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Contabilidade eleitoral

Curso prepara contadores e candidatos para prestação de contas eleitorais

As aulas vão abordar quais são as obrigações e os limites de atuação dos candidatos da pré-campanha à diplomação.

14/09/2020 14:30:07

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Curso prepara contadores e candidatos para prestação de contas eleitorais

Em parceria com a Essent Jus, líder de uma rede de mais de 900 escritórios especializados em contabilidade eleitoral, a Fundação Ulysses Guimarães, vai oferecer um curso gratuito para ajudar candidatos e profissionais da contabilidade a lidarem com prestação contas de campanha, novas regras eleitorais e outros importantes desafios da disputa eleitoral de novembro.

“A Fundação Ulysses Guimarães está muito preocupada com a qualificação dos candidatos. As eleições municipais de 2020 lembram muito pouco as normas das eleições de 2016. O cenário é novo e tudo é um desafio. Isso inclui pandemia, regras eleitorais mais duras e até o inédito adiamento das eleições para novembro”, afirma Guilherme Sturm, CEO da Essent Jus.

Durante o curso, que acontece ao longo deste mês para filiados do MDB, Sturm e outros profissionais explicam quais são as obrigações e os limites de atuação dos candidatos da pré-campanha à diplomação.

O objetivo é estimular a profissionalização das campanhas, uma forma de melhorar as chances de vitória nas urnas e, ao mesmo tempo, evitar problemas com a Justiça Eleitoral.

Regras eleitorais

As regras eleitorais vêm se tornando cada vez mais rigorosas nos últimos anos. Falhas que, até recentemente eram consideradas irrelevantes em prestações de contas, hoje podem resultar em processos e até na perda do mandato.

“Candidatos e contadores devem estar atentos desde já, caso contrário teremos uma pandemia de multas, de devolução de recursos e de desaprovação de contas”, adverte Sturm.

Ele lembra que o bom gerenciamento da campanha é fundamental para que candidatos não se desgastem com processos, noticiário negativo e, caso vençam, não corram risco de cassação de mandato. Tem sido crescente também o número de candidatos que, depois de eleitos, são obrigados a enfrentar o “terceiro” turno, das contas não aprovadas.

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