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STF suspende decisão que proibia terceirização de atividade-fim do Banco Cifra

A decisão do TRT-1 afronta ainda a Súmula Vinculante 10 do Tribunal Superior do Trabalho (TST)

13/12/2018 08:38:10

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STF suspende decisão que proibia terceirização de atividade-fim do Banco Cifra

Recentemente, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux concedeu medida liminar ao Banco Cifra, suspendendo a decisao da 5a Turma do TRT 1a Região que negou vigência a Resolução 3.110 do BACEN e proibia a terceirização da atividade-fim da instituição. O ministro afirmou que a decisão proferida anteriormente pela 5a Turma do Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro (TRT-1), que declarou ilícita a terceirização no banco, está em desacordo com o art 97 da CF e com a súmula vinculante 10 do STF.

Segundo Fux, a decisão do TRT-1 afronta ainda a Súmula Vinculante 10 do Tribunal Superior do Trabalho (TST) que dispõe: “viola a cláusula de reserva de plenário (CF, artigo 97) a decisão de órgão fracionário de tribunal que, embora não declare expressamente a inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do Poder Público, afasta sua incidência, no todo ou em parte”.

O advogado representante do Banco Cifra na ação, Rodrigo Ferraz dos Passos, do escritório Ferraz dos Passos, disse que a decisão favorável já era aguardada, considerando que ação evidenciava a ofensa direta à Súmula Vinculante 10 do TST.

“A decisão que negou vigência à Resolução do Banco Central deveria ter sido submetida ao Tribunal Pleno ou ao Órgão Especial do TRT e não declarada pela Turma”, explica o advogado.

O TRT-1 havia ainda condenado o banco a anotar nas Carteiras de Trabalho e Previdência Social dos empregados o enquadramento sindical na atividade bancária, com todas as vantagens da categoria.

Fonte: IT PRESS COMUNICAÇÃO

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