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INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

IA e ChatGPT não devem substituir profissionais remotos, afirma especialista

Especialista explica que humanização dos processos ainda é um fator essencial para o sucesso de um projeto, mas é preciso qualificar-se.

01/08/2023 19:30:04

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ChatGPT não deve substituir profissionais remotos

IA e ChatGPT não devem substituir profissionais remotos, afirma especialista Foto: Matheus Bertelli/Pexels

A inteligência artificial e o ChatGPT têm influenciado diretamente o mundo dos profissionais remotos e freelancers. Atualmente, milhares de empresas têm utilizado a tecnologia para o desenvolvimento e a criação de projetos voltados às áreas de inovação, redação e marketing, por exemplo. Em algumas situações, a ferramenta é vista como um concorrente direto dos trabalhadores remotos. No entanto, há alguns riscos no seu uso indiscriminado. 

Por ser uma ferramenta gratuita, algumas companhias ficam tentadas a adotá-lo no lugar de profissionais capacitados, mas existem grandes chances de projetos gerados por ele não serem originais, ou se parecerem significativamente com outros produtos. Isso porque o ChatGPT é uma inteligência baseada em aprendizado, desenvolvida para entregar resultados a partir do que já existe. 

“A inteligência artificial e o ChatGPT são tecnologias inovadoras, fazem parte desta nova revolução, que tem brilhado os olhos do mercado, empresas e pessoas no mundo inteiro. Sua utilização vem numa crescente diária, mas a humanização dos processos ainda é um fator essencial para o sucesso de um projeto e a execução de planejamentos. A tecnologia é uma aliada, mas tudo precisa ser feito por meio de muito estudo e estratégias, para que não seja generativo e repetitivo, sem identidade”, declara Juan Zaragoza, cofundador e CCO da Crowd.

Para ser capaz de contribuir significativamente na humanização das entregas, o profissional remoto precisa acompanhar as mudanças do mercado de inovação e suas novas tendências, por meio de cursos, graduações e investimentos na capacitação profissional. O estudo Futuro do Trabalho, elaborado pelo Fórum Econômico Mundial com o apoio da Fundação Dom Cabral, mostra que 23% das ocupações devem se modificar até 2027.

“É necessário realizar essa constante atualização curricular por parte dos profissionais que desejam manter-se no mercado e receber boas propostas de contrato. Somente assim os freelancers podem continuar contribuindo com ideias inovadoras e se preparar para as novas necessidades dos negócios e as demandas de trabalho”, conclui Juan. 

Fonte: Juan Zaragoza

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