O Governo de Mato Grosso formalizou nesta quarta-feira (4) a autorização para que a rede de casas lotéricas da Caixa Econômica Federal volte a receber pagamentos de tributos e taxas estaduais. A medida amplia os canais de arrecadação no estado e impacta diretamente a rotina de contribuintes e profissionais da contabilidade.
A assinatura do ato ocorrerá no Palácio Paiaguás, em Cuiabá, com a presença de representantes do Executivo estadual e da instituição financeira.
Lotéricas voltam a receber tributos estaduais em Mato Grosso
Com o credenciamento, as unidades lotéricas habilitadas poderão processar pagamentos de impostos, taxas e demais receitas estaduais. A iniciativa integra a estratégia de diversificação dos meios de arrecadação, permitindo que contribuintes utilizem um canal presencial adicional além da rede bancária tradicional e dos meios digitais.
Para o público contábil, a mudança amplia as alternativas disponíveis para quitação de guias estaduais, especialmente em municípios onde o acesso a agências bancárias é mais restrito.
Impacto para empresas e escritórios de contabilidade
A ampliação dos pontos de recebimento pode trazer reflexos operacionais relevantes, como:
- Maior capilaridade para pagamento de ICMS, IPVA e taxas estaduais;
- Redução de deslocamentos para centros bancários;
- Alternativa presencial para contribuintes com dificuldade em canais digitais;
- Mais flexibilidade na organização do fluxo de caixa empresarial.
O credenciamento também pode contribuir para diminuir atrasos no recolhimento de tributos, principalmente em regiões do interior.
Ampliação dos canais de arrecadação estadual
A medida reforça a política de modernização e descentralização dos serviços fazendários no estado. Ao incluir novamente a rede lotérica no sistema de recebimento, o governo busca facilitar o acesso do contribuinte aos serviços públicos e ampliar a eficiência da arrecadação.
A solenidade de assinatura contará com a participação do governador Mauro Mendes, do vice-governador Otaviano Pivetta, do secretário de Fazenda Rogério Gallo e de representantes da Caixa Econômica Federal.













