Igor Almeida da Silva
Prata DIVISÃO 1 , Administrador(a)Bom dia, pessoal.
Gostaria de ouvir a opinião de quem já está trabalhando diretamente com a implantação da Reforma Tributária.
Tenho um grupo econômico composto por duas empresas, ambas optantes pelo Simples Nacional.
Empresa A
Comércio eletrônico.
Faturamento aproximado de R$ 100 mil/mês.
Aproximadamente 99% das vendas para consumidor final (B2C).
Sem funcionários.
Empresa B
Indústria de confecção.
Faturamento aproximado de R$ 100 mil/mês.
Cerca de 10 funcionários.
Vende parte da produção para a Empresa A, alguns poucos clientes PJ e também consumidor final.
Está muito abaixo do limite de faturamento do Simples Nacional.
Recebi a orientação de contratar uma consultoria específica para a Reforma Tributária. Antes de tomar qualquer decisão, gostaria de entender como os colegas que atuam na área enxergam um caso como esse.
Minhas dúvidas são:
Pelo perfil descrito, qual seria a tendência técnica para cada empresa? Permanecer no Simples Nacional com IBS/CBS dentro do DAS costuma ser o caminho mais provável ou esse perfil normalmente justifica outro enquadramento?
Para uma operação desse porte, a adequação à Reforma Tributária normalmente é conduzida pelo próprio escritório de contabilidade ou costuma exigir uma consultoria tributária especializada?
Na prática, onde vocês entendem que termina a responsabilidade da contabilidade e começa a necessidade de uma consultoria externa?
Em um caso como esse, um diagnóstico tributário com simulações costuma ser suficiente ou faz sentido um projeto de acompanhamento por aproximadamente 12 meses?
Se vocês fossem responsáveis por esse grupo econômico, quais seriam os principais pontos que analisariam antes de recomendar qualquer mudança de regime?
Não estou procurando indicação de empresas nem discutindo preços. Meu objetivo é entender, tecnicamente, qual é a prática que profissionais da área têm adotado para clientes com um perfil semelhante.
Agradeço desde já a quem puder compartilhar sua experiência.
