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7 filmes para profissionais da contabilidade.

Queremos que você enxergue a contabilidade como um mercado plural, no qual é possível ter a criatividade estimulada – tanto que a arte se inspira aqui. Mesmo que os maus exemplos estejam por aí, ainda assim, vale à pena relativizar algumas linhas excessiv

13/05/2019 08:57

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7 filmes para profissionais da contabilidade.

7 filmes para profissionais da contabilidade.

A sua vida é uma aventura? Pois é, sabemos que é difícil manter o pique e a animação no dia a dia no escritório. O sistema contábil e a tecnologia na contabilidade têm ajudado bastante, ao eliminar algumas tarefas repetitivas. Mas isso não é tudo para manter sua rotina mais leve. Por isso, listamos filmes que vão lhe inspirar.

Já imaginou poder protagonizar uma película hollywoodiana?

Com essa lista você vai se sentir parte da trama. Protagonistas e coadjuvantes vão fazer você perceber que é possível realizar coisas grandiosas na contabilidade.

Queremos que você enxergue a contabilidade como um mercado plural, no qual é possível ter a criatividade estimulada – tanto que a arte se inspira aqui. Mesmo que os maus exemplos estejam por aí, ainda assim, vale à pena relativizar algumas linhas excessivamente criativas das telonas.

O que você precisa fazer para escapar dessa imagem prejudicial é confiar nos seus processos, escolhendo bons profissionais e clientes, além de um sistema contábil seguro.

Depois de assistir essas obras cinematográficas, você pode até desmentir alguns aspectos fantasiosos dos enredos. Sabemos que eles estão lá para trazer ainda mais estímulos aos espectadores. Mas não é possível deixar que leigos pensem que existe por aí contadores com o perfil de gênio, de assassino ou até de gênio assassino.

Confira essas sete obras da sétima arte que usam a contabilidade em suas tramas!

1 – O contador (2016)

Sim, no filme O contador, Gavin O’Connor conseguiu transformar esse profissional em uma figura que é um ao mesmo tempo gênio e antissocial. Esses são os principais traços de Christian Wolff, vivido por Ben Affleck. Na verdade, o personagem sofre com a manifestação dos sintomas do transtorno do espectro autista.

Dentro de tal classificação do autismo, Wolff teria a Síndrome de Asperger. O que faz dele genial, mas limitado quanto a experiência de aspectos emocionais, sensíveis e, portanto, sociais. Na trama, essas características são perfeitas para retratar um personagem que se interessa por números e é realmente excelente na manipulação deles.

E é a falta de elaboração emocional que coloca o contador em uma enrascada. Ele abre um escritório, começa a atuar na área, mas seus clientes não são os melhores.

Lembra sobre o que falamos anteriormente, de escolher bem a clientela?

Pois é, Wolff acabou descobrindo uma grande fraude. E seu cérebro é tão poderoso que ele nem precisou de tecnologias da contabilidade. Analisou pilhas de papéis. E o resto da história você confere na sua maratona contábil cinematográfica.

2 – Margin call – o dia antes do fim (2011)

Um pendrive pode causar um terremoto no mundo dos negócios. Por isso a tecnologia na contabilidade e no sistema financeiro precisam garantir segurança. Do contrário seu escritório e seus clientes podem acabar como um elemento no enredo de Margin Call, dirigido por J.C. Chandor.

Nessa obra cinematográfica, uma corretora realiza demissões massivas. Um dos funcionários desligados se revolta e entrega um pendrive com informações comprometedoras: a empresa está preste a falir. O que causa uma comoção em todos os setores, já que essa informação não pode vazar e algo precisa ser feito.

Tenso, não é mesmo?

3 – Trabalho interno (2010)

Agora vamos falar da realidade?

Trabalho Interno é o único documentário dessa lista, feito especialmente para o profissional da contabilidade.

Lembram da crise de 2008? Pois é esse o tema central dessa obra documental dirigida por Charles H. Ferguson. Ele tem um papel fundamental na construção dessa narrativa, feita com base na qualidade de sua técnica de entrevista. Fazer as perguntas certas e organizá-las na melhor sequência possível faz desse trabalho um exemplo de obra de arte documental.

4 – Um sonho de liberdade (1994)

Vamos voltar no tempo do pós-guerra, em 1946, para conhecer Andy Dufresne, um jovem bem-sucedido banqueiro na interpretação de Tim Robbins. A vida do personagem muda quando é acusado de matar a esposa e o amante dela. O que leva Dufresne ao encarceramento e às dificuldades da vida em uma penitenciária.

Sem perspectivas de liberdade, condenado à prisão perpétua, ele se envolve com o líder do mercado negro da prisão, Red Redding, que Morgan Freeman trouxe à vida – interpretação que lhe rendeu o Oscar de melhor ator em 1995.

A trama dirigida por Frank Darabont não é exatamente baseada no dia a dia do contador, mas traz o mercado financeiro como pano de fundo. Além disso é uma das mais aclamadas de todos os tempos.

5 – Fuga à meia noite (1988)

Como seria um contador da máfia? Pergunte a Martin Brest, diretor do longa que traz Charles Grodin como o procurado Jonathan “The Duke” Mardukas, que conseguiu tapear tanto a polícia quanto os mafiosos. Mas não por muito tempo.

Enquanto era escoltado de Nova Iorque para Los Angeles por Jack Walsh, personagem de Robert de Niro, The Duke tinha sua cabeça a prêmio. Ambos acabam perseguidos pela máfia em uma trama que combina ação e comédia ao saudosismo de um enredo atemporal que será sempre lembrado como uma obra clássica, ainda mais na área da contabilidade.

6 – Os intocáveis (1987)

Com certeza você já ouviu falar de Al Capone. Pois a película Os Intocáveis apresenta essa figura quase mitológica como o grande controlador do submundo da cidade de Chicago. O maior vilão de todos os tempos é perseguido por Jimmy Malone, um dos policiais responsáveis por uma força-tarefa encarregada de prender o mafioso.

Brian de Palma dirigiu o longa e trouxe para as telas um pouco de como a contabilidade pode acobertar verdadeiros criminosos, por meio da lavagem de dinheiro sujo.

7 – Wall Street: poder e cobiça (1987)

Do mundo financeiro, essa trama revela a falta de caráter de Bud Fox, um ambicioso corretor da bolsa vivido por Charlie Sheen, que vaza informações de uma empresa para um bilionário inescrupuloso. Este é Gordon Gekko, na interpretação de Michael Douglas.

Fox tem tremenda admiração por Gekko e entrega a ele a deixa que o bilionário precisa. Afinal o que você faria se descobrisse que uma empresa que deseja comprar sofrerá uma valorização em breve?

Viu como essa lista é cheia de referências ao mundo contábil? Algumas outras trazem nuances do universo financeiro. Mas todos os filmes têm em comum serem tramas bem elaboradas. Umas mais recentes conversam com a contabilidade do mundo atual e com a do futuro. Outras trazem o saudosismo e prometem ser um elemento diferente na sua maratona.

Fonte: Blog Domínio

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