A entrada em cena da Reforma Tributária trouxe para a rotina das empresas brasileiras três novos protagonistas: o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e o IS (Imposto Seletivo), tributos que vão substituir gradualmente PIS, Cofins, ICMS e ISS. Levantamento realizado pela Questor, com 1.500 clientes usuários de sua inteligência artificial própria, mostra que a aplicação desses novos impostos concentramconcentra hoje a maior parte das dúvidas de contadores e empresários.
De acordo com a análise, as perguntas deixaram de ser teóricas e passaram a ser práticas. Os usuários querem saber qual será a alíquota aplicada ao seu produto ou serviço, em que campo do sistema o valor deve ser informado e como a nova cobrança vai impactar o preço final. A insegurança aparece principalmente no momento de emitir notas e configurar cadastros de produtos e serviços.
Outro ponto recorrente é a dificuldade de traduzir a nova legislação para a rotina das empresas. Muitos relatam não saber se devem usar códigos antigos ou se já precisam adotar novas classificações. Também há grande procura por orientações específicas para empresas do Simples Nacional, que têmtememtem perder competitividade caso permaneçam fora do regime não cumulativo, especialmente diante da possibilidade de seus clientes passarem a valorizar o aproveitamento de créditos. Com a Reforma Tributária, essas empresas poderão optar pelo regime regular, passando a se submeter à não cumulatividade, com direito a créditos nas aquisições e débito nas saídas.
O volume de questionamentos revela que o desafio da Reforma Tributária não está apenas na mudança das leis, mas na adaptação dos sistemas e processos. “Quanto mais claras forem as orientações da Receita Federal sobre os critérios de classificação, apuração e aproveitamento de créditos do IBS e da CBS dentro das plataformas de gestão, mais rápida e segura será a transição para o novo modelo”, destaca Guilherme Pellegrini, diretor de operações da Questor.
Fonte: 4Press Comunicação

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