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Criptomoedas

Times de futebol lançam moedas digitais para sair da crise

A moeda digital permite ao torcedor opinar em diversas decisões dos clubes, mas a iniciativa divide opiniões.

19/06/2021 12:00:01

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Times de futebol lançam moedas digitais para sair da crise Foto: Pixabay

As moedas digitais estão ganhando cada vez mais espaço no mundo. Agora, elas também se tornaram parte de estratégias para vencer a crise. Um número crescente de grandes clubes de futebol está lançando moedas digitais que permitem que os fãs votem em uma variedade de decisões menores.

A ideia inovadora está dividindo opiniões entre os torcedores. Parte deles apreciam a sugestão de se envolver com seus times - e ajudam a tomar decisões, mesmo que em questões menores, como a música tocada nas partidas após um gol ou imagens usadas nas redes sociais. Já outros consideram os tokens como uma participação superficial que aumenta os custos já crescentes de seguir suas equipes.

Manchester City, campeão da liga inglesa, e o italiano AC Milan estão entre os que aderiram a ideia e lançaram tokens. Seleções de alguns países já se mostraram animadas com a ideia. A da Argentina lançou seus tokes na semana passada e a da Espanha informou que também planeja lançar algo na mesma vertente.

Moedas digitais de times podem ser negociadas em bolsas

Um outro fator que chama atenção em relação às moedas digitais dos clubes de futebol é que os tokens podem ser negociados em bolsas como outras criptomoedas, e os preços estão sujeitos a oscilações violentas e podem ter pouca conexão com o desempenho em campo.

Em entrevista à Reuters, Malcolm Clarke, presidente da Football Supporters 'Association, que representa os torcedores na Inglaterra e no País de Gales, disse que os clubes estão tentando ganhar dinheiro permitindo que torcedores opinem sobre como são administrados ou "tentando arrancar dinheiro extra, fazendo pesquisas online de engajamento inconseqüentes".

No ano fiscal de 2020,  que para a maioria dos clubes foi o período de 12 meses encerrados em junho, as receitas dos 20 principais clubes da Europa caíram 12%, para 8,2 bilhões de euros, segundo dados da consultoria Deloitte.

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