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Seis dicas de como incluir MPEs no e-commerce

A pergunta é simples: é possível fazer um e-commerce com baixo investimento e ter sucesso no uso desta nova ferramenta de negócios? A resposta é sim! Com a

28/09/2011 10:18:23

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A pergunta é simples: é possível fazer um e-commerce com baixo investimento e ter sucesso no uso desta nova ferramenta de negócios? A resposta é sim! Com a vantagem de atender nichos específicos de mercado, as micro e pequenas empresas (MPEs) saem na frente e apostam nas vendas além da loja física.

Para ampliar a participação no mercado e promover a competitividade, seguem seis dicas para incluir pequenas e médias empresas nos negócios via e-commerce. Confira como e por onde começar para ampliar os negócios da sua empresa na internet.

1. Conheça o mercado de comércio eletrônico
O primeiro passo é definir qual é o mercado em que a empresa deseja atingir para avaliar o diferencial competitivo que irá estabelecer no relacionamento com os clientes. Comparar seu objetivo com a concorrência, ou seja, analisar os custos x benefícios de seus produtos, observar a política de desconto, estabelecer prazo e cobrança que ela possa oferece e perceber que seus produtos podem competir com o mercado virtual.

2. Registre-se
Escolha o domínio que sua empresa vai utilizar. A consulta pode ser feita pelo site http://www.registro.br. Se o nome desejado estiver liberado para registro é necessário fazer a reserva e compra do mesmo. O valor gira em torno de R$ 35, pago uma vez por ano e válido pelo mesmo período.

Neste momento é hora de escolher também um bom provedor que irá hospedar (manter o site no ar) o portal de e-commerce. Este serviço deve incluir espaço ilimitado para envio de fotos, contas de e-mails e banco de dados sugerido MS SQL. O valor gira em torno de R$ 40 mensais.

Outro quesito é a empresa que irá fornecer o site para sua empresa. Sempre opte por empresas que ofereçam o site e o software de gerenciamento da empresa integrado, pois um dos grandes problemas encontrados é o fato de ter de gerenciar em duplicidade o software de gestão e o site. Ou seja, quando muda o valor de um produto o cliente precisa alterar no seu software de gestão e entrar no site e alterar no portal também, fazendo um trabalho duplicado. Com um produto integrado este serviço é feito uma única vez.

3. Prepare os produtos
Defina quais produtos irá comercializar no comércio eletrônico, preparando todas as fotos, informações e descritivo completo de cada item.

4. Meios de pagamento
No mundo virtual a concorrência é grande, então é importante oferecer o maior número possível de opções de pagamentos para o usuário. Boleto, cartões de crédito e débito, transferências e outras opções. Quanto maior a forma de parcelamento melhor será para os resultados de vendas.

Além de oferecer várias formas de pagamento é importante pensar na segurança das informações no momento da compra. Então, sempre opte em ter um site que ofereça uma página segura no momento do registro dos dados do cartão.

5. Divulgue seu e-commerce
Site no ar, diversos produtos cadastrados e várias opções de pagamento para o consumidor. Agora, o momento é de pensar na divulgação, pois apenas colocar o site no ar não significa que o mesmo trará resultados com vendas. Existem várias formas de divulgação. As redes sociais estão aí para disseminar informações entre os usuários de internet e são ótimas opções para divulgação, além de baratas. No entanto, uma vez que se participa das redes sociais é necessário atenção e cuidado com o consumidor. A prestação de serviço deve ser impecável, pois comentários positivos e negativos podem acontecer, assim como boas indicações. Por isso, dê todo suporte necessário ao cliente, apresente seus produtos, conte as novidades da sua loja online.

Além das redes sociais, fazer a indexação e otimização para sites de busca também é uma boa forma de divulgar o e-commerce.

6. Bom atendimento e pós-venda: atenção e fidelização para vender mais
A excelência no atendimento e pós-venda é muito importante, pois se algo der errado durante ou após a venda não se deve deixar primeiro o cliente reclamar. A empresa deve se anteceder e emitir um comunicado para corrigir algum erro. Manter um formulário de avaliação do site é ótimo. Assim o cliente opina sobre o desempenho da empresa para que ela corrija algumas falhas a fim de não atrapalhar novas negociações.



Fonte: Priscila Dantas, analista de negócios da Epratico / artigo publicado no noticenter

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