Junior Garcia
Iniciante DIVISÃO 1 , Contador(a)Pessoal, bom dia. Situação real de um cliente aqui do escritório (Ponta Grossa/PR) que atende afiliado digital, e que ainda não vi discutida por aqui: comissão paga por plataforma sem sede no Brasil, em moeda estrangeira, com a variação cambial entre o fechamento do relatório e o crédito efetivo na conta.
O cliente recebe o relatório de repasse em dólar convertido pela plataforma, mas o valor que realmente cai na conta (já em real, via a instituição de pagamento internacional) varia um pouco em relação ao que foi calculado no relatório — às vezes pra mais, às vezes pra menos, dependendo do câmbio do dia da liquidação.
Três coisas que gostaria de trocar ideia com quem já lida com isso:
1. Essa diferença cambial vocês tratam como parte da receita operacional (entra na base do PGDAS-D junto com a comissão) ou como resultado financeiro à parte, fora da base de cálculo?
2. Tem algum limite de valor a partir do qual vale a pena orientar o cliente a formalizar contrato de câmbio, ou na prática, pra pessoa jurídica pequena recebendo em plataforma de pagamento internacional (tipo as que a Shopee/afiliados usam), isso não costuma aparecer?
3. Já vi orientação equivocada de colega presumindo automaticamente algum benefício de acordo internacional de bitributação só porque o pagador é estrangeiro — sem checar se há tratado com aquele país nem as condições dele. Vocês confirmam isso caso a caso antes de orientar, ou é raro esse tipo de situação aparecer pra cliente pequeno?
Obrigado desde já!
Junior Garcia, contador da Garcia Contabilidade
