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Custo Brasil nos produtos de consumo

É comum ficarmos indignados quando compramos algo aqui no Brasil, e que em outros países custam à metade do preço ou até menos. Mas por que no Brasil tudo é tão caro? Saiba alguns fatores que ajudam nesse quesito.

18/05/2020 10:05:01

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Custo Brasil nos produtos de consumo

É comum ficarmos indignados quando compramos algo aqui no Brasil, e que em outros países custam à metade do preço ou até menos. Mas por que no Brasil tudo é tão caro?

Começamos com a nossa infraestrutura precária, onde o Brasil durante toda a sua história focou apenas em investimentos de infraestrutura no modal rodoviário, mesmo com essa concentração, temos rodovias, estradas e ruas em péssimas condições, resultando no aumento dos fretes, alto custo de manutenção de veículos e os altos preços dos combustíveis.

O segundo fator é a burocracia, com tantas etapas, custos para legalizações e adequação das empresas com as normas das agências reguladoras, as empresas acabam repassando esses valores para preço final do produto. Com isso, várias empresas estrangeiras e nacionais queiram auferir lucros cada vez mais altos e com retorno instantâneo.

A terceira é a mais importante, é a tributação sobre consumo, onde, o estado ver a possibilidade de arrecadação de recursos financeiros mais rápidos, resultando um aumento significativo no valor do produto final. Então, quando compramos um carro, estamos pagando um preço absurdo, porque a indústria automobilística foi tributada na compra de todos seus componentes para efetuar a construção do carro, seus fornecedores foram tributados na fabricação das peças, e como também os fornecedores de matéria-prima. Desta forma a cadeia de tributação se inicia na fabricação de um simples parafuso, até a entrega do carro ao consumidor final, ocorrendo uma tributação em cadeia, que é super prejudicial na composição do preço do produto final.

Por fim, para reduzir os preços, o governo precisaria reduzir e simplificar os impostos, diminuir a burocracia que fazem as empresas chegarem a 20% de custos operacionais e aumentar os investimentos em outros modais de transporte, criando opções de escolhas, onde as empresas optariam pela mais viável financeiramente. Com isso, existiria uma competição mais ampla entre as empresas, com os preços sendo estabelecidos pelo mercado e não pelo estado.

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