Summit Contabilidade
Iniciante DIVISÃO 1 , Contador(a)Colegas, tudo bem?
Estou com um cliente (Simples Nacional) que não faz a separação entre pessoa física e jurídica, e gostaria de ouvir opiniões sobre a melhor forma de tratamento contábil nesse caso.
A situação é a seguinte:
- O cliente paga diversas despesas da empresa utilizando sua conta bancária pessoal (PF);
- Quando há entrada de receita na conta bancária da empresa (PJ), ele costuma transferir praticamente todo o valor para sua conta pessoal;
- Há definição formal de pró-labore, porém não com efeito em caixa, visto que tudo que entra na conta PJ o cliente já manda diretamente para conta PF.
- Não há controle claro de distribuição de lucros, pois no final do período tem prejuízo.
- As movimentações ocorrem de forma recorrente ao longo do período.
Diante disso, pensei em controlar tudo por meio de uma conta corrente de sócio (empréstimos/adiantamentos), mas surgiram algumas dúvidas:
- Vocês tratariam todas as saídas para PF como adiantamento ao sócio até posterior definição (lucro ou pró-labore)?
- No caso das despesas pagas com recursos pessoais, lançariam diretamente como obrigação com sócio?
- Como vocês costumam proceder na regularização posterior dessas movimentações? (ex: compensação com lucros, ajuste como pró-labore, etc.)
- Em termos fiscais, vocês veem algum risco relevante nesse tipo de prática recorrente?
Se puderem compartilhar como tratam casos semelhantes na prática do escritório, agradeço bastante.
Obrigada!
