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Planejar DIRPF 2015/2016

Planejar o Imposto de Renda é fundamental, muitos pecam pois tentam omitir informações ao fisco.

postado 24/11/2015 08:46:51 - 1.992 acessos

Vamos planejar?

Muitas pessoas têm dúvidas sobre qual modelo escolher, vai uma dica, some todas as suas despesas dedutíveis, se for inferior a 20% é vantajoso aderir a Declaração Simplificada, caso contrário, a Completa poderá lhe render uns benefícios. Para Giancarlo Chistykov, sócio da C.f e especialista em tributação pela PUC-SP, muitos contribuintes não se atentam sobre os detalhes, e acabam entrando na malha fina, alguns por falta de informações.

Algumas dicas devem se sobressair, gastos com saúde, educação, nem todas podem ser dedutíveis do imposto, como por exemplo, Cirurgias plásticas para fins estéticos; Gastos com vacinas; Exames de DNA; Cursos Livres; Idiomas.

O contribuinte passível do imposto, que assim fizer a sua Declaração Completa, poderá abater do imposto, valores pagos em educação no limite que determina a Lei, pensões alimentícias, aqui existe um detalhe, a pensão deverá está formalizada na justiça para o abatimento integral, Contribuição à Previdência Social do empregado doméstico, assim como despesas dos seus dependentes, lembrando que os rendimentos dos dependentes, deverão ser informados na mesma declaração.

Para aqueles que tem renda provenientes de locação, os custos da corretagem podem ser dedutíveis do rendimento.

Investimentos são boas fontes de deduções, quem tem planos de previdência privadas na modalidade PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre), pode chegar até 12% da renda tributável, isso não quer dizer que esse tipo de investimento é isento do IR, na prática, o benefício fiscal adia a cobrança para a data que houve o resgate. Quem não contribuiu com os 12% é uma boa pedida completar esse percentual.

Assim como rendimento de locação, investimentos em ações, fundos, títulos públicos, também é possível deduzir o imposto, o contribuinte poderá acrescentar ao custo de aquisição os valores com taxas de corretagem e emolumentos.

Para Ivan Ribeiro e Giancarlo, a maior dica, é não omitir informações na intenção de pagar menos imposto, não produzir dados inverídicos e confira todas as informações antes do transmitir a Declaração. O Fisco brasileiro está a cada ano, mais sofisticado, investindo em potencial para cruzar as informações coletadas. 

 

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