A inteligência artificial não atua de forma autônoma: ela depende diretamente das instruções humanas para gerar respostas relevantes e confiáveis. Os chamados prompts funcionam como o ponto de partida do processo, traduzindo a intenção, o contexto e os limites definidos por quem está no comando, reforçando que a tecnologia é uma ferramenta de apoio — e não um substituto da decisão humana.












