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Contábil

A Importância da Auditoria Interna para a Contabilidade

O processo de auditoria interna é de máxima importância para as empresas. Possui um grande papel na verificação dos controles internos e operações da organização e assim, seu relatório tem as condições necessárias de auxiliar a contabilidade.

11/12/2018 11:42:32

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A Importância da Auditoria Interna para a Contabilidade

  1. Auditoria

Pode-se definir auditoria como o estudo e avaliação sistemática das transações, processos e demonstrações contábeis e financeiras de uma empresa. Tem por objetivo a emissão do parecer sobre a adequação e conformidade dos itens, observando os Princípios Contábeis e a legislação vigente. (Crepaldi, 2010).

Para Attie (2011), a auditoria é uma ramificação da contabilidade, considerada uma especialização voltada a testar a eficiência dos controles patrimoniais e financeiros. Sua origem está ligada a história da contabilidade, sempre relacionada à economia, controles e finanças. Alguns dados históricos apontam que a auditoria surgiu inicialmente na Inglaterra, no século XIX, quando o governo passou a fazer exames periódicos das contas públicas. A evolução da auditoria, como prática, está relacionada ao avanço econômico das grandes empresas e desenvolvimento do mercado. A partir destes acontecimentos, que a necessidade de controlar as operações ficou mais evidente. Inicialmente as auditorias eram chamadas de corretivas, pois seu procedimento se resumia apenas em procurar fraudes e erros e corrigi-los.

Mais tarde, com o aprimoramento da prática, a mesma começou a ser vista como forma de controle propriamente dito.

Conforme Carlin e Hoog (2009), a auditoria como profissão, também possui alguns registros na Inglaterra, com forte influência da revolução industrial e da alta expansão de empresas para os Estados Unidos. O aperfeiçoamento da auditoria está ligado ao grande movimento econômico percebido ao longo dos anos e com cada vez mais recursos financeiros inclusive de investidores sendo empregados nas organizações, criou-se a necessidade de avaliação e investigação dos resultados.

Attie (2011, p. 8) ainda explica que:

A evolução da auditoria no Brasil está primariamente relacionada com a instalação de empresas internacionais de auditoria independente, uma vez que investimos também internacionais foram aqui implantados e compulsoriamente tiveram de ter suas demonstrações financeiras auditadas.

A auditoria pode ser aplicada em praticamente qualquer área do conhecimento humano e social, pois, está coesa à técnica de auditar, analisar e encontrar possíveis discrepâncias, e não somente à uma ciência ou ramo específico.

Franco e Marra (1992) associam o crescimento e evolução da auditoria, ao grande desenvolvimento das empresas em todo o mundo, o que desencadeou o interesse pela sua economia.

  1. Tipos de Auditoria

Entende-se por auditoria como sendo a capacidade de examinar livros, documentos e outras informações, para fins de coletar dados e valores representados no patrimônio. Objetiva confirmar a veracidade desses registros. Os exames de auditoria são realizados de acordo com as normas de auditoria aceitas pela legislação, a fim de atestar se os registos contábeis escriturados estão respeitando os princípios de contabilidade.

A auditoria pode ser externa ou interna. Estes dois tipos de auditoria, embora com objetivos distintos, trabalham de forma similar, e ambos necessitam de acesso total aos controles da empresa, assim como comunicação direta com os envolvidos de cada setor auditado.

Acerca disto, o Portal Educação (2008), elenca algumas diferenças básicas entre a Auditoria Interna e Auditoria Externa, representados pelo quadro 1:.

Quadro 1- Diferenças entre Auditoria Interna e Externa:

 

Auditoria Interna

Auditoria Externa

É realizada por um colaborador da empresa

É feita por um auditor independente

 

Objetivo principal: atender as necessidades dos administradores

 

Objetivo principal: atende a terceiros atestando a veracidade das informações

 

Mais voltada para políticas e normas internas de vários setores, não apenas financeiro

 

É voltada para as demonstrações financeiras

 

O auditor foca detecção e prevenção de fraude

 

O auditor só se preocupa com a detecção de fraudes, se estas interferirem as demonstrações financeiras

 

O auditor deve ser independente aos demais colaboradores da empresa

 

O auditor deve ser independente à empresa

A revisão é contínua

A revisão é periódica, quase sempre semestral ou anual.

Fonte: Portal Educação (2008), adaptado pelo autor.

    1. Auditoria Externa

A auditoria externa é executada por um auditor independente ou empresa de auditoria independente, e não possui nenhum tipo de vínculo com a organização a ser auditada. Segundo o Portal Administradores (2014), a auditoria externa é a auditoria conduzida por auditores independentes (sem vínculo com a empresa auditada) e tem como finalidade o exame das demonstrações contábeis para emissão de um parecer, opinião ou laudo sobre a posição das mesmas. A principal função destes auditores é assegurar que as demonstrações reflitam verdadeiramente a posição financeira e patrimonial da organização.

A auditoria externa não é determinada pela administração da empresa e sim, por força de legislação e tem caráter obrigatório para determinados tipos de empresa. Empresas de grande porte (com receita bruta anual superior a R$ 300.000.000,00) são obrigadas pela Lei 11.638/07 a sujeitar suas demonstrações contábeis a análise de auditores externos devidamente registrados na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). O principal objetivo dessa obrigação é garantir que as demonstrações financeiras e contábeis das empresas auditadas transmitam segurança aos acionistas ou a quem for de interesse.

Os auditores externos são completamente independentes à empresa auditada, eliminando qualquer tipo de relação que possa prejudicar sua conclusão sobre as demonstrações analisadas.

No Brasil, o mercado da auditoria independente ou externa é dominado por quatro gigantes multinacionais, chamadas de Big Four (as 4 grandes) - PricewaterhouseCoopers (PWC); KPMG; Ernst & Young (EY); e Deloitte. As quatro auditam as maiores e mais caras empresas do mundo.

    1. Auditoria Interna

O processo de auditoria interna é realizado por profissionais da própria empresa auditada, mas independente aos setores auditados, ou seja, não deve existir vínculos entre os mesmos. Em grande parte dos casos, a auditoria interna reporta-se aos gestores e à presidência, sendo tratado como área de assessoramento (Araujo, Arruda, Barreto, 2008).

A auditoria interna colabora para que a alta gestão da empresa tenha sempre uma visão ampla da eficiência dos seus controles. Cabe também a este setor que avalie continuamente a aderência dos setores e colaboradores, ao seguimento dos controles e o cumprimento das normas e instruções estabelecidas no sistema de controle interno implantado.

Com o passar dos anos e o visível crescimento das empresas no Brasil, cada vez mais a implantação de um setor de auditoria interna dentro de uma organização se faz necessária, para que o mesmo possa auxiliar a alta cúpula a certificar-se da confiabilidade e legitimidade dos processos realizados dentro da empresa, por meio de pareceres e laudos comprovados e reconhecidos tecnicamente.

A auditoria interna seleciona alguns profissionais contratados pela própria empresa para realizar as auditorias nas áreas designadas, geralmente profissionais da área contábil. Conforme o objetivo de cada empresa e seu ramo de atuação, as auditorias internas podem ser contábeis, financeiras, operacionais e de gestão.

Diferentemente da auditoria externa, a interna não visa comprovar a veracidade das demonstrações, mas sim, servir como aliada para a administração da empresa, sendo a base da certificação do cumprimento das normas, regimentos e políticas, provenientes dos controles internos.

A auditoria interna pretende medir o nível de segurança dos controles internos existentes na empresa e, na constatação da ineficiência destes, sugerir melhorias ou indicar inconformidades (Portal Administradores, 2014).

Crepaldi (2010) explana que para que a auditoria interna funcione adequadamente dentro da organização, a mesma deve possuir uma política interna muito bem definida. O auditor deve ter livre acesso a todo e qualquer registro da empresa, pertinente ao seu trabalho. O auditor interno deve sentir-se confortável para examinar planos, diretrizes, registros e processos.

Almeida (2008) elucida o auditor interno, como peça fundamental ao bom andamento empresarial e julga sua existência como tão importante quando a gestão e presidência, pois é este profissional e a prática da auditoria que irá amparar no planejamento estratégico empresarial.

Dentro da organização, apesar de desempenhar uma função mais próxima a de um assessor do que a de um colaborador, o auditor interno tem algumas responsabilidades, como imparcialidade, ética e incumbência de informar seja qual for o tipo de incompatibilidade ou inconformidade das informações e registros auditados.

Além disso, Almeida (2008) destaca a posição da auditoria interna na estrutura organizacional de uma empresa.

Figura1: Estrutura Organizacional

Fonte: ALMEIDA, 2008, p.30.

Attie (2011) aponta que a profissão de auditoria requer obediência aos princípios éticos da profissão, que se sustentam em: integridade, independência, eficiência e confidencialidade. O Conselho Federal de Contabilidade (CFC) prevê, dentre suas Normas Brasileiras de Contabilidade (NBC), a NBC PI 01 (Normas Profissionais do Auditor Interno); e a NBC TI 01 (Auditoria Interna). Esta última, instituída pela Resolução CFC nº 986/03 que resolve, basicamente, que a atividade da auditoria interna está estruturada em processos, com enfoque

objetivo disciplinado aos controles implantados e tem por objetivo agregar valor ao resultado da empresa, contribuindo para a melhoria contínua, por meio da indução de soluções para as não-conformidades apontadas em seus relatórios.

      1. Papéis de Trabalho

A auditoria interna possui uma forma própria de ser exposta. Os papéis de trabalho são documentações elaboradas em meio físico ou eletrônico e arquivadas de forma organizada. Neles estão registrados as informações, provas e os fatos ocorridos durante o trabalho da auditoria. Devem abranger e detalhar os fatos de forma suficiente para propiciarem a compreensão total do planejamento, processos e técnicas aplicadas pela auditoria interna. Todo documento ou relatório anexado aos papéis de trabalho deve ser íntegro e autêntico, impreterivelmente.

      1. Fraude e Erros

No âmbito da auditoria interna, estes dois termos são bastante notórios: Conforme a resolução 986/03, CFC, o termo ‘fraude’ se aplica ao ato proposital de omissão, manipulação de fatos, adulteração de registros, documentos e demonstrações contábeis, por meio físico ou via sistema, ou seja, quando houve a intenção de tal ato. Em contrapartida, ‘erro’ é o nome que se dá ao ato não premeditado, desconhecimento, desatenção ou má interpretação na elaboração das informações, bem como de outras transações da organização, seja em meios físicos ou monetários.

A auditoria interna assessora a administração da empresa no trabalho de prevenção às fraudes e erros, sendo um dever incontestável noticiá-la, sempre por escrito, de maneira reservada e formal, sobre quaisquer prenúncios ou até mesmo confirmações de irregularidades observadas no decorrer da lide. Quem determina se efetivamente aconteceu um erro, ou uma fraude, é o auditor interno, após planejar a auditoria e analisar os fatos.

  1. Planejamento da Auditoria Interna

Além de abordar aspectos teóricos e conceituais, a NBC TI 01, da Auditoria Interna, instituída pela resolução do CFC 986/03, também delibera sobre o planejamento do trabalho da auditoria interna e dá algumas diretrizes que a entidade deve seguir para que as análises sejam validadas corretamente. O planejamento de auditoria precisa levar em consideração os fatores relevantes, tais como:

  1. o conhecimento detalhado da política empresarial, gestão dos riscos, atividades operacionais, sistema contábil e sistema de controles internos daentidade;

  2. o tipo, a razão e dimensão dos procedimentos de auditoria interna a serem aplicados naquela empresa, bem como a existência de entidades associadas, filiais, ou outras partes que devam participar da auditoria e se isto vai ou não requerer o trabalho deespecialistas;

  3. os riscos de auditoria, seja pelo volume ou pela complexidade das informações a seremauditadas;

  4. o histórico de auditorias passadas e as expectativas por parte da administração em relação aos auditoresinternos;

  5. clareza da missão e dos objetivos daempresa.

O planejamento deve ser documentado e os programas de trabalho devem ser estruturados de maneira formal, clara e objetiva, para servirem como guia e meio de controle de execução do trabalho, devendo ser revisados e atualizados constantemente.

    1. Riscos e Procedimentos da Auditoria Interna

O ensaio dos riscos deve ser verificado ainda na fase de planejamento dos trabalhos e alguns pontos devem ser reparados, dentre eles o conhecimento e compreensão de eventuais limitações ao processo de auditoria e a responsabilidade do auditor interno no caso do uso dos serviços de especialistas.

No que se refere aos procedimentos da auditoria interna, a resolução CFC nº 986/03, desvenda que são exames e investigações, inclusos testes de observância e testes substantivos, que possibilitem ao auditor interno fundamentar suas conclusões à administração da empresa.

Os testes de observância citados pretendem assegurar que os controles internos estabelecidos estão funcionando efetivamente, e podem ser praticados com inspeção de documentos, registros, observação da execução dos processos e também investigação de informações, dentro ou fora da entidade. Já os testes substantivos procuram evidenciar a exatidão e validade dos dados produzidos pelos processos e controles da empresa.

    1. Obtenção de dados

A obtenção das informações deve observar postos importantes, tal a relevância e utilidade daquela averiguação, o tempo empreendido, os resultados vislumbrados, entre outros. Quando aplicável, deve ser considerado acatamento dos Princípios Fundamentais de Contabilidade, legislação tributária, trabalhista e societária, e a qualquer outra normatização a que estiver sujeita a entidade.

Os dados obtidos pela auditoria interna recebem o nome de ‘evidências’. As evidências devem ser suficientes, úteis, fidedignas e relevantes e úteis, pois embasam as conclusões dos auditores internos e o processo deve ser supervisionado para assegurar de que o objetivo do trabalho da auditoria interna será atingido.

    1. O Relatório de Auditoria Interna

O relatório de auditoria interna é o documento formal pelo qual os auditores apresentam o resultado dos seus trabalhos. A resolução CFC 986/03 prevê que o relatório da auditoria interna precisa trazer aspectos como: o objetivo, a extensão do trabalho realizado, a metodologia utilizada, os principais procedimentos adotados; limitações, caso haja, descrição dos fatos e evidências encontradas, os riscos ligados aos fatos constatados e as conclusões provenientes das análises feitas. É possível a emissão de relatório parcial, para casos que requerem providências imediatas da administração e que não podem aguardar o final dos exames.

O relatório de auditoria interna deve conter as conclusões, providências e recomendações reportadas à administração da entidade, e redigido de forma imparcial, objetiva e clara. (resolução CFC 986/03).

  1. Controles Internos

O termo ‘controle’ surgiu por volta do século XVII, mas com o significado de ‘cópia de uma relação de contas’, conforme explica Migliavacca (2004, p.17), que também traz sua definição sobre controle interno:

Controle interno define-se como o planejamento organizacional e todos os métodos e procedimentos adotados dentro de uma empresa, a fim de salvaguardar seus ativos, verificar a adequação e o suporte dos dados contábeis, promover a eficiência operacional e encorajar às políticas definidas pela direção. (MIGLIAVACCA, 2004, p. 17)

 

Controles internos são, em tese, os processos adotados pela organização para garantir e verificar a veracidade das informações geradas e para que possa existir acompanhamento constante das operações financeiras e contábeis. Os controles internos podem apresentar-se através de manuais elaborados pela própria equipe, desde que compreenda todos os métodos internos e estabeleça uma rotina, para que haja oportunidade de consultas futuras.

Os controles internos monitoram, por meio de testes regulares, áreas chave da empresa, a fim de evitar situações de fraude, desfalques e desvios (Crepaldi, 2010).

Crepaldi (2010), ainda salienta que o termo controle interno é diferente de auditoria interna. A auditoria é um trabalho realizado por uma pessoa ou departamento especializado e de confiança dentro da empresa, de forma organizada e contínua, enquanto os controles internos são os procedimentos adotados para monitorar diferentes setores da empresa. Estes controles podem dosar a rotina de trabalho em determinado setor: quanto maior o controle, mais segurança para execução das tarefas; quanto menor o controle, mais cuidado na execução deverá ser despendido.

Almeida (2008) explica que, um controle interno bem estabelecido, assegura a veracidade das informações contábeis e não contábeis, o que garante a proteção do patrimônio da empresa.

Nesta linha, Attie (2011) sintetiza que um sistema de controle interno bem elaborado, pode englobar vários segmentos, como orçamento, custos, estatística, auditoria interna e qualidade e salienta também que, para obter controles internos eficientes, além de um bom sistema, é necessário que a empresa conte com profissionais capacitados e bem treinados, que estejam envolvidos com todas as atividades que a empresa desempenha. Além de muito bem instruído, o profissional de auditoria precisa, indispensavelmente ser ético e imparcial, devido às fraudes e casos de corrupção que a sociedade enfrenta. O auditor possui uma atribuição muito relevante, já que defende os interesses do coletivo e persegue as inconformidades que possam existir no processo.

  1. Auditoria na Contabilidade

A Auditoria está intimamente ligada á ciência contábil. Por mais que um processo de auditoria possa se aplicar às mais diferentes áreas de conhecimento, na esfera contábil, ela ocupa um papel de destaque, por que é o processo de auditoria que valida informações geradas contabilmente.

Devido à globalização e aos avanços tecnológicos que o mundo vem passando desde a Revolução industrial, o trabalho fidedigno que a auditoria propicia é indispensável dentro de uma empresa.

Dentro do ramo da contabilidade, um dos principais objetivos da auditoria é detectar fraudes e erros. Para Santos (2006) é através da auditoria contábil, que se pode fazer a verificação das contas da empresa, a fim de definir seu posicionamento financeiro e o impacto nas demonstrações contábeis, para que o parecer à gerencia seja fidedigno. Compete também á auditoria, a determinação de lucro ou prejuízo, custos do estoque e é claro, a correção e prevenção de fraudes e erros.

Franco e Marra (1992) concluem que a auditoria é um dos meios que a Contabilidade possui para solidificar suas demonstrações. A Contabilidade tem por objeto o patrimônio e neste caso, a auditoria visa confirmar a fidedignidade deste patrimônio, portanto, a auditoria vem para auxiliar, valorizar e dar credibilidade aos registros e escriturações contábeis. Salientam também que, se por um lado a auditoria auxilia a administração da empresa, por outro, acaba por também fiscalizar essa mesma administração, no que tange a possíveis omissões, erros ou fraudes. O ato de auditar na contabilidade vai além de confirmar aos fatos contábeis, mas julga também a moralidade do que está sendo praticado dentro da organização. Esta fiscalização que a auditoria realiza sobre os registros contábeis, é de vital importância e traz benefícios para a rotina de trabalho da empresa, dentre eles o fato de o colaborador que executa as escriturações e registros o fazer com mais atenção e tenacidade, pois sabe que seu trabalho vai ser examinado minuciosamente pelo auditor e teme que os possíveis erros sejam reportados aos seus superiores: e a segurança da administração quanto à realidade dos registros na hora de prestar contas ao fisco.

Congruente com as pesquisas realizadas para elaboração deste trabalho, a importância da auditoria interna está se tornando cada vez mais forte no cenário empresarial, seja para fiscalizar algum ponto em que haja discrepância, ou mesmo para acompanhar os processos e testar a eficácia dos controles internos.

O relatório de auditoria, depois de planejado e executado, tem condições necessárias de refletir todo o cenário das demonstrações contábeis da organização, e desta forma, auxiliar a administração da mesma. Com as análises dos fatos, informações, demonstrações e documentos, o profissional de auditoria interna, pode emitir um parecer fidedigno e imparcial, que além de estratégico para a gestão da empresa, tem o papel de prevenir e sanar erros, sejam estes operacionais, técnicos, de interpretação ou gestão e também, coibir fraudes que possivelmente apresentem-se na esfera auditada.

Após este estudo, é evidente a importância da auditoria interna, juntamente com controles internos efetivos. Sua implantação é capaz de beneficiar todos os setores da empresa, seja ela de pequeno, médio ou grande porte. No quadro atual de competitividade do mercado, quem tiver mais preparo, controle e organização, estará sempre á frente do seu tempo.

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