Nos últimos anos, o governo federal tem adotado a estratégia de antecipar o pagamento do 13º salário para aposentados e pensionistas do INSS. A medida, iniciada em 2020 durante a pandemia, se tornou prática recorrente com o objetivo de aliviar o orçamento dos beneficiários e injetar recursos na economia ainda no primeiro semestre.
Antecipação não gera nova despesa pública
É importante lembrar que a antecipação não representa gasto extra ao governo, já que o 13º salário está previsto no orçamento. A mudança é apenas de calendário: os valores seriam pagos mais cedo, sem impacto no déficit fiscal.
O que se sabe sobre a antecipação em 2026?
Até o momento, não há confirmação oficial por parte do governo federal sobre a antecipação do 13º salário do INSS para o ano de 2026. Apesar disso, fontes já começaram a especular sobre a possibilidade, impulsionadas pelo histórico dos últimos seis anos — em que a antecipação foi adotada como política econômica.
Caso o governo mantenha a mesma linha dos anos anteriores, há grandes chances de que a antecipação seja novamente autorizada. Entretanto, sem publicação oficial, tudo permanece no campo da expectativa.
Quem teria direito ao 13º salário antecipado do INSS
Se a antecipação for confirmada, terão direito ao adiantamento todos os beneficiários da Previdência Social que recebem:
- Aposentadorias (por idade, invalidez, tempo de contribuição, etc.)
- Pensão por morte
- Auxílio por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença)
- Auxílio-acidente
- Auxílio-reclusão
Fique atento ao calendário oficial
Caso o governo decida antecipar o pagamento em 2026, a medida deverá ser publicada nas próximas semanas, ainda no primeiro trimestre do ano. Nos anos anteriores, as parcelas foram pagas entre março e maio, divididas em duas partes, com a segunda já incluindo os descontos do Imposto de Renda, quando aplicável.
Enquanto não há definição oficial, aposentados, pensionistas e profissionais de contabilidade devem permanecer atentos aos canais oficiais do INSS e do Ministério da Previdência. Assim que houver posicionamento governamental, as datas e regras de pagamento serão publicadas no Diário Oficial da União e replicadas amplamente nos meios de comunicação.













