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CONVENÇÃO COLETIVA SEAAC SOROCABA 2026

Amanda Cristine villega

Amanda Cristine Villega

Iniciante DIVISÃO 1 , Analista Recursos Humanos
há 1 semana Terça-Feira | 6 outubro 2026 | 22:43

 rejeitaram oficialmente a última proposta patronal apresentada pelo SESCON-SP. Diante do impasse, as entidades sindicais decidiram recorrer ao Tribunal Regional do Trabalho (TRT) por meio de uma Reclamação Pré-Processual para buscar uma mediação judicial.
aguardar que o tribunal agende a audiência de conciliação. Enquanto isso, profissionais de escritórios contábeis em Sorocaba seguem aguardando o desfecho oficial

Jaqueline L. Nascimento Gonçalves

Jaqueline L. Nascimento Gonçalves

Bronze DIVISÃO 1 , Analista Fiscal
há 6 dias Quarta-Feira | 7 outubro 2026 | 13:15

Boa tarde!
As negociações estão impactadas nessas três questões, razões pelas quais ainda não foi assinada a convenção coletiva de trabalho 2026/2027 e após essa terceira provocação do SESCON, o SEAAC submeteu o processo a mediação no Tribunal Regional do Trabalho – TRT de São Paulo, através de Reclamação Pré Processual, com audiência ainda a ser designada pelo órgão mediador.
Sendo assim sem previsão.
Que triste o descaso com a categoria!

DPFATO CONTABILIDADES

Dpfato Contabilidades

Iniciante DIVISÃO 1 , Assistente Depto. Pessoal
há 6 dias Quarta-Feira | 7 outubro 2026 | 14:37

Em contato hoje com o sindicato

Olá, boa tarde, ainda não saiu nossas CCTs ainda estão em fase de negociação com os sindicatos Laborais junto ao Patronal, ainda não temos informações de como está o procedimento, e não foi informado uma previsão para finalização, ainda essa semana vamos  emitir mais um comunicado a respeito das negociações.

SIDNEY   ANDRADE

Sidney Andrade

Iniciante DIVISÃO 1 , Analista Fiscal
há 4 dias Sexta-Feira | 9 outubro 2026 | 08:52

ALORIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA CONTABILIDADENós, trabalhadores da área contábil, estamos exaustos e sobrecarregados.
Enfrentamos altas jornadas de trabalho, grandes demandas por parte dos tomadores de serviços e uma legislação que muda praticamente todos os dias. Precisamos lidar com tudo isso, muitas vezes sozinhos e sob constante pressão, e quase nunca somos devidamente valorizados.
Um curso de Contabilidade em São Paulo pode custar entre R$ 900 e R$ 3.300, enquanto uma pós-graduação pode chegar a R$ 2.500 mensais. Apesar de toda essa exigência de qualificação, os salários oferecidos no mercado não são compatíveis com a responsabilidade, a formação e as exigências da profissão.
Enquanto isso, os honorários cobrados pelos escritórios e empresas são elevados, mas essa realidade não se reflete na remuneração dos trabalhadores.
Essa conta não fecha.
O salário, muitas vezes, não é suficiente nem sequer para pagar uma sessão de terapia que o profissional necessita devido ao estresse e à pressão da rotina. Muitos profissionais estão enfrentando burnout, ansiedade e outros problemas relacionados ao excesso de trabalho e à falta de valorização.
Também precisamos de uma atuação mais efetiva do sindicato. Quando precisamos de apoio, muitas vezes não somos atendidos de forma adequada.
É necessário que os sindicatos também fiscalizem os escritórios que maltratam seus funcionários, desrespeitam direitos trabalhistas e praticam irregularidades.
O VALE-ALIMENTAÇÃO PRECISA SER DIGNONas regiões onde muitas empresas estão localizadas, o custo de vida é alto e o atual valor do vale-alimentação não é suficiente para garantir uma alimentação digna.
Muitas vezes, o trabalhador não consegue utilizar o benefício para fazer uma compra adequada para sua família e nem mesmo para realizar uma refeição completa durante o dia de trabalho.
Como um ser humano deve se alimentar adequadamente com um valor que não acompanha o custo real dos alimentos?
O trabalhador precisa se alimentar, ter condições de cuidar de sua família e manter sua saúde física e mental. Alimentação não é luxo. É uma necessidade básica.
Por isso, reivindicamos um vale-alimentação minimo de R$ 41,00 por dia, valor mais compatível com o custo atual de uma alimentação digna.
Não queremos apenas sobreviver com o nosso salário. Queremos viver com dignidade, alimentar nossas famílias e ter condições de trabalhar sem colocar nossa saúde em risco.
NOSSAS REIVINDICAÇÕESNeste ano, reivindicamos:
7% de reajuste salarial (dissídio);R$ 41,00 minimo de vale-alimentação por dia;Convênio médico obrigatório;Maior atuação e fiscalização do sindicato;Fiscalização dos escritórios que desrespeitam e maltratam seus funcionários;Melhores condições de trabalho e respeito aos profissionais da contabilidade.Não estamos pedindo privilégios. Estamos reivindicando dignidade, respeito, melhores condições de trabalho e uma remuneração justa e compatível com a responsabilidade da profissão contábil.
A classe contábil merece ser valorizada!
Queremos trabalhar com dignidade, receber um salário justo, ter uma alimentação adequada e voltar para nossas famílias com saúde.

Jaqueline L. Nascimento Gonçalves

Jaqueline L. Nascimento Gonçalves

Bronze DIVISÃO 1 , Analista Fiscal
há 4 dias Sexta-Feira | 9 outubro 2026 | 13:20

NEGOCIAÇÕES COLETIVAS 2026/2027:
SESCON-SP ESCLARECE AVANÇOS E ORIENTA EMPRESAS DAS BASES AINDA SEM ACORDO

O Sescon-SP informa que firmou as Convenções Coletivas de Trabalho 2026/2027, até o momento, com quatro sindicatos laborais: os SEAACs de Guarulhos, Presidente Prudente, Sorocaba e São José dos Campos.
Outros cinco sindicatos devem assinar os instrumentos ao longo do dia de hoje. Contudo, ainda não houve acordo nas negociações com a FEAAC e o EAA-SP.
Para essas bases, a entidade aguarda os trâmites judiciais e orienta as empresas sobre como proceder neste período.  
Esforço para construir melhorias econômicas e sociais

Ao longo das negociações, o Sescon-SP e as empresas representadas buscaram oferecer condições que vão além da reposição da inflação, conciliando a valorização dos profissionais com a capacidade das empresas de assumir compromissos e preservar empregos.

As condições que permitiram os acordos já firmados contemplam reajuste salarial de 5% para salários até R$ 16.951,00, acima do INPC de 4,10% do período, e acréscimo de R$ 847,55, mais livre negociação, para salários acima de R$ 16.951,00.

Os pisos passaram a ser de R$ 2.110,68 na primeira faixa, com reajuste de 6,60%, e R$ 2.228,00 na segunda faixa, com reajuste de 6,10%, ambos com aumentos superiores à inflação.

Os avanços incluem reajustes de 6,45% no vale-refeição (R$ 33,00 por dia trabalhado), 5,60% no adicional de permanência, 4,32% no auxílio-creche e 4,60% no abono especial, além da atualização do seguro de vida e da complementação previdenciária.

A preocupação com os trabalhadores também se expressa nas melhorias sociais, como a ampliação do direito ao abono especial para empregados que pedirem demissão, observados os requisitos previstos, e a concessão de 24 horas adicionais de ausência remunerada por semestre para acompanhamento de filhos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) em consultas, terapias ou internações.

Avanços que mostram o esforço das empresas para atender às necessidades dos profissionais, inclusive no apoio às suas famílias.
Valorização gradual e contínua
O Sescon-SP defende a construção de melhorias graduais, ano a ano, para que os ganhos econômicos e sociais sejam sustentáveis e possam continuar avançando.

O acompanhamento de outras convenções coletivas firmadas no setor de serviços do Estado de São Paulo em 2026 aponta que os índices apresentados pela entidade estão acima da média observada.

Os acordos concluídos demonstram que foi possível construir entendimento em torno dessas condições, com diálogo e responsabilidade das partes.  

Orientação às empresas das bases ainda sem acordo

Enquanto aguardam a definição judicial, o Sescon-SP recomenda que as empresas, se entenderem necessário, antecipem o reajuste salarial com a aplicação do INPC de 4,10%, referente ao acumulado no período da data-base de 1º de agosto, conforme o entendimento majoritário do TST nos dissídios coletivos.

Embora esse seja o entendimento majoritário do TST, o Judiciário poderá determinar a aplicação de um índice superior ao INPC. Por isso, caso a empresa opte pela antecipação de 4,10%, o Sescon-SP recomenda que faça um provisionamento para cobrir eventual diferença entre o percentual antecipado e o que vier a ser fixado judicialmente, mantendo essa provisão até o trânsito em julgado do dissídio coletivo.

Essa orientação se destina exclusivamente às empresas abrangidas pelas negociações ainda pendentes. As empresas das bases com convenções já firmadas devem observar os respectivos instrumentos.

O Sescon-SP continuará acompanhando os trâmites judiciais e comunicará aos representados as novas definições e orientações.

SIDNEY   ANDRADE

Sidney Andrade

Iniciante DIVISÃO 1 , Analista Fiscal
há 4 dias Sexta-Feira | 9 outubro 2026 | 13:44

VALORIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA CONTABILIDADE Nós, trabalhadores da área contábil, estamos exaustos e sobrecarregados.
Enfrentamos altas jornadas de trabalho, grandes demandas por parte dos tomadores de serviços e uma legislação que muda praticamente todos os dias. Precisamos lidar com tudo isso, muitas vezes sozinhos e sob constante pressão, e quase nunca somos devidamente valorizados.
Um curso de Contabilidade em São Paulo pode custar entre R$ 900 e R$ 3.300, enquanto uma pós-graduação pode chegar a R$ 2.500 mensais. Apesar de toda essa exigência de qualificação, os salários oferecidos no mercado não são compatíveis com a responsabilidade, a formação e as exigências da profissão.
Enquanto isso, os honorários cobrados pelos escritórios e empresas são elevados, mas essa realidade não se reflete na remuneração dos trabalhadores.
Essa conta não fecha.
O salário, muitas vezes, não é suficiente nem sequer para pagar uma sessão de terapia que o profissional necessita devido ao estresse e à pressão da rotina. Muitos profissionais estão enfrentando burnout, ansiedade e outros problemas relacionados ao excesso de trabalho e à falta de valorização.
Também precisamos de uma atuação mais efetiva do sindicato. Quando precisamos de apoio, muitas vezes não somos atendidos de forma adequada.
É necessário que os sindicatos também fiscalizem os escritórios que maltratam seus funcionários, desrespeitam direitos trabalhistas e praticam irregularidades.
O VALE-ALIMENTAÇÃO PRECISA SER DIGNONas regiões onde muitas empresas estão localizadas, o custo de vida é alto e o atual valor do vale-alimentação não é suficiente para garantir uma alimentação digna.
Muitas vezes, o trabalhador não consegue utilizar o benefício para fazer uma compra adequada para sua família e nem mesmo para realizar uma refeição completa durante o dia de trabalho.
Como um ser humano deve se alimentar adequadamente com um valor que não acompanha o custo real dos alimentos?
O trabalhador precisa se alimentar, ter condições de cuidar de sua família e manter sua saúde física e mental. Alimentação não é luxo. É uma necessidade básica.
Por isso, reivindicamos um vale-alimentação minimo de R$ 41,00 por dia, valor mais compatível com o custo atual de uma alimentação digna.
Não queremos apenas sobreviver com o nosso salário. Queremos viver com dignidade, alimentar nossas famílias e ter condições de trabalhar sem colocar nossa saúde em risco.
NOSSAS REIVINDICAÇÕESNeste ano, reivindicamos:
7% de reajuste salarial (dissídio);R$ 41,00 minimo de vale-alimentação por dia;Convênio médico obrigatório;Maior atuação e fiscalização do sindicato;Fiscalização dos escritórios que desrespeitam e maltratam seus funcionários;Melhores condições de trabalho e respeito aos profissionais da contabilidade.Não estamos pedindo privilégios. Estamos reivindicando dignidade, respeito, melhores condições de trabalho e uma remuneração justa e compatível com a responsabilidade da profissão contábil.
A classe contábil merece ser valorizada!
Queremos trabalhar com dignidade, receber um salário justo, ter uma alimentação adequada e voltar para nossas famílias com saúde.

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