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Drex: descubra de que forma o Real Digital deve afetar a rotina contábil

Profissionais contábeis devem se preparar para o Real Digital, que deve entrar em vigor já em 2024.

24/11/2023 15:30:02

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Real Digital e contabilidade: quais os impactos?

Drex: descubra de que forma o Real Digital deve afetar a rotina contábil

O Real Digital, batizado como Drex, deve gerar mudanças nas operações financeiras realizadas por pessoas físicas e jurídicas já no próximo ano. 

Com a chegada do Drex, a tendência é que ocorra maior demanda por orientações de profissionais especializados da área de contabilidade, por isso é fundamental já começar a se capacitar para lidar com as dúvidas e as dificuldades.

O Real Digital deve entrar em vigor ao longo de 2024. Diante disso, as rotinas financeiras terão que ser adequadas a um novo processo de pagamentos e recebimentos. 

Nas rotinas contábeis, a previsão é que ocorram mudanças em operações de:

  • Empréstimos;
  • Financiamentos;
  • Aplicações e operações comerciais;
  • Transações com ativos fixos;
  • Mercadorias;
  • Negociação de dívidas com fornecedores

“Um exemplo interessante de mudança deve acontecer com o contrato inteligente, muito utilizado por lojas de compra e venda de veículos e corretoras de imóveis. No caso de veículos, o Drex irá permitir assinar contrato de transferência automática e imediata de recursos financeiros após o registro do documento de venda no cartório”, diz o conselheiro do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) Adriano Marrocos. 

Segundo o conselheiro, a moeda digital deve contribuir ainda mais para que as pessoas deixem de guardar dinheiro físico na carteira e passem a transportar um token com um código.

Até onde se sabe, na prática, serão disponibilizados três “tipos” de moedas:

  • Real Digital (Drex), para o atacado ou interbancário;
  • Real/Drex Tokenizado (token), para o varejo; 
  • Títulos do Tesouro Direto, para compra e venda de títulos públicos federais (TPF) nos mercados primário e secundário. 

“As pessoas deverão depositar, em uma conta a ser oferecida pelo banco, a quantia que desejarem converter para sua carteira digital, na relação R$1,00 para 1 Drex. Bancos, fintechs, cooperativas, corretoras e demais instituições financeiras irão operar essas contas. Então, a pessoa vai ao mercado, por exemplo, e paga o estabelecimento com o Drex, mediante a operação de uma senha. Depois, o mercado que recebeu o pagamento fará o processo contrário, convertendo 1 Drex para R$1,00”.

Nessa situação, o conselheiro recomenda que profissionais contábeis se mantenham sempre atualizados, participando de discussões sobre as possíveis mudanças e acompanhando a evolução do sistema.

Com informações da Agência Apex e Comunicação CFC.

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