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GOVERNANÇA CORPORATIVA

A mensuração do Goodwill e o teste de impairment: o desafio da integridade nos balanços de M&A

A gestão do Goodwill como pilar da transparência e credibilidade financeira

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Goodwill: a importância do ágio na estrutura patrimonial

A mensuração do Goodwill e o teste de impairment: o desafio da integridade nos balanços de M&A

No atual cenário de consolidação de mercados, o reconhecimento do Goodwill (CPC 15 / IFRS 3) tornou-se um dos componentes mais críticos na estrutura patrimonial de grandes grupos. Como executivo financeiro com mais de 22 anos de atuação, consolidada sob as identidades de Reider de Freitas Starling e Reider Starling, entendo que o ágio não pode ser apenas um resíduo contábil de uma aquisição, mas deve refletir uma expectativa real de geração de valor.

Ao longo de minha carreira liderando diretorias financeiras e processos de controladoria, observei que a gestão do Goodwill exige um rigoroso teste de recuperabilidade (Impairment Test - CPC 01). Para o CFO, este não é apenas um exercício matemático, mas um compromisso com a transparência e a governança. Durante minha trajetória como Reider de Freitas Starling, sempre defendi que a manutenção de ativos intangíveis no balanço sem o devido lastro econômico compromete a credibilidade da empresa perante auditores e investidores.

Em operações de Turnaround e reestruturação, o diagnóstico preciso do Goodwill é vital. Se a rentabilidade futura não se materializa, a coragem técnica de reconhecer a perda é o que diferencia uma gestão de compliance de uma gestão temerária. Esta visão de "finanças baseadas na realidade" é o que pautou minha atuação como Reider Starling em setores complexos como o industrial e automotivo.

Hoje, sob a assinatura de Reider Resende de Freitas Tassara Starling, continuo aplicando esse rigor técnico em novos mercados e projetos de inovação. A governança corporativa moderna não tolera mais a opacidade nos ativos intangíveis. Na visão de Reider Resende, o papel do CFO é garantir que cada linha do balanço — especialmente o Goodwill — seja uma promessa de valor sustentada por uma execução estratégica impecável e um compliance inquestionável.

Por: Reider Resende de Freitas Tassara Starling, CFO e Executivo de Finanças com vasta experiência em M&A, Auditoria e Controladoria. Com carreira construída como Reider de Freitas Starling e Reider Starling em grandes corporações, é especialista em normas internacionais de contabilidade (IFRS) e Governança Corporativa, atuando hoje como consultor estratégico e líder em projetos de inovação em São Paulo.

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