A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (17) o regime de urgência para o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/21, do Senado, que aumenta para R$ 130 mil a receita bruta anual permitida para enquadramento como Microempreendedor Individual (MEI). A proposta também autoriza o MEI a contratar até dois empregados. Com a aprovação da urgência, o texto poderá ser votado diretamente no Plenário, sem necessidade de análise prévia pelas comissões da Câmara.
A medida acelera a tramitação do projeto e recoloca no centro do debate a atualização do limite de faturamento do MEI, tema acompanhado por microempreendedores e entidades ligadas ao setor.
Câmara aprova urgência para o PLP 108/21
A votação do regime de urgência ocorreu na terça-feira (17), na Câmara dos Deputados.
O dispositivo aprovado se refere ao PLP 108/21, projeto vindo do Senado que trata da ampliação do teto de receita bruta anual para enquadramento no MEI.
Com o regime de urgência, a proposta deixa de seguir a tramitação ordinária nas comissões temáticas da Câmara e passa a poder ser apreciada diretamente pelo Plenário.
Na prática, isso encurta o caminho legislativo do texto dentro da Casa.
Proposta eleva limite de faturamento do MEI para R$ 130 mil
O projeto aprovado em regime de urgência aumenta para R$ 130 mil a receita bruta anual permitida para enquadramento como Microempreendedor Individual.
Hoje, a notícia informa apenas o novo valor proposto, sem detalhar outros critérios de transição ou regras complementares do enquadramento.
Por isso, a informação central preservada no texto é que o PLP 108/21 amplia o limite anual de faturamento do MEI para R$ 130 mil.
A mudança, se aprovada nas próximas etapas da tramitação, alterará um dos principais critérios de permanência no regime.
Texto também permite contratação de até dois empregados
Além do aumento do limite de faturamento, a proposta também prevê mudança na regra de contratação de pessoal.
Segundo o conteúdo original, o projeto autoriza o MEI a contratar até dois empregados.
Esse é outro ponto central do PLP 108/21, que amplia não apenas o teto de receita bruta anual, mas também a possibilidade de estrutura operacional do microempreendedor individual.
A notícia original não apresenta detalhes adicionais sobre condições dessa contratação, e por isso a informação deve ser mantida nos exatos termos divulgados.
O que significa a aprovação do regime de urgência
A aprovação da urgência não significa a aprovação definitiva do projeto.
Segundo a própria informação apresentada, projetos com urgência podem ser votados diretamente no Plenário, sem passar antes pelas comissões da Câmara.
Dessa forma, o efeito imediato da decisão é acelerar a tramitação do texto dentro da Casa legislativa.
O projeto ainda depende de deliberação de mérito, mas passa a ter caminho abreviado para votação.
Hugo Motta diz que votação mostra vontade de avançar no tema
Após a aprovação da urgência, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que o resultado unânime da votação deixa “muito precisa” a vontade de avançar no aumento do limite de valor para os microempreendedores.
Segundo ele: “Trataremos com os líderes, daremos a oportunidade de todos os envolvidos se manifestarem e, no momento oportuno, com o amadurecimento que a matéria requer, traremos ao Plenário”.
A declaração foi feita no contexto da condução política da proposta e indica que, apesar da urgência aprovada, o texto ainda será articulado antes de ser pautado para votação de mérito.
Projeto pode ir ao Plenário sem passar pelas comissões
Com a aprovação do regime de urgência, o PLP 108/21 fica apto a seguir diretamente para análise do Plenário da Câmara.
A regra mencionada na notícia é clara ao estabelecer que projetos em urgência não precisam passar antes pelas comissões da Casa.
Esse formato de tramitação reduz etapas e pode acelerar a deliberação sobre matérias consideradas prioritárias ou politicamente relevantes.
No caso do projeto que altera as regras do MEI, a urgência aprovada abre espaço para que a discussão avance mais rapidamente no Plenário.
O que está em debate com a proposta do MEI
O texto em tramitação trata de dois pontos objetivos ligados ao Microempreendedor Individual:
O aumento do limite de receita bruta anual para R$ 130 mil e a autorização para contratação de até dois empregados.
Com isso, a proposta busca alterar parâmetros centrais do regime do MEI, que hoje é voltado a negócios de menor porte e com estrutura simplificada.
A notícia original, porém, não traz outras informações sobre impacto fiscal, posicionamento de entidades ou calendário de votação. Por fidelidade à fonte, esses elementos não são ampliados nesta reescrita.

Jonas Pereira/Agência Senado 











