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Longevidade na profissão

O sonho de todo profissional é alcançar estabilidade no emprego e crescer profissionalmente. Porém, nos últimos tempos, com a rotatividade crescente no mercado

25/08/2011 14:32:43

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O sonho de todo profissional é alcançar estabilidade no emprego e crescer profissionalmente. Porém, nos últimos tempos, com a rotatividade crescente no mercado de trabalho, a longevidade na carreira tornou-se um desafio e uma meta na vida de muitos profissionais.

Hoje, o mercado de trabalho tem se mostrado bastante diversificado, com perfis distintos, principalmente no que se refere à faixa etária. O aumento da expectativa de vida dos brasileiros tem sido um fator determinante nas empresas, com a permanência de profissionais advindos da geração baby boomers, os nascidos entre 1946 a 1964. Atualmente, de acordo com Carlos Faccina, gestor de carreira, o auge de um profissional se estabelece na faixa entre 35 e 45 anos. “Normalmente, encontramos esses profissionais ocupando postos de liderança nas organizações”. Assim como existem jovens talentos que ocupam postos chaves antes dos 30 anos, também profissionais aos 55 anos estão no ápice da sua carreira.

Com uma população produtiva que tende a ficar mais velha, o mercado de trabalho tem se mostrado mais apto para receber e permanecer com esses profissionais em diversos cargos. “Os profissionais da geração baby boomers possuem bagagem e uma vasta experiência que ajudam a agregar valor ao trabalho e ainda acrescentar muitas informações e conhecimentos aos profissionais mais jovens, tanto na idade quanto de permanência na empresa.

Independentemente da idade, para Faccina é fundamental continuar investindo na carreira a fim de garantir as melhores posições na empresa e também a permanência no emprego. Segundo ele é preciso ter consciência de que se estabilizar no emprego não é sinônimo de acomodação. “Um profissional com anos de casa exerce suas funções com mais segurança, pois já domina as regras, além de gozar de algumas vantagens e benefícios fornecidos pela empresa para funcionários mais antigos.”

Faccina insiste que não existe prazo de validade para um profissional permanecer na empresa. “Se ele apresentar os pré-requisitos exigidos para desempenhar a função, nada vai detê-lo”, assegura, reforçando que “a longevidade no emprego vai depender do desempenho de cada um, sua competência e profissionalismo”.

Fonte: CRC - SP

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