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Receita vai acabar com cartão do CPF no 2º semestre

]i[Novos contribuintes inscritos não receberão o cartão azul; implantação do cadastro on-line está prevista

15/06/2010 00:00:00

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]i[Novos contribuintes inscritos não receberão o cartão azul; implantação do cadastro on-line está prevista para agosto

Ainda será preciso ir à Caixa, ao BB ou aos Correios para tirar o CPF; cartões atuais continuam valendo

A Receita Federal vai acabar com o cartão do CPF (Cadastro de Pessoas Físicas). Quem se inscrever no segundo semestre já não receberá mais o cartão azul.

A mudança virá com a implementação do CPF on-line, prevista para agosto. O contribuinte continuará tendo de ir à Caixa Econômica Federal, ao Banco do Brasil ou aos Correios para tirar o CPF, mas já sairá da agência com o número e um comprovante.

Atualmente, ele só recebe o cartão com o número em sete dias úteis.

"Os cartões atuais continuarão valendo. Hoje já é muito difícil alguém ter de mostrar o cartão. Você já tem o número em outros documentos, como a carteira de motorista", afirma a coordenadora-geral de atendimento e educação fiscal da Receita, Maria Helena Cardozo.

Quem quiser ter o CPF em papel poderá imprimi-lo no site da Receita, após a inscrição. Isso valerá também para quem precisar da segunda via, o que acaba com a necessidade de pagamento para receber o segundo cartão.

O valor para se inscrever no cadastro continuará R$ 5,50. O prazo para a entrada em operação do CPF on-line já foi adiado ao menos duas vezes: as previsões anteriores eram de implementação em fevereiro e junho.

Segundo a Receita, isso ocorreu porque ainda são necessários ajustes nos sistemas de informática do órgão e dos bancos.

Em um segundo momento, ainda sem data prevista, a ideia é que o cadastro seja feito diretamente pelo contribuinte no site da Receita.

De acordo com a Receita, atualmente são feitas 500 mil inscrições no cadastro por mês e mais de 180 milhões estão na base do órgão, número que inclui CPFs de pessoas que já morreram.

Fonte: Folha de S. Paulo

Enviado por: Wilson Fernando de A. Fortunato

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