Fabrício Ferreira
Iniciante DIVISÃO 1 , Supervisor(a) AdministrativoPrezados,
Gostaria de compartilhar uma dúvida prática e ouvir como as empresas têm tratado, no dia a dia, operações envolvendo NFCom (modelo 62) em conjunto com NFS-e no mesmo contrato.
Cenário:
Empresas de telecom vêm emitindo a NFCom com o valor total da fatura, incluindo serviços de comunicação (SCM) e também outros itens, como suporte técnico (AllService) e locação de equipamentos. Paralelamente, esses serviços não comunicacionais são formalizados por meio de NFS-e próprias, com incidência de ISS.
Do ponto de vista do tomador/contratante, surge a seguinte questão:
(*) Como estão tratando a escrituração fiscal e contábil da NFCom, considerando que os valores das NFS-e também constam dentro da NFCom?
Especificamente:
Estão escriturando a NFCom pelo valor total da fatura?
Estão realizando segregação dos itens não comunicacionais para evitar duplicidade com as NFS-e?
Há algum entendimento consolidado de auditoria ou orientação de consultorias sobre esse ponto?
A ideia é entender qual prática tem sido adotada no mercado, especialmente diante das discussões sobre consistência documental e possíveis impactos em cruzamentos fiscais futuros.
Agradeço desde já pelas contribuições.
