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Cresce número de brasileiros com o próprio negócio nos últimos dois anos

Mais de um milhão e meio de brasileiros se tornaram empreendedores individuais nesse período Em dois anos, mais de um milhão e meio de brasileiros deixaram de

26/09/2011 11:08:45

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Mais de um milhão e meio de brasileiros se tornaram empreendedores individuais nesse período

Em dois anos, mais de um milhão e meio de brasileiros deixaram de ser empregados e se tornaram empreendedores individuais. Vendedores de roupas, calçados e acessórios estão no topo da lista dos que mais procuraram a legalização e são ao todo 140 mil. "A indicação de um empreendedor para o outro é que está fazendo o programa crescer. Nó fizemos uma pesquisa e 95% dos empreendedores já formalizados estão indicando aos seus amigos e 87% pretedem virar uma microempresa", afirma Bruno Quick, gerente de políticas públicas do Sebrae.

Entre cabeleireiros e profissionais da beleza, a formalização aumentou 227% em pouco mais de um ano e meio. Hoje, 1300 deles já legalizaram o negócio. É a atividade que mais cresce. "Facilitou mais a minha vida, principalmente com a área de empresa mesmo, como comprar produtos, e até a maneira como você lida com clientes, a segurança para os clientes", diz a cabeleireia Eletícia de Paula. Como está com a empresa em dia, ela terá direito a licença-maternidade e está tranquila para a chegada do bebê.

A sapataria fica em um quartinho modesto, mas não faltam clientes. O dono, Jair Coelho de Souza, garante que o serviço dele é dos bons: "Você recuperar o sapato danificado e deixar ele novo de novo é uma arte mesmo".

Com o salão de beleza montado em casa, a cabeleireira Sabina Barbosa conciliou trabalho e família. E faz tempo: “Tenho de profissão 32 anos, aqui nessa residência 20 anos. Sempre trabalhei aqui na minha casa”.

Viver de um ofício, daquilo que se sabe fazer leva milhares de brasileiros em todo o país a abrir um negócio próprio. Por necessidade ou por opção mesmo. O local de trabalho pode ser em casa ou na esquina da rua. No caso de Samuel, é dentro da kombi, onde ele amola facas, alicates e tesouras. Há oito anos no ponto, agora ele pensa em se legalizar. “Eu tenho esse sonho a realizar, de montar uma empresa”, diz.

Quem sai da ilegalidade ganha um número de CNPJ e tem direito à licença maternidade e a outros beneficios do INSS, como auxílio doença.

Gioconda Brasil Guará, DF

Fonte: Jornal Hoje

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