art. 31 da Lei nº 8.212, de 24 de julho de 1991, com a redação dada pela Lei nº 9.711, de 20 de novembro de 1998, e à compensação, à restituição e ao reembolso de salário-família e de salário-maternidade.



CAPÍTULO I

DA COMPENSAÇÃO E DA RESTITUIÇÃO DE IMPORTÂNCIAS PAGAS INDEVIDAMENTE



SEÇÃO I

DA COMPENSAÇÃO



Art. 2º Compensação é o procedimento facultativo pelo qual o sujeito passivo se ressarce de valores pagos indevidamente, deduzindo-os das contribuições devidas à Previdência Social.



Art. 3º Havendo pagamento indevido de contribuições previdenciárias, de atualização monetária, de multa ou de juros de mora, é facultado ao sujeito passivo optar pela compensação, observadas as seguintes condições:



I - a compensação só poderá ser realizada com contribuições arrecadadas e administradas pelo INSS para a Previdência Social, excluídas aquelas arrecadadas para outras entidades ou fundos (terceiros);

II - o sujeito passivo deverá estar adimplente com as contribuições devidas à Previdência Social, inclusive com aquelas objeto de parcelamento ou de notificação fiscal de lançamento de débito cuja exigibilidade não esteja suspensa, considerados todos os seus estabelecimentos e obras de construção civil;

III - a compensação só poderá ser realizada com recolhimento efetuado dentro do prazo de vencimento da competência e em documento de arrecadação previdenciária referente ao mesmo estabelecimento/obra de construção civil em que se efetuou o pagamento indevido, respeitado o limite estabelecido no art. 4º;

IV - é vedada a compensação em documento de arrecadação de contribuições incidentes sobre a receita bruta dos espetáculos desportivos (borderô), independentemente da época a que se referir o recolhimento indevido;

V - poderá ser efetuada a compensação de importâncias descontadas indevidamente de sujeito passivo da Previdência Social, desde que precedida pela devolução ao sujeito passivo do valor descontado, atualizado na forma do art. 32;

VI - somente é permitida a compensação de valores que não tenham sido alcançados pela prescrição, conforme disposto no art. 29;

VII - é vedada a compensação em documento de arrecadação previdenciária, de importância recolhida indevidamente por meio de outro documento de arrecadação, ainda que decorrente da opção pelo SIMPLES (DARF) .



§ 1º Havendo recolhimento indevido de contribuições previdenciárias, relativo à obra de construção civil já encerrada (matriculada no Cadastro Específico do INSS - CEI) , de responsabilidade de pessoa jurídica, a compensação poderá ser realizada em documento de arrecadação identificado com o CNPJ do estabelecimento responsável pela obra.

§ 2º A compensação será efetuada pelo sujeito passivo, deduzindo a importância a compensar do valor devido à Previdência Social, a ser informado no campo "valor do INSS" no documento de arrecadação.



Art. 4º A compensação, observada a prescrição prevista no art. 29, independentemente da data do recolhimento indevido, não deverá ser superior a 30% (trinta por cento) do valor das contribuições devidas à Previdência Social, em cada competência, excluindo-se desse cálculo a contribuição destinada a outras entidades ou fundos (terceiros) e de acordo com as seguintes disposições:



I - o valor originário integral a ser compensado será atualizado pelo sujeito passivo até a competência em que efetuará a compensação, pelos mesmos índices utilizados pelo INSS para a cobrança de contribuições em atraso;

II - calculado o valor das contribuições devidas à Previdência Social na competência, poderá ser deduzido à título de compensação o valor correspondente a, no máximo, 30% (trinta por cento) desse valor devido, devendo ser lançando no campo "valor do INSS" do documento de arrecadação, o valor a ser efetivamente recolhido ao INSS;

III - o percentual de 30% ( trinta por cento) será calculado antes da dedução do valor relativo à salário-família e da compensação dos valores retidos, na competência, pelos contratantes de serviços com cessão de mão-de-obra ou por empreitada.



Parágrafo único. O saldo remanescente em favor do sujeito passivo poderá ser compensado nas competências subseqüentes, devendo ser obedecidas as mesmas condições estabelecidas neste artigo e no art. 3º.



Art. 5º Tendo sido realizada compensação indevida pelo sujeito passivo, o débito dela resultante deverá ser recolhido de forma complementar, observado o seguinte:



I - se a compensação feita incorretamente se referir a alguma rubrica específica tal como "valor do INSS" ou "contribuição destinada a terceiros" (outras entidades ou fundos), o valor do débito será recolhido na rubrica e com o código de pagamento correspondente;

II - sobre o valor complementar incidirá atualização monetária, se for o caso, e será acrescido de multa e de juros de mora, na forma da legislação, sendo considerada como competência de recolhimento aquela na qual foi efetuada a compensação indevida.



SEÇÃO II

DA RESTITUIÇÃO



Art. 6º Restituição é o procedimento administrativo pelo qual o sujeito passivo é ressarcido pelo INSS, de importâncias pagas indevidamente à Previdência Social, ou de importâncias relativas ao salário-família e ao salário-maternidade, que não tenham sido objeto de compensação ou de reembolso.



Art. 7º A restituição poderá ser requerida quando se referir a:



I - contribuição previdenciária, atualização monetária, multa e juros de mora correspondentes a pagamento indevido;

II - salário-família e a salário-maternidade (cujo início do afastamento do trabalho tenha ocorrido até 28 de novembro de 1999), não deduzidos em época própria.



§ 1º Poderão requerer a restituição de importâncias que lhes tenham sido descontadas indevidamente, mesmo não sendo os responsáveis pelo recolhimento da contribuição:



I - o empregado, inclusive o doméstico;

II - o produtor rural pessoa física;

III - o produtor rural pessoa jurídica que tenha comercializado produção própria até 13 de outubro de 1996;

IV - o segurado especial;

V - a associação desportiva que mantém equipe de futebol profissional.



§ 2º A empresa ou o equiparado ou o empregador doméstico poderá requerer a restituição da importância descontada indevidamente de sujeito passivo, caso comprove o ressarcimento às pessoas físicas ou jurídicas referidas no § 1º deste artigo.



SUBSEÇÃO I

DO REQUERIMENTO E DO PROTOCOLO



Art. 8º O requerimento de restituição será formalizado com a protocolização do Requerimento de Restituição de Contribuição (RRC), conforme formulário constante do Anexo I, na Agência da Previdência Social (APS), na Unidade Avançada de Atendimento (UAA) da circunscrição do estabelecimento centralizador da empresa, ou, quando estiver disponível, via Internet no endereço http://www.previdenciasocial.gov.br.



Parágrafo único. Em se tratando de segurado contribuinte individual ou de segurado facultativo o requerimento poderá ser protocolizado em qualquer APS ou UAA.



SUBSEÇÃO II

DOS ELEMENTOS NECESSÁRIOS À INSTRUÇÃO DO PROCESSO



Art. 9º Os documentos necessários à instrução do processo, são os seguintes:



I - Requerimento de Restituição de Contribuições (RRC), em duas vias, assinadas pelo requerente ou pelo representante legal da empresa;

II - procuração por instrumento particular, com firma reconhecida em cartório, ou por instrumento público, com poderes específicos para representar o requerente, se for o caso;

III - original e cópia do cartão do CNPJ/CGC de empresa ou do CPF de requerente pessoa física e de procurador;

IV - outros de caráter específico, conforme definidos nos parágrafos 1º a 6º deste artigo.



§ 1º Documentos específicos para a empresa ou o equiparado à empresa:



I - o original e a cópia do ato constitutivo da empresa (contrato social e última alteração contratual que identifique os responsáveis pela administração ou pela gerência, ou o estatuto e a ata em que conste a atual diretoria ou o registro de firma individual, conforme o caso);

II - o original e a cópia do recibo de devolução de importância indevidamente descontada e, se for o caso, atualizada monetariamente até a data do seu efetivo ressarcimento, dos seguintes contribuintes, corretamente identificados:



a. empregado;

b. produtor rural pessoa física;

c. produtor rural pessoa jurídica que tenha comercializado produção própria até 13 de outubro de 1996;

d. segurado especial;

e. associação desportiva que mantém equipe de futebol profissional, em relação ao percentual de 5% (cinco por cento) da receita bruta decorrente de espetáculos desportivos, e de qualquer forma de patrocínio, licenciamento de uso de marcas e símbolos, publicidade, propaganda e transmissão de espetáculos.



III - procuração por instrumento particular, com firma reconhecida em cartório, ou por instrumento público, do segurado empregado, do segurado especial, do produtor rural pessoa física, conforme modelo constante do Anexo II, e do produtor rural pessoa jurídica que tenha comercializado produção própria até 13 de outubro de 1996, Anexo II-A, com poderes específicos para a empresa ou o equiparado requerer e receber a restituição da contribuição que lhes tenha sido descontada e não ressarcida;

IV - cópia do borderô (boletim financeiro) referente à restituição pleiteada, juntamente com declaração firmada pela entidade promotora do espetáculo, com firma reconhecida em cartório, de que descontou, recolheu e não devolveu a contribuição objeto da restituição, no caso de requerimento formalizado por associação desportiva que mantém equipe de futebol profissional, conforme modelo constante do Anexo III;

V - cópia do borderô (boletim financeiro), referente à restituição pleiteada, juntamente com instrumento particular de procuração, fornecido pela associação desportiva que mantém equipe de futebol profissional, com poderes específicos e com firma reconhecida em cartório, no caso de requerimento formalizado por entidade promotora do espetáculo, em que não houve ressarcimento do valor descontado, conforme modelo constante do Anexo II-A;

VI - procuração dos sócios, por instrumento particular, com firma reconhecida em cartório, ou por instrumento público, outorgando poderes específicos para requerer e receber a restituição, quando a empresa estiver com atividade encerrada;

VII - extratos de "Consulta pelo CNPJ" e "Ficha cadastral", atualizados, fornecidos pela Secretaria da Receita Federal e o original e a cópia do recibo de entrega da Declaração Anual Simplificada da Receita Federal e o original e a cópia do pagamento de contribuições sociais diretamente para o INSS com utilização de GPS , relativos às competências envolvidas no pedido de restituição, para as empresas optantes pelo Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte - SIMPLES.



§ 2º Documentos específicos para empregador doméstico:



I - original e cópia do recibo de pagamento de salários no período da restituição pleiteada;

II - original e cópia do recibo de devolução de importância descontada indevidamente de empregado doméstico, corretamente identificado, atualizada monetariamente, se for o caso, até a data do seu efetivo ressarcimento ou;

III - procuração por instrumento particular, com firma reconhecida em cartório, ou por instrumento público, do empregado doméstico para o empregador requerer e receber a restituição da contribuição que lhe tenha sido descontada e não ressarcida, conforme modelo constante do Anexo II.



§ 3º Documentos específicos para o segurado empregado, inclusive o doméstico:



I - original e cópia do recibo de pagamento de salário referente a cada vínculo empregatício;

II - original e cópia das folhas da Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) ou outro documento que comprove o vínculo empregatício, onde conste a identificação do empregado e do empregador;

III - declaração firmada pelo empregador, com firma reconhecida em cartório, de que descontou, recolheu e não devolveu a contribuição objeto da restituição, não compensou a importância e nem pleiteou a sua restituição junto ao INSS, conforme modelo constante do Anexo III-A.



§ 4º Documentos específicos para o segurado contribuinte individual:



I - documentos relacionados no § 3º deste artigo, quando a restituição envolver atividades concomitantes de segurado contribuinte individual e de segurado empregado;

II - número de inscrição do segurado contribuinte individual.



§ 5º Documento específico para o segurado facultativo:



I - número de inscrição do segurado facultativo.



§ 6º Documentos específicos para a restituição de contribuição sobre a comercialização da produção rural:



I - quando recolhida e requerida pelo produtor rural pessoa física ou pelo segurado especial, original e cópia da nota fiscal de produtor, caso tenha comercializado sua produção com adquirente domiciliado no exterior, diretamente no varejo com consumidor pessoa física, com outro produtor rural pessoa física ou com outro segurado especial;

II - quando recolhida e requerida por adquirente, consignatário ou cooperativa:



a) original e cópia da nota fiscal de produtor rural pessoa física ou segurado especial ou da nota fiscal de entrada de mercadorias, referente à operação de compra do produto rural;

b) original e cópia do recibo de devolução ao produtor rural pessoa física, ao produtor rural pessoa jurídica que tenha comercializado produção própria até 13 de outubro de 1996 ou ao segurado especial, do valor da contribuição retida indevidamente na nota fiscal de produtor ou nota fiscal de entrada de mercadorias, atualizada monetariamente, se for o caso, até a data do seu efetivo ressarcimento.



III - quando recolhida por adquirente, consignatário ou cooperativa e requerida pelo produtor rural pessoa física, pelo produtor rural pessoa jurídica que tenha comercializado produção própria até 13 de outubro de 1996 ou pelo segurado especial:



a) original e cópia da nota fiscal de produtor rural ou da nota fiscal de entrada de mercadorias, referente à operação de venda dos produtos rurais;

b) declaração do adquirente, do consignatário ou da cooperativa, sob as penas da lei, com firma reconhecida em cartório, de que descontou, recolheu e não devolveu ao produtor rural pessoa física, ao produtor rural pessoa jurídica que tenha comercializado produção própria até 13 de outubro de 1996 ou ao segurado especial a contribuição objeto da restituição, e que não compensou a importância e nem pleiteou a restituição junto ao INSS, conforme modelo constante do Anexo III-B.



SUBSEÇÃO III

DA RESTITUIÇÃO DE DEPÓSITO RECURSAL OU ADMINISTRATIVO



Art. 10. O depósito recursal, obrigatório para a garantia de instância (recurso) relativo a débitos lançados em Auto de Infração (AI) e em Notificação Fiscal de Lançamento de Débito (NFLD), e o depósito administrativo voluntariamente realizado pelo notificado, serão restituídos ao sujeito passivo, com a devida atualização, independentemente de apresentação de requerimento, nas seguintes situações:



I - quando o recurso interposto pelo sujeito passivo, julgado em definitiva instância administrativa, tenha recebido provimento total ou parcial;

II - quando o processo tenha sido julgado improcedente, parcialmente procedente ou nulo.



§ 1º No caso de provimento parcial ou procedência parcial será restituído o montante correspondente ao saldo resultante da diferença entre o valor do depósito e a parcela do crédito da Previdência Social reconhecida como devida, se houver .

§ 2º Aplica-se à restituição disciplinada neste artigo as disposições contidas no art. 23.



SUBSEÇÃO IV

DA RESTITUIÇÃO DE CONTRIBUIÇÃO PARA OUTRAS ENTIDADES OU FUNDOS



Art. 11. No caso de restituição de contribuições para outras entidades ou fundos, vinculada à restituição de contribuições previdenciárias na forma do art. 250, § 1º do Regulamento da Previdência Social (RPS), aprovado pelo Decreto nº 3.048, de 6 de maio de 1999, será o pedido recebido e decidido pelo INSS, que providenciará a restituição.



§ 1º Entende-se como contribuições vinculadas, a ocorrência de recolhimento indevido à Previdência Social e a outras entidades ou fundos (terceiros), no mesmo documento de arrecadação.

§ 2º O pedido de restituição de contribuições que envolver somente importâncias relativas a outras entidades ou fundos será formulado diretamente à entidade respectiva e por ela decidido, cabendo ao INSS prestar as informações e realizar as diligências necessárias.



CAPÍTULO II

DA COMPENSAÇÃO E DA RESTITUIÇÃO DE VALORES REFERENTES À RETENÇÃO DE ONZE POR CENTO SOBRE SERVIÇOS



SEÇÃO I

DA COMPENSAÇÃO



Art. 12. A empresa prestadora de serviços mediante cessão de mão-de-obra ou empreitada, que sofreu retenção no ato da quitação da nota fiscal, fatura ou recibo de prestação de serviços, em obediência ao disposto no art. 31 da Lei nº 8.212, de 1991, com a redação que lhe foi dada pela Lei nº 9.711, de 1998, poderá compensar o valor retido quando do recolhimento das contribuições previdenciárias incidentes sobre a folha de pagamento dos segurados empregados e contribuintes individuais a seu serviço.



§ 1º A compensação a que se refere o caput só poderá ser efetuada no recolhimento de contribuições relativas ao mesmo estabelecimento ou obra de construção civil da empresa que sofreu a retenção.

§ 2° A compensação dos valores retidos será efetuada quando do recolhimento das contribuições previdenciárias incidentes sobre a folha de pagamento da mesma competência da emissão da nota fiscal, da fatura ou do recibo de prestação de serviços.

§ 3° Caberá a compensação dos valores retidos em recolhimento efetuado em atraso, desde que o valor retido seja da mesma competência do pagamento das contribuições

§ 4° A compensação das retenções destacadas em notas fiscais, em faturas ou em recibos emitidos em dezembro poderá ser efetuada com as contribuições devidas à Previdência Social incidentes sobre a remuneração de décimo-terceiro salário.

§ 5º As normas e procedimentos relativos à retenção referida no caput, estão estabelecidas na Instrução Normativa que dispõe sobre as Normas Gerais de Tributação Previdenciária e de Arrecadação no Âmbito do INSS.



Art. 13. Na impossibilidade de haver compensação integral da retenção na própria competência, o saldo remanescente em favor da empresa prestadora de serviços poderá ser compensado nas competências subseqüentes ou ser objeto de pedido de restituição.



Parágrafo único. Caso a opção seja pela compensação em competências subseqüentes, o valor a ser compensado não deverá ser superior a 30% (trinta por cento) do valor devido à Previdência Social, por documento de arrecadação, na forma descrita nos artigos 3º e 4º.



SEÇÃO II

DA RESTITUIÇÃO



Art. 14. Não tendo sido efetuada a compensação dos valores a que se refere o art. 13, ou, se após a compensação, restar saldo em favor da empresa, os mesmos poderão ser objeto de pedido de restituição.



SUBSEÇÃO I

DO REQUERIMENTO E DO PROTOCOLO



Art. 15. O requerimento de restituição de valores retidos será formalizado com a protocolização do Requerimento de Restituição da Retenção (RRR), conforme formulário constante do Anexo IV, na Agência da Previdência Social (APS), na Unidade Avançada de Atendimento (UAA), da circunscrição do estabelecimento centralizador da empresa ou, quando estiver disponível, via Internet, no endereço http://www.previdenciasocial.gov.br.



Parágrafo único. Deverá ser apresentada procuração por instrumento particular, com firma reconhecida em cartório, ou por instrumento público, com poderes específicos para representar o requerente, se for o caso.



SUBSEÇÃO II

DOS ELEMENTOS NECESSÁRIOS À INSTRUÇÃO DO PROCESSO



Art. 16. Os documentos necessários à instrução do processo de restituição dos valores retidos são os seguintes:



I - Requerimento de Restituição da Retenção (RRR);

II - original e cópia do ato constitutivo da empresa (contrato social e última alteração contratual que identifique os responsáveis pela administração ou pela gerência ou estatuto e ata em que conste a atual diretoria ou registro de firma individual, conforme o caso);

III - original (segunda via) e cópia das notas fiscais, das faturas ou dos recibos emitidos pela empresa prestadora de serviços na competência objeto do pedido de restituição, nos quais tenha sido destacada a "retenção para a Previdência Social" de onze por cento do valor bruto da nota fiscal, fatura ou recibo de prestação de serviços, que serão conferidos com os dados registrados no demonstrativo citado no inciso VII deste artigo;

IV - original (primeira via) e cópia de todas as notas fiscais, faturas ou recibos, emitidos por subcontratada, nos quais tenha sido destacada a "retenção para a Previdência Social" de onze por cento do valor bruto da nota fiscal, fatura ou recibo de prestação de serviços, e os correspondentes comprovantes de pagamento da retenção efetuada pela requerente, se for o caso;

V - original e cópia dos resumos das folhas de pagamento específicas referentes a cada contratante dos serviços e dos segurados alocados na administração da requerente;

VI - original e cópia do resumo geral consolidado de todas as folhas de pagamento, com o respectivo demonstrativo de cálculo das contribuições previdenciárias e da base de cálculo utilizada;

VII - demonstrativo de notas fiscais, de faturas ou de recibos de serviços prestados, elaborado pela empresa requerente, totalizado por contratante e assinado pelo representante legal da empresa, conforme formulário constante do Anexo IV-A;

VIII - relatório demonstrativo das retenções emitido pelo Sistema Empresa de Recolhimnto do FGTS e Informações à Previdência Social (SEFIP) ;

IX - original e cópia da Guia de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social (GFIP) relativa às duas últimas competências anteriores ao pedido, caso as mesmas estejam incluídas no requerimento;

X - "Consulta pelo CNPJ" e "Ficha Cadastral", atualizados, fornecidos pela Secretaria da Receita Federal (SRF) e original e cópia do recibo de entrega da Declaração Anual Simplificada da Receita Federal, relativo às competências envolvidas no pedido de restituição, para as empresas optantes pelo Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte (SIMPLES), que tenham sofrido a retenção prevista no art. 31 da Lei nº 8.212, de 1991, com a redação dada pela Lei nº 9.711, de 1998.



SEÇÃO III

DAS DISPOSIÇÕES ESPECÍFICAS DA RETENÇÃO



Art. 17. A empresa contratada deverá emitir apenas um documento de arrecadação para cada estabelecimento, por competência, incluindo o recolhimento das contribuições destinadas à Previdência Social devidas sobre a folha de pagamento dos segurados envolvidos na prestação de serviço, bem como sobre a dos segurados empregados e segurados contribuintes individuais utilizados na administração do estabelecimento, compensando neste documento todas as retenções ocorridas no respectivo estabelecimento.



Art. 18. Na falta de destaque do valor da retenção na nota fiscal, na fatura ou no recibo de serviços, somente poderá efetuar compensação ou receber restituição, a empresa contratada que comprovar o recolhimento do valor retido pela empresa contratante.



Art. 19. Ocorrendo divergência nas informações, a APS ou a UAA da circunscrição da empresa contratada, poderá oficiar diretamente à empresa contratante para confirmar os dados e valores constantes nas notas fiscais, nas faturas ou nos recibos referentes ao requerimento.



Parágrafo único. Confirmadas as divergências, e na impossibilidade de saná-las de imediato, o processo de restituição deverá ser encaminhado ao Serviço ou à Seção de Fiscalização para o procedimento fiscal adequado na empresa contratada e análise conclusiva quanto ao pedido.



Art. 20. Constatado que o valor destacado na nota fiscal, na fatura ou no recibo foi retido e não recolhido, a APS ou a UAA da circunscrição da empresa contratada deverá oficiar diretamente à empresa contratante para, no prazo de 10 (dez) dias, contados da data da ciência, confirmar o recolhimento.



Parágrafo único. Não sendo o recolhimento confirmado dentro do prazo estabelecido, deverá o fato ser comunicado por escrito ao Serviço ou à Seção de Fiscalização da Gerência Executiva da circunscrição da empresa contratante para as providências cabíveis tais como a constituição do crédito previdenciário e Representação Fiscal para Fins Penais.



Art. 21. Na hipótese de a empresa contratante efetuar recolhimento de valor retido em duplicidade ou a maior, o pedido de restituição será apresentado pela empresa contratante, mediante procuração e declaração da empresa contratada.



Art. 22. O valor referente à retenção utilizado na regularização de obra de construção civil não poderá ser objeto de compensação, nem de requerimento de restituição.



CAPÍTULO III

DA OPERAÇÃO CONCOMITANTE



Art. 23. Operação concomitante é o procedimento pelo qual o sujeito passivo, mediante manifesto interesse, liquida valores devidos ao INSS, total ou parcialmente, utilizando-se de crédito da mesma natureza, oriundo de processo de restituição ou reembolso.



§ 1º A restituição ou reembolso ocorrerão, conforme opção do sujeito passivo pela operação concomitante, mediante requerimento observado o seguinte:



I - caso o valor devido ao INSS seja inferior ao da restituição ou do reembolso, será emitida AP no valor excedente, que após a sua liquidação será juntada cópia aos respectivos processos de débito e de restituição ou de reembolso;

II - caso o valor devido ao INSS seja superior ao da restituição ou do reembolso, a liquidação dos referidos valores , ocorrerão até o montante do valor a ser restituído ou reembolsado, devendo seguir a cobrança dos valores ainda restantes.



§ 2º A operação concomitante deverá ocorrer na seguinte ordem de liquidação:



I - débitos constituídos cuja exigibilidade não esteja suspensa, observada a ordem de constituição,

a partir do mais antigo;

II - parcelas vencidas e não pagas relativas a acordo de parcelamento, observada a ordem de vencimento, a partir da mais antiga;

III - importâncias devidas e não recolhidas (contribuições e acréscimos legais) considerando as competências mais antigas, observado os prazos de decadência;

IV - parcelas vincendas relativas a acordo de parcelamento adimplente, observada a ordem decrescente de vencimento.



CAPÍTULO IV

DO REEMBOLSO



Art. 24. Reembolso é o procedimento pelo qual a empresa ou o equiparado se ressarce de salário-família e de salário-maternidade (cujo início do afastamento tenha ocorrido até 28 de novembro de 1999), devidos pela Previdência Social e pagos a segurado a seu serviço.



§ 1º O reembolso poderá ser efetuado mediante dedução no ato do recolhimento das contribuições devidas à Previdência Social, correspondentes ao mês de pagamento do benefício.

§ 2º Quando o valor a deduzir for superior às contribuições devidas, o sujeito passivo deverá requerer o reembolso do saldo a seu favor.

§ 3º Caso o sujeito passivo não efetue a dedução na época própria, essas importâncias poderão ser compensadas, observando-se o estabelecido nos artigos 3º e 4º, ou ser objeto de requerimento de restituição, na forma prevista na Seção II do Capítulo I.



SEÇÃO I

DO REQUERIMENTO E DO PROTOCOLO



Art. 25. O requerimento será formalizado com o preenchimento do formulário Requerimento de Reembolso - RR (Anexo V) e do protocolo na Agência da Previdência Social - APS, na Unidade de Atendimento Avançado - UAA da circunscrição do estabelecimento centralizador da empresa ou, quando estiver disponível, na página da Previdência Social, no endereço http://www.previdenciasocial.gov.br.



SEÇÃO II

DOS ELEMENTOS NECESSÁRIOS À INSTRUÇÃO DO PROCESSO



Art. 26. Os documentos necessários à instrução do processo são os seguintes:



I - Requerimento de Reembolso - RR (Anexo V), em 2 (duas) vias;

II - original e cópia do contrato social e da última alteração contratual que identifique os seus gestores ou estatuto e ata em que conste a atual diretoria ou registro de firma individual, conforme o caso;

III - procuração por instrumento particular, com firma reconhecida em cartório, ou por instrumento público, com poderes específicos para representar o requerente, se for o caso;



§ 1º Os documentos específicos para instrução de processo relativo a salário-família, são:



I - o original e cópia da folha de pagamento que comprove o pagamento do salário-família;

II - o original e a cópia da ficha de salário-família.



§ 2º Os documentos específicos para instrução de processo relativo a salário-maternidade (cujo início do afastamento do trabalho tenha ocorrido até 28 de novembro de 1999), são:



I - o original e cópia da folha de pagamento que comprove o pagamento do salário-maternidade;

II - o original e cópia de atestado médico;

III - o original e cópia da certidão de nascimento, quando ocorrer o parto sem acompanhamento médico.



CAPÍTULO V

DA DECISÃO E DO RECURSO



Art. 27. Compete à chefia do Serviço, da Seção ou do Setor de Arrecadação da Agência da Previdência Social (APS) ou Unidade Avançada de Atendimento (UAA) decidir sobre requerimento de reembolso e de restituição, neste último caso mediante despacho conclusivo de Auditor Fiscal da Previdência Social (AFPS), devendo ser interposto recurso de ofício à autoridade administrativa hierarquicamente superior, no caso de deferimento.



§ 1º Fica dispensado o despacho conclusivo de AFPS, não cabendo recurso de ofício, nos procedimentos de rito sumário aplicados nas seguintes situações:



I - pagamento de contribuição em duplicidade;

II - segurado contribuinte individual ou segurado facultativo em gozo de benefício, durante todo o período da competência envolvido na restituição.



§ 2º Na hipótese de requerimento de restituição decorrente da retenção de 11% (onze por cento) sobre prestação de serviço, de acordo com o art. 31 da Lei nº 8.212, de 1991, fica dispensado o despacho conclusivo do AFPS no processo em que ficar constatado, pela chefia do Serviço, da Seção ou do Setor de Arrecadação da Agência da Previdência Social (APS) ou Unidade Avançada de Atendimento (UAA), que o valor da mão-de-obra empregada é igual ou superior ao percentual de 40% (quarenta por cento) do valor bruto dos serviços contido na nota fiscal, fatura ou recibo.

§ 3º Além das hipóteses relacionadas nos §§ 1º e 2º deste artigo, fica dispensado, também, o despacho conclusivo de AFPS nos processos de restituição de empregador doméstico, segurado empregado doméstico, segurado contribuinte individual e segurado facultativo.



Art. 28. A decisão do requerimento de restituição de contribuições ou de outras importâncias arrecadadas pela Previdência Social será comunicada ao requerente mediante ofício, enviado por meio postal ou por correio eletrônico.



Parágrafo único. Da decisão do INSS que indeferir ou deferir parcialmente pedido de restituição ou reembolso caberá recurso para o Conselho de Recursos da Previdência Social (CRPS), no prazo de 15 (quinze) dias, contados da data da ciência da decisão.



CAPÍTULO VI

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS



SEÇÃO I

DOS PRAZOS E DOS DIREITOS



Art. 29. O direito de pleitear restituição e reembolso e de realizar compensação de contribuições ou de outras importâncias extingue-se em 5 (cinco) anos contados da data:



I - do recolhimento ou do pagamento indevido da contribuição;

II - em que se tornar definitiva a decisão administrativa ou passar em julgado a decisão judicial que tenha reformado, anulado ou revogado a decisão condenatória;

III - do vencimento da competência em que deixou de ser efetuado o reembolso, mediante dedução;

IV - do vencimento da competência de emissão da nota fiscal, da fatura ou do recibo de serviços.



Parágrafo único. O prazo final para apresentação de pedidos de restituição ou da efetivação da compensação de contribuições previdenciárias relativas a trabalhadores avulsos, autônomos e administradores, objeto da ADIN nº 1.102-2-DF, encerrou-se em 15 de outubro de 2000, sendo vedada, portanto, a compensação do saldo remanescente de compensações iniciadas até essa data.



Art. 30. O direito à compensação ou à restituição está condicionado à comprovação do recolhimento ou pagamento do valor compensado ou requerido.



Parágrafo único. A empresa sucessora ou a incorporadora poderá efetuar a compensação de créditos, no caso de sucessão ou incorporação.



SEÇÃO II

DA ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA



Art. 32. O valor a ser compensado, reembolsado ou restituído será atualizado monetariamente, nos períodos em que a legislação assim determinar, a contar da data do pagamento ou recolhimento até a data da efetiva compensação ou restituição, utilizando-se os mesmos critérios aplicáveis à cobrança da contribuição em atraso.



§ 1º A partir de 1º de janeiro de 1996, os valores a serem compensados, reembolsados ou restituídos serão acrescidos de juros correspondentes a 1% (um por cento) no mês do pagamento indevido, da taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e Custódia - SELIC, acumulada mensalmente, nos meses intermediários e de um por cento relativamente ao mês em que estiverem sendo efetuados a compensação, a restituição ou o reembolso.

§ 2º O cálculo do valor a ser compensado, reembolsado ou restituído, poderá ser efetuado por intermédio da Internet, no endereço http://www.previdenciasocial.gov.br, opção "Serviços", item "Empresas", subítens "Contribuições" - "Cálculo de Restituição de Contribuições".



Art. 33. Aplica-se à restituição e ao reembolso o limite mínimo estabelecido para recolhimento em documento de arrecadação bancária da Previdência Social.



SEÇÃO III

DA APRESENTAÇÃO E GUARDA DOS DOCUMENTOS



Art. 34. Os formulários constantes dos Anexos I, II, III, IV, IV-A e V poderão ser obtidos junto às Agências da Previdência Social - APS, nas Unidades Avançadas de Atendimento - UAA ou na página de internet da Previdência Social no endereço: http://www.previdenciasocial.gov.br., opção "Serviços", item "Empresas", subítem "Formulários da Previdência Social".



Parágrafo único. Os pedidos de restituição ou de reembolso poderão ser formalizados em documentos diversos dos formulários referidos no caput, desde que o requerimento contenha todas as informações exigidas no respectivo formulário.



Art. 35. No caso de requerimento através da página de internet da Previdência Social, os elementos necessários à instrução do processo deverão ser apresentados na Agência da Previdência Social - APS ou na Unidade Avançada de Atendimento - UAA, no prazo de 10 (dez) dias corridos, a contar da data do protocolo, sob pena de indeferimento sumário.



Art. 36. A falta de apresentação de qualquer elemento necessário à instrução e análise do processo implicará arquivamento do pedido, devendo o sujeito passivo ser comunicado mediante ofício, enviado por meio postal ou por correio eletrônico.



Art. 37. As informações não constantes dos sistemas informatizados do INSS deverão ser comprovadas pelo requerente.



Parágrafo único. Ocorrendo divergência entre as informações declaradas pelo sujeito passivo no requerimento de restituição ou de reembolso e as constantes nos sistemas informatizados do INSS, serão exigidos documentos e esclarecimentos que possibilitem regularizar a situação.



Art. 38. Poderão ser exigidos outros documentos que se façam necessários à instrução e análise do pedido de restituição ou reembolso e que não estejam disponíveis nos bancos de dados informatizados da Previdência Social.



Art. 39. Quando a restituição ou o reembolso envolver a obrigatoriedade de retificação de valores declarados em GFIP correspondente a competência relacionada no pedido, deverão ser apresentados o recibo de entrega da GFIP retificadora e os formulários de retificação, conforme o caso.



Art. 40. As cópias dos documentos exigidos para instrução dos processos serão confrontadas com os originais, para fins de autenticação pelo servidor, os quais serão devolvidos, de imediato, ao sujeito passivo.



Art. 41. Os documentos envolvidos na compensação, restituição ou reembolso deverão ser mantidos à disposição da fiscalização do INSS, pelo prazo de 10 (dez) anos.



SEÇÃO IV

DAS DISPOSIÇÕES FINAIS



Art. 42. No pedido de restituição de empresa optante pelo SIMPLES, quando forem detectadas as vedações previstas no art. 9º da Lei n° 9.317, de 5 de dezembro de 1996, será encaminhada representação à Secretaria da Receita Federal (SRF), ficando o processo sobrestado até a manifestação da SRF.



§ 1º Os pedidos de restituição de retenção de empresas optantes pelo SIMPLES onde constem notas fiscais, faturas ou recibos emitidos até 31 de dezembro de 1999, terão tratamento de restituição da retenção, previsto no Capítulo II.

§ 2º Na hipótese de empresas optantes pelo SIMPLES, com notas fiscais, faturas ou recibos de prestação de serviços emitidos a partir de 1º de janeiro de 2000, que, embora não mais sujeitas à retenção venham a sofrê-la, aplicar-se-á a regra geral de compensação e restituição de contribuições recolhidas indevidamente, prevista no Capítulo I.



Art. 43. Na hipótese de empresa com contratação de serviços por intermédio de cooperativas de trabalho, a partir de 1º de março de 2000, que, embora não mais sujeitas à retenção venham a sofrê-la, aplicar-se-á o disposto no Capítulo I.



Art. 44. O requerente poderá pedir no mesmo processo e na mesma competência, a restituição de recolhimento indevido ou de retenção e o reembolso, obedecendo os critérios estabelecidos nesta Instrução Normativa.



Art. 45. O requerimento de restituição decorrente de mandado judicial extraído de liminares ou de sentenças contra o INSS ou autoridade sua, será protocolizado na Agência da Previdência Social (APS) ou na Unidade Avançada de Atendimento (UAA) da Gerência-Executiva (GEX) circunscricionante do estabelecimento centralizador da empresa e, em seguida, encaminhado à Procuradoria do INSS para conhecimento, exame, manifestação e, se for o caso, devolução à GEX, à APS ou à UAA de origem, com as instruções procedimentais.



Art. 46. O requerimento de restituição de contribuições incidentes sobre o faturamento e o lucro, bem como sobre a receita de concursos de prognósticos, deverá ser dirigido diretamente à Secretaria da Receita Federal (SRF).



Art. 47. É vedado efetuar qualquer dedução ou compensação em contribuições devidas a outras entidades ou fundos (terceiros).



Art. 48. Esta Instrução Normativa revoga a Ordem de Serviço Conjunta INSS/DAF/DSS/DFI nº 51, de 26 de novembro de 1996, a Ordem de Serviço Conjunta INSS/DAF/DSS/DFI nº 56, de 28 de junho de 1996, a Instrução Normativa nº 13, de 28 de abril de 2000 e demais disposições em contrário.



Art. 49. Esta Instrução Normativa entra em vigor no dia 1º de setembro de 2002).

Guido Salles - camposafc@hotmail.com
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membro desde24/05/2007
cidadeSao Goncalo - RJ
Postada:Sexta-Feira, 14 de março de 2008 às 10:10:14
Hoje a RFB permite se fazer a transferência de competências pagas em duplicidade no seu valor integral no caso de: se falta recolhimento em qualquer competência e o valor é identico ao recolhido em dobro. Para maiores esclarecimentos procure o Auditor Fiscal, que ele ajudará neste sentido.
Noemia de Oliveira Brito

Usuário Novo

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Postada:Terça-Feira, 26 de outubro de 2010 às 14:22:37
Ola boa tarde,

Eu preciso fazer uma restituição de um cei que esta sem movimento e foi feito uma retificação em gefip, e o mesmo devera ser recolhido pelo cnpj responsavel pelo cei. Como devo proceder?

per/dcomp- como faria isso?

compensação em gfips sebsequentes? tem como?

qual a forma mais prática para isso?

se alguem puder ajudar, agradeço

noemia

Uma mente que se abre a uma nova idéia nunca volta ao seu tamanho original (Albert Aisten)
Mozart Rodrigues e Silva Neto

Usuário 2 Estrelas Douradas

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membro desde30/07/2007
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Postada:Sexta-Feira, 29 de outubro de 2010 às 18:19:21
A melhor forma é a compensação nas competências posteriores.

Noemia de Oliveira Brito

Usuário Novo

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membro desde30/06/2010
cidadeRolim de Moura - RO
Postada:Segunda-Feira, 1 de novembro de 2010 às 09:54:03
Obrigada Mozart.

Mais minha dúvida ainda é referente ao recolhimento. Eu posso fazer este recolhimento no CNPJ ou tem q ser no CEI, ja visto que este esta sem movimento por motivo de encerramento de atividades.

E esta GPS é uma que foi paga em duplicidade, pois foi recolhida errada, e por este motivo aconselhado pela receita fizemos um novo recolhimento e este tornou necessario sua restituição.


Abraços

Uma mente que se abre a uma nova idéia nunca volta ao seu tamanho original (Albert Aisten)
Leticia Silva

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membro desde07/02/2011
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Postada:Segunda-Feira, 7 de fevereiro de 2011 às 10:32:48
Essa regra para compensação de 30%, é válida tanto para INSS quanto FGTS? ? E ambas eu posso ir compensando em Gfip/Sefip?!

Grata.
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Postada:Segunda-Feira, 25 de abril de 2011 às 18:27:53
Olá! Tenho uma guia para compensar do ano passado e este ano estou com 02 em aberto do mês 03 e 04 posso utilizar 30% em cada uma? E fazer a retificação da GFIP com a compensação?

Grata.
profissão
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Postada:Terça-Feira, 31 de janeiro de 2012 às 10:38:56
Bom dia.

Consultando este post, deparei que há um equívoco quanto ao limte de compensação do INSS pago a maior que vem sendo discutido.

O percentual de 30% deixou de existir na edição da MP 449/08, posteriormente convertida na Lei 11941/2009, quando esta revogou o Artigo 89º e seus parágrafos da Lei 8212/1991.

Portanto, nos casos de pagamento a maior ou indevido ao INSS, não há limite para compensação em competências futuras.
Maria Adriana dos Santos Correa

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Postada:Terça-Feira, 6 de março de 2012 às 16:03:55
boa tarde

houve um recolhimento de INSS no mes 01/2012 referente o mes 12/2011 em duplicidade , porém nao foi recolhido o inss da competencia 01/2012. Posso compensar o valor recolhido em duplicidade com esse mes que nao foi recolhido? como faço?

grata.

Contadora na Empresa CS Assessoria Contabil
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Gabriela Meneses

Usuário Iniciante

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membro desde13/04/2009
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Postada:Terça-Feira, 6 de março de 2012 às 16:12:33
É só informar na GFIP que houve compensação. Eu utilizo o sistema DEXION, para isso eu entro dentro do cadastro da empresa, Vou na janela GPS e coloco a competência e o mês que estou utilizando a compesação;

Humberto Muniz

Usuário Estrela de Prata

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Postada:Terça-Feira, 6 de março de 2012 às 16:19:14
Outra maneira de resolver seu caso é fazer um documento de retificação como se fosse um REDARF porém é um documento excusivo para a GPS. No site da Receita Federal existe esse documento para download. Só que esse processo exige uma assinatura do sócio autorizando a alteração da guia. Espero ter ajudado

Att,
Humberto

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Maria Adriana dos Santos Correa

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Postada:Terça-Feira, 3 de abril de 2012 às 17:13:48
Humberto boa tarde

Posso fazer esse redarf do INSS via certificado digital voce sabe me informar?

Contadora na Empresa CS Assessoria Contabil
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Robson de Melo Soares

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Postada:Quarta-Feira, 23 de maio de 2012 às 19:58:34

Boa noite, eu pago o INSS da minha mãe no código 1007 porém ela entrou de auxilio doença por 3 meses e eu acabei pagando o INSS no primeiro mês de auxilio. Posso usar o sistema de compensação integral daqui a dois meses.


Se sim, como eu procedo ???


Obrigado.

Tiago de Lannes

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Postada:Quinta-Feira, 24 de maio de 2012 às 06:53:24
Boa dia Maria,

Não tem como fazer alteração de GPS pelo certificado digital. Para retificação de GPS precisa preencher um fórmulario que encontra-se no site da receita federal e levar até a agência para retificação acompanhado da guia orginal e cópia.


Bom dia Robson,

O contribuinte individual que recolhe no carne para alteração da GPS precisa preencher um ajuste de guia e levar até a receita federal. Assim você deverá preencher alterando a competencia que você pagou e não sua mãe estava de beneficio. Preencha e leve até a agência da Receita.

Saudações,

Tiago

Claudenir

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cidadeFortaleza - CE
Postada:Quarta-Feira, 22 de agosto de 2012 às 17:29:12
Uma empresa constituida em maio/2012 e só agora em agosto/2012 o proprietario resolveu admitir empregados e só agora que cadastrar sua empresa no INSS previdenciaria para recolhimento para seus empregados, então nestes meses acima surgirá alguma pendencia? Outra duvida: para cadastra-lo no INSS previdenciaria poderá ser feito nas agencias do INSS ou somente na Receita Federal do Brasil?

Suponhamos esta mesma situação acima mencionada:Digamos que esta empresa constituida em maio/2012 ela tenha a certificação digital o (e-CNPJ), e venha admitir empregados, então para o recolhimento do INSS prevideniaria dos empregados pelo GFIP, mesmo tendo a certificação digital é obrigado ao cadastramento no INSS?













Tiago de Lannes

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Postada:Quarta-Feira, 22 de agosto de 2012 às 18:13:08
Boa noite,

Jose Claudenir Reinaldo dos Anjos

O cadastramento do INSS ocorre simultaneamente com a inscrição no CNPJ, isto porque hoje a Receita Federal é integrada.

No entando é preciso entregar GFIPS, como a empresa constituiu em 05/2012 e não teve movimentos, você deverá entregar uma GFIP com ausência de fator gerador, isto porque estara pendente a informação para o INSS.

Porque quando não há movimento, a empresa precisa informar esta inatividade ou ausência.

Para isto basta que você entregue a primeira GFIP sem movimento referente a competencia 05/2012 (data da abertura) e somente voltará a entregar GFIp quando a empresa começar a operar.

Você não precisará ir até a Agência da Receita federal para cadastra-la, porque conforme eu citei, ela já está cadastrada no INSS, o sistema é integrado. Todavia está pendente de informação previdenciária, isto porque você ainda não entregou nenhuma GFIP.

O primeiro passo: É entregar a GFIp com ausencia de fator gerador para a competencia 05/12.

Posteriormente você poderá registrar os empregados e informa-los na GFIp normalmente, recolhendo os encargos devidos, não deixando assim nenhuma pendência.

Saudações, espero ter lhe ajudado.

Tiago e Lannes

Brener Lamas de Souza

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Postada:Quinta-Feira, 23 de agosto de 2012 às 10:23:57
Um cliente foi notificado pelo MTE para recolher o FGTS e o INSS retroativo á 5 anos, porém a pessoa física (CEI) recolheu o inss no ano de 2010 através do carnê autônomo, tem como a pessoa fisica compensar o recolhimento feito no carnê na GFIP?
Tafarel Toledo

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Postada:Quinta-Feira, 23 de agosto de 2012 às 10:31:38
Brener bom dia.

Não entendi muito bem sua pergunta. Seja mais especifico, por favor, para tentar te ajudar.

Mas se tratanto de recolhimento de INSS em carnê, o código de recolhimento é diferente de autônomo para CEI, alem do identificador tambem ser, porque o CEI é empregador, e carnê é pessoa física, acho que vc não vai conseguir fazer essa compensação dessa maneira.

Abraços
Brener Lamas de Souza

Usuário Ativo

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cidadeCoronel Fabriciano - MG
Postada:Quinta-Feira, 23 de agosto de 2012 às 12:47:37
Tafarel,

obrigado pela atenção, vou tentar resumir o fato ocorrido, um empregador foi condenado pelo ministério do trabalho a recolher 5 anos de fgts para determinado funcionario (manicure), porem vale ressaltar que ao gerar FGTS para o funcionário automaticamente gera o Inss que por sinal o empregador está como CEI pelo fato de nunca ter existido um cnpj.

Em meados de 2010 a empregadora começou a recolher para o funcionário 20% no carnê de autônimo no código 1007, e nunca descontou nada do funcionário, a minha dúvida se há alguma possibilidade de compensar esse recolhimento na gfip?








Tafarel Toledo

Usuário 5 Estrelas Novas

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membro desde26/09/2011
cidadeItaperuna - RJ
Postada:Quinta-Feira, 23 de agosto de 2012 às 13:49:07
Olha, eu creio que vc não conseguirá fazer essa compensação, pois as formas de cálculo são diferentes, e o recolhimento pela previdencia tambem, pois o codigo de recolhimento 1007 é para contribuinte individual autonomo no carne. Já quando é feito recolhimento INSS atraves do CEI para um funcionário, o código de recolhimento é do CEI, para inscrição do empregador e é individualizado pela GFIP.

Mas, de qualquer forma, te aconselho a procurar a RFB.

Abração.
Claudenir

Usuário 5 Estrelas Novas

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membro desde14/06/2011
cidadeFortaleza - CE
Postada:Sexta-Feira, 24 de agosto de 2012 às 12:56:37
Boa tarde Tiago de Lannes, compreendi muito bem sua sitação. Mas o empregador é obrigado ir até uma agencia do INSS para atualizar o NIT ou seja, passar de contribuinte como: empregado e/ou facultativo para empresario?
Tiago de Lannes

Usuário Estrela Dourada

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membro desde24/05/2010
cidadeUba - MG
Postada:Sábado, 25 de agosto de 2012 às 10:13:32
Bom dia José,


As atualizações poderão ser feita pela declaração da GFIP. E em alguns casos, quando do requerimento de algum beneficio, mediante os documentos e a declaração fornecida pelo segurado.


O empregador não precisa ir até a agência para mudar de categoria de empregado para empresário. O sistema de previdência reconhecerá pela declaração GFIP.

Por exemplo

O contribuinte facultativo é o segurado não enquadrado em outra categoria. Ou seja, ao contribuir em uma outra categoria ele deixa automaticamente de ser contribuinte facultativo.


O segurado empregado é aquele que presta serviços a um empregador. Este empregador entrega a gfip contendo este segurado, desta forma ao demiti-lo presta também a informação, deixando o segurado de pertencer a categoria "empregado", ou seja, o sistema reconhece.


Agora em relação ao segurado contribuinte individual, o sistema, nem sempre reconhecerá, é o caso, por exemplo, de quem paga carne de INSS, algumas vezes se faz necessário ir até uma agencia comunicar a paralisação das contribuições por encerramento de atividades, porque do contrário o segurado ficará como devedor das contribuições.


Agora no seu caso, se o segurado era empregado e passará para a categoria de empresário. Não se faz necessário a atualização urgente. Pois o próprio sistema já reconhece, podendo o segurado ao realizar a requisição de beneficio levar consigo os documentos que comprovam a qualidade de empresário (requerimento de empresário/contrato social).


Ou seja, você pode utilizar a mesma inscrição dele PIS/NIT para o recolhimento como empresário. E ao requisitar o beneficio ele comprovará a atividade pelos documentos constitutivos da empresa.

Saudações, espero ter lhe auxiliado.


Tiago de Lannes

Jaqueline Teixeira Salvan

Usuário Ativo

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membro desde28/05/2012
cidadeSangao - SC
Postada:Quarta-Feira, 19 de setembro de 2012 às 10:47:16
Bom dia,

Uma determinada pessoa contribui através do carne sobre um salário minimo e com redução, mas por equivoco acabei calculando sobre o salario minimo mas sem a redução, e infelizmente foi pago um valor a maior!
Como fazer para restituir ou compensar este valor?


Obrigada.

Jaqueline Salvan.
Victor Leonardo

Usuário Estrela de Prata

profissãoAssistente Depto. Pessoal
mensagens544
pontos4.139
membro desde12/03/2010
cidadeSao Paulo - SP
Postada:Quarta-Feira, 19 de setembro de 2012 às 11:21:28
Jaqueline, a resposta do amigo Guido Salles, acima neste mesmo tópico, responde a sua pergunta.

Pois não?
profissãoContador(a)
mensagens28
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membro desde29/05/2007
cidadeSao Miguel Arcanjo - SP
Postada:Quarta-Feira, 19 de setembro de 2012 às 21:45:38
Ola Boa Noite, estava eu fazendo uns pagamentos em atraso do inss, e quando fui arquivar as guias me deparei com a guia 13.2011 paga duas vezes uma foi paga no dia 13.09 e outra hoje dia 19.09.12, ai me bateu o desespero, pois a empresa é rural, e ainda tem umas pendencias previdenciarias, o que devo fazer, tenho como ressarci esse valor, qual o procedimento correto, pois amanha vence o mes 08.2012, e estou em duvida de devo recolher, alguem pode me ajudar, no mais, muito obrigado, Sonia.
Amanda

Usuário Novo

profissãoAnalista Financeiro
mensagens1
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membro desde20/09/2012
cidadeSao Paulo - SP
Postada:Quinta-Feira, 20 de setembro de 2012 às 09:32:32
Bom dia...
Eu realizei o pagamento de guia de FGTS no internet banking como guia de GPS (Inss) ...
Como faço pra pedir restituição desses valores?
Alguém ai pode me ajudar?
Já agradeço.

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