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Serasa Experian

Micro e pequenas empresas registram queda de inadimplência de 0,9% em agosto

A pesquisa da Serasa destacou os setores de comércio e indústria nessa movimentação, pois ambos tiveram redução de 1%.

29/09/2021 17:00:02

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Micro e pequenas empresas registram queda de inadimplência de 0,9% em agosto Pixabay

Micro e pequenas empresas começam a ver um cenário de melhora quando o assunto é inadimplência, é o que mostra o levantamento da Serasa Experian. O índice recuou 0,9% em agosto ante julho, para esses empresários.

De acordo com a Serasa, são 5,33 milhões de negócios  desse porte que estão com as contas no vermelho.

Os dados mostram que negócios desses segmentos também se tornaram menos insolventes, ou seja, saíram da situação de não ter meios para pagar o que devem. Os setores de comércio e indústria são destaques com uma redução de 1%.

Já em serviços, a pesquisa registrou um recuo de 0,7%.

Linhas de crédito

Para Luiz Rabi, economista da Serasa Experian, as linhas de crédito que foram criadas justamente para essas micro e pequenas empresas negociarem suas dívidas podem ter impactado de forma positiva o índice. 

“Os donos de negócios estão em busca de auxílio para lidar com suas pendências financeiras. Por isso, o recuo observado não reflete uma melhora para as empresas, mas sim um alívio temporário, já que os empreendedores ainda devem encontrar muitos desafios diante ao quadro econômico do país", afirma Rabi.

Região

A análise por região apontou que o Norte teve o melhor desempenho sobre a retração da inadimplência, caindo mais que a média geral (-5,0%). Na sequência vêm Sudeste (0,9%), Centro-Oeste (-0,7%), Sul (-0,3%) e Nordeste (-0,1%).

Considerando os negócios de micro, pequeno, médio e grande porte, foram registradas 5,83 milhões de empresas insolventes em agosto deste ano. 

“Ainda assim, o cenário de inadimplência revela retração (-0,7%), já que em julho o número marcava 5,87 milhões”, mostra a Serasa.

A maior parcela de companhias negativadas é do setor de serviços (51,2%), seguido pelo comércio (38,7%) e indústria (8,0%).

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