x

Índice de Tendências do Trabalho

5 tendências urgentes de trabalho, segundo relatório da Microsoft

O relatório de Índice de Tendências do Trabalho, elaborado pela Microsoft, consultou 31 mil pessoas em 31 países.

  • compartilhe no facebook
  • compartilhe no twitter
  • compartilhe no linkedin
  • compartilhe no whatsapp
5 tendências urgentes de trabalho, segundo a Microsoft

5 tendências urgentes de trabalho, segundo relatório da Microsoft Pexels

Na última quarta-feira (16), a Microsoft divulgou a segunda parte de seu relatório anual de Índice de Tendências do Trabalho, intitulado “Grandes Expectativas: permitindo que o trabalho híbrido funcione.” 

A pesquisa concluiu que não somos as mesmas pessoas que estavam trabalhando no início de 2020. Os últimos dois anos deixaram uma marca duradoura, mudando fundamentalmente a forma como as pessoas definem o papel do trabalho em suas vidas.

O desafio que cada organização terá a partir de agora envolve atender às grandes e novas expectativas dos funcionários, ao mesmo tempo em que equilibram os resultados de seus negócios em uma economia imprevisível.

Para ajudar os líderes a lidar com essas mudanças, o Índice de Tendências do Trabalho de 2022 descreve cinco tendências urgentes, descobertas a partir de um estudo externo que envolveu entrevistas com 31 mil pessoas, de 31 países — incluindo o Brasil, Argentina, Colômbia e México na América Latina — juntamente com uma análise de trilhões de sinais de produtividade do Microsoft 365 e tendências de trabalho do LinkedIn. 

Confira alguns dos tópicos:

Os funcionários têm uma nova equação sobre o que “vale a pena”

1) Do total de trabalhadores pesquisados, 53% dizem que são mais propensos a priorizar sua saúde e bem-estar sobre o trabalho atualmente do que antes da pandemia. O percentual de funcionários latino-americanos é maior, com 70% deles priorizando sua saúde e bem-estar. No Brasil, o número aumenta para 71%.

2) E a Grande Reformulação não acabou: 44% da Geração Z e Millennials no Brasil estão propensos a considerar mudar de empregador este ano, contra 47% da média global e também na região da América Latina, que registrou um aumento de 3% em relação ao ano anterior.

3) Excluindo o salário, os três principais fatores que os funcionários da América Latina consideram “muito importantes” para um empregador fornecer são: (1) benefícios ou políticas que priorizem a saúde e o bem-estar dos funcionários (57%); (2) uma cultura positiva no local de trabalho (54%) e (3) oportunidades de aprendizagem ou treinamentos on-line para desenvolver novas habilidades (51%).

Os gestores se sentem presos entre a liderança e as expectativas dos funcionários

4) Em geral, 50% dos líderes globais dizem que sua empresa está planejando um retorno ao trabalho presencial em tempo integral durante os próximos 12 meses – no Brasil, a porcentagem cai para 47%. No entanto, 52% dos funcionários globais provavelmente considerarão a transição para um modelo híbrido ou remoto em sua função atual nesse mesmo período. Localmente, o número é ainda maior e 58% dos trabalhadores brasileiros estão considerando essa transição.

5) No Brasil, 34% dos gestores dizem que a liderança em sua empresa está desalinhada com as expectativas dos funcionários; e 73% declaram que não têm influência ou recursos para promover mudanças em suas equipes. Na América Latina, as porcentagens aumentam para 43% e 75%, respectivamente.

6) Por outro lado, 85% dos funcionários brasileiros afirmam que sua produtividade permaneceu a mesma ou melhorou em relação ao ano passado – o número é o mesmo para a América Latina. Já na média global, cai para 81%. Sendo que 27% dos líderes brasileiros sentem que a produtividade sofreu desde que o trabalho se tornou remoto/híbrido (versus 39% na América Latina e 54% na média global).

Os líderes precisam fazer o deslocamento até o escritório valer a pena

7) No total, 54% dos líderes globais estão atualmente focados — ou estarão dentro do próximo ano — na reformulação das salas de reunião para serem mais amigáveis ao trabalho híbrido (adicionando tecnologias e mudando o layout/mobiliário). O percentual na América Latina é maior, com 65% dos líderes considerando tais mudanças.

8) Ainda assim, 38% dos funcionários híbridos globais entrevistados dizem que seu maior desafio é saber quando e por que ir até o escritório. Na América Latina, esse percentual corresponde a 39%. No entanto, apenas 28% dos líderes criaram acordos com a equipe para definir essas novas normas do ponto de vista global, contra 26% do ponto de vista regional. No Brasil, essa porcentagem aumenta para 31%.

O trabalho flexível não precisa significar estar sempre conectado

9) No geral, após dois anos, o tempo semanal de reuniões para o usuário médio do Teams aumentou 252%, e os chats enviados por pessoa a cada semana aumentaram 32% – e esse número ainda está crescendo. Enquanto o período de um dia de trabalho aumentou, globalmente, em 46 minutos, o trabalho pós-expediente e nos finais de semana aumentaram 28% e 14%, respectivamente.

10) E aqueles que estão interessados em usar o metaverso e avatares representam uma parcela significativa do mundo de trabalho: na América Latina, 63% dos trabalhadores se declaram abertos a usar espaços digitais imersivos com realidade aumentada ou virtual (como o metaverso) para reuniões e/ou atividades em equipe. No Brasil, o número sobre para 65% e média global está em 52%.

Reconstruir o capital social parece diferente em um mundo híbrido

11) Com 51% do total de trabalhadores híbridos pesquisados considerando uma mudança para o modelo totalmente remoto no próximo ano, sendo 58% na América Latina e o mesmo número no Brasil, as empresas não podem depender apenas do escritório para recuperar o capital social que perdemos nos últimos dois anos. Apenas na América Latina, 61% dos trabalhadores remotos e 71% dos funcionários híbridos afirmam ter uma relação próspera com sua equipe direta.

12) No entanto, 42% dos líderes da América Latina e 34% dos líderes do Brasil dizem que a construção de relacionamentos é o maior desafio de ter funcionários trabalhando de forma híbrida ou remota. Deles, 53% na América Latina e 39% no Brasil estão preocupados que, desde a movimentação remota/híbrida, os novos funcionários não estejam recebendo a conexão e suporte necessários para serem bem-sucedidos.

“Não há como apagar a experiência vivida e o impacto duradouro dos últimos dois anos, pois a flexibilidade e o bem-estar se tornaram inegociáveis para os funcionários. Ao abraçar e se adaptar a essas novas expectativas, as organizações podem direcionar sua equipe e seus negócios para o sucesso a longo prazo”, comenta Jared Spataro, vice-presidente corporativo de Trabalho Moderno da Microsoft.

Fazer o trabalho híbrido realmente funcionar para todos exigirá uma liderança intencional em torno de como, quando e onde trabalhar — e a tecnologia tem um papel fundamental nessa jornada.

Fonte: com informações do RH Pra Você

Leia mais sobre

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

ARTICULISTAS CONTÁBEIS

VER TODOS
Enquete da semana Contabeis

Qual tema mais está travando sua rotina contábil hoje?

Clique para votar

O Portal Contábeis se isenta de quaisquer responsabilidades civis sobre eventuais discussões dos usuários ou visitantes deste site, nos termos da lei no 5.250/67 e artigos 927 e 931 ambos do novo código civil brasileiro.

1999 - 2026 Contábeis ® - Todos os direitos reservados. Política de privacidade · Preferências de cookies