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Economia

Inflação da baixa renda sobe 0,54% em janeiro ante 0,19% em dezembro, afirma FGV

A inflação percebida pelas famílias de baixa renda registrou alta de 0,54% em janeiro, ante aumento de 0,19% em dezembro, de acordo com o Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1) divulgado na manhã desta segunda-feira (6), pela FGV

06/02/2017 10:27:36

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Inflação da baixa renda sobe 0,54% em janeiro ante 0,19% em dezembro, afirma FGV

O indicador é usado para mensurar o impacto da movimentação de preços entre famílias com renda mensal entre um e 2,5 salários mínimos. Com o resultado, o índice acumulou alta de 4,80% no acumulado em 12 meses. Em janeiro, a inflação da baixa renda ficou abaixo da variação da inflação média apurada entre as famílias com renda mensal entre um e 33 salários mínimos, obtida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Brasil (IPC-BR), que teve alta de 0,69% no mês.

No acumulado em 12 meses, a taxa do IPC-BR também foi superior, aos 5,04%. As famílias de baixa renda gastaram mais com alimentação e transportes na passagem de dezembro para janeiro, o que ajudou a acelerar o IPC-C1 de 0,19% para 0,54% no período, informou a FGV. Cinco das oito classes de despesas tiveram taxas de variação maiores: Habitação (de -0,69% em dezembro para 0,06% em janeiro), Transportes (de 0,59% para 2,07%), Educação, Leitura e Recreação (de 0,86% para 2,74%), Alimentação (de 0,26% para 0,34%) e Comunicação (de 0,07% para 0,42%).

Os destaques partiram dos itens tarifa de eletricidade residencial (de -5,13% para -0,62%), tarifa de ônibus urbano (de 0,06% para 3,42%), cursos formais (de 0,00% para 10,70%), hortaliças e legumes (de -3,87% para 0,53%) e tarifa de telefone móvel (de 0,03% para 1,12%), respectivamente. Na direção contrária, houve redução nos resultados dos grupos Vestuário (de 0,81% para -0,14%), Despesas Diversas (de 1,86% para 0,49%) e Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,52% para 0,23%). Houve destaque para os itens roupas (de 0,92% para -0,40%), cigarros (de 3,31% para 0,00%) e artigos de higiene e cuidado pessoal (de 0,72% para -0,27%), respectivamente.  

Fonte: Jornal do Comércio

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