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Mantega confirma maior prazo para tributos

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, confirmou hoje que as empresas terão mais dez dias para recolher os impostos federais e, dessa forma, ficarão

07/11/2008 00:00:00

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O ministro da Fazenda, Guido Mantega, confirmou hoje que as empresas terão mais dez dias para recolher os impostos federais e, dessa forma, ficarão mais tempo com dinheiro em caixa. Ele também anunciou mais crédito a exportadores e ao setor automobilístico, informa a Folha Online.
Durante reunião do (CDES) Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, o ministro anunciou também que irá acelerar a devolução de créditos tributários para as empresas.

O pagamento do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) será adiado do dia 15 para o dia 25 de cada mês. O PIS/Cofins, do dia 20 para 25. O IR (Imposto de Renda) recolhido na fonte e a contribuição para a Previdência passam a ser pagos não mais no dia 10, mas no dia 20 do mês.

"Nós vamos postergar as datas de pagamento de alguns tributos. Estamos fazendo algo que não é muito grande, porque senão impacta as contas públicas", afirmou Mantega. "É um alívio para as empresas que terão dez dias a mais de capital de giro para pagar as suas contas."

Em relação ao crédito tributário, o ministro disse que vai montar um "mutirão" para agilizar a liberação. "Isso também vai gerar um bom capital de giro para as empresas.

Segundo antecipou o colunista da Folha Guilherme Barros, Mantega também quer propor a ampliação do prazo de pagamento do Simples, mas como o tributo tem parte estadual, precisa de aval dos governadores.

O pedido de postergação de prazos foi feito pelo presidente da CNI (Confederação Nacional Indústria), Armando Monteiro Neto. Os empresários industriais consideram a mudança uma forma de ajudar o setor produtivo, que sofre com a falta de recursos em caixa diante da redução do crédito no mercado por conta da crise financeira.

O ministro também anunciou outra medida para minimizar os efeitos da crise econômica no Brasil. O BNDES (banco estatal de investimento) terá mais R$ 10 bilhões para financiar o capital de giro de empresas, para empréstimos ponto e para a linha de exportação pré-embarque.

Fonte: PEGN

Enviado por: Wilson Fortunato

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