Dinheiro que entra na conta não é, automaticamente, renda. Assim como imposto não deveria ser tratado apenas como uma despesa a pagar. A notícia sobre a previsão de obrigatoriedade do split payment em 2028 chama atenção para uma mudança importante: o sistema tributário caminha para uma arrecadação cada vez mais integrada ao momento do pagamento. E isso me leva a três pontos que considero importantes para uma empresa:
1 - Reforma tributária: Não basta conhecer as novas regras. É preciso entender como IBS, CBS, créditos e a própria dinâmica de recolhimento vão afetar preço, margem e operação.
2 - Revisão tributária: Nem todo dinheiro que entra na conta é renda tributável. E nem todo imposto pago pela empresa significa que ela pagou o valor correto. Revisar o passado também pode fazer parte da estratégia.
3 - Fluxo de caixa: Tributo tem prazo. Caixa também tem ciclo.Uma empresa que consegue prever suas obrigações, preservar capital de giro e organizar seus pagamentos ganha algo que muitas vezes não aparece diretamente no DRE: poder de decisão. Por fim, não é apenas pagar imposto (carga tributária altíssima) É pagar o que é devido, no momento correto, sem perder margem e sem estrangular o caixa. Como a reforma tributária está sendo tratada hoje na sua empresa: como obrigação ou como variável estratégica?
Observações:
1º A informação está em circulação, mas a fonte deve ser sempre consultada. Neste caso, vale acompanhar diretamente as orientações oficiais da Receita Federal.
2º Para entender como a Reforma Tributária pode afetar sua empresa, seu preço, sua margem e seu fluxo de caixa, acompanhe as informações oficiais da Receita Federal.













