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INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

IA consolida novo padrão de eficiência, gestão de risco e crescimento estratégico no setor financeiro

Inteligência Artificial revoluciona o setor financeiro, impulsionando eficiência, redução de custos e novas receitas. Entenda como integrar IA estrategicamente.

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IA no setor financeiro: transformação estratégica e oportunidades

IA consolida novo padrão de eficiência, gestão de risco e crescimento estratégico no setor financeiro

A Inteligência Artificial (IA) deixou de ser um diferencial competitivo pontual para se tornar um vetor estrutural de transformação no setor financeiro. Para conselhos, CEOs e executivos C-level, a discussão já não é mais “se” a IA será adotada, mas “como” integrá-la de forma estratégica à arquitetura tecnológica e ao modelo de negócios.

Segundo relatório da McKinsey & Company, a IA generativa pode adicionar entre US$200 bilhões e US$340 bilhões por ano ao setor bancário global, impulsionando ganhos de produtividade, redução de custos e aumento de receita. Trata-se de um impacto direto em eficiência operacional e rentabilidade, dois pilares centrais da agenda estratégica das instituições financeiras.

De acordo com Abdul Assal, Diretor de Desenvolvimento de Negócios da Galileo no Brasil e na Colômbia, a IA acelera um processo de modernização que já vinha sendo conduzido há mais de uma década. “A IA permite reduzir custos estruturais, ampliar escala e qualificar a experiência do cliente simultaneamente. Trata-se de uma alavanca direta de eficiência e crescimento sustentável.”

Infraestrutura moderna: pré-requisito para capturar valor com IA

A captura plena de valor da IA depende de uma base tecnológica robusta, uma vez que a modernização de core banking se tornou uma das principais prioridades estratégicas para bancos que desejam acelerar sua agenda digital.

Um levantamento do primeiro Índice de Inclusão Técnica da Galileo revelou que no Brasil 75% dos executivos do setor afirmam que sistemas legados limitam a capacidade das empresas de oferecer experiências inclusivas, e 55,4% estimam perder até 10% das oportunidades de negócio devido a essa limitação.

Instituições que operam com sistemas legados enfrentam restrições de integração, escalabilidade e velocidade de inovação, limitações que comprometem competitividade, capacidade analítica e time-to-market. Nesse contexto, a modernização do core deixa de ser uma iniciativa exclusivamente de TI e passa a configurar uma decisão estratégica de longo prazo, diretamente ligada à capacidade de implementar IA em escala.

Brasil: ambiente favorável à aplicação intensiva de IA

Com forte expansão na América Latina, a Galileo posiciona o Brasil como seu principal mercado regional e um dos mais estratégicos globalmente. A companhia planeja ampliar a oferta de soluções no país, incluindo processamento e emissão de cartões, segmento que permanece relevante mesmo com a consolidação do Pix, que transformou a dinâmica de pagamentos instantâneos.

Segundo Abdul, cerca de 80% dos novos projetos da companhia na região estão voltados à modernização de sistemas centrais, substituindo arquiteturas defasadas por plataformas escaláveis, abertas e preparadas para o crescimento digital. Para tomadores de decisão, a equação é clara: sem infraestrutura adequada, o potencial da IA permanece subutilizado.

“O Brasil combina elevada digitalização bancária, ambiente regulatório evoluído e alta adoção de pagamentos digitais, fatores que criam condições ideais para aplicação intensiva de IA em larga escala, seja em prevenção a fraudes, concessão de crédito, personalização de ofertas ou otimização de backoffice”, diz Abdul.

Nesse cenário, a IA deixa de ocupar o campo experimental para integrar o núcleo estratégico das instituições financeiras. Ela potencializa decisões orientadas por dados, fortalece modelos preditivos de risco, reduz ineficiências estruturais e amplia o acesso a serviços financeiros com maior precisão e menor custo.

Para executivos do mercado financeiro, a mensagem é clara: a vantagem competitiva na próxima década estará diretamente vinculada à capacidade de incorporar Inteligência Artificial de forma transversal, conectando estratégia, arquitetura tecnológica e modelo operacional. “Mais do que inovação, trata-se de assegurar resiliência, eficiência e crescimento sustentável em um ambiente de crescente complexidade regulatória e pressão por resultados”, finaliza Abdul.

Fonte: Galileo Financial Technologies

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