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Por que contadores estão migrando para gestão condominial (e faturando até 3x mais por cliente)

Modelo de franquia com centralização de backoffice permite escritórios contábeis escalarem receita sem montar operação do zero.

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Por que contadores estão migrando para gestão condominial (e faturando até 3x mais por cliente)

Por que contadores estão migrando para gestão condominial (e faturando até 3x mais por cliente) Freepik

Enquanto a maioria dos escritórios de contabilidade luta contra honorários achatados e receita instável — sofrendo junto com o empresário nos altos e baixos e convivendo com inadimplência nos honorários — um grupo crescente de contadores descobriu um caminho diferente: transformar conhecimento em finanças e compliance em um negócio de gestão condominial, onde a receita é recorrente, o adimplemento é a regra e o tíquete pode ser 2 a 3 vezes maior.

"Na contabilidade, eu dependia do sucesso do cliente para receber em dia. No condomínio, a taxa condominial é obrigação legal — o fluxo de receita é outro", conta Andressa Villar, contadora e franqueada BRCondos em Maringá/PR. "Hoje meu faturamento por condomínio administrado é superior ao que eu cobrava só pela contabilidade, e a previsibilidade mudou completamente meu caixa."

Mas como funciona esse modelo? E por que contadores têm vantagem competitiva nesse mercado?

O problema que todo contador já conhece

Três desafios estruturais afligem escritórios contábeis:


  1. Receita imprevisível e inadimplência crônica: na contabilidade, o contador sofre junto com o empresário. Quando o cliente vai mal, atrasa honorários. Serviços pontuais (balanços, IR, consultorias) agravam as oscilações no caixa. No condomínio, o cenário é oposto: a taxa condominial é obrigação legal do morador, e o adimplemento é a regra;
  2. Comoditização e tíquete achatado: contadores se tornaram, em grande medida, "funcionários do fisco" — focados em obrigações acessórias que contabilidades 100% digitais entregam a baixíssimo custo. A consultoria, que deveria ser o diferencial, é pouco valorizada. Um condomínio paga entre R$ 800 e R$ 1.500/mês por contabilidade + folha, e ampliar esse valor sem novos serviços é quase impossível;
  3. Demanda reprimida: síndicos pedem apoio em inadimplência, orçamento, assembleias — mas o escritório não tem estrutura para assumir a administração completa. O condomínio precisa de um profissional qualificado, não apenas do cumprimento de obrigações fiscais.

É nesse gap que mora a oportunidade.

Na Live 1 da Semana da Microfranquia BRCondos (06/04 às 16h), a Diretora de Operações Karina Fernandes mostra ao vivo como a Central de Processamento resolve exatamente esses três problemas — e por que o contador é o perfil que mais se beneficia dessa estrutura.

Por que a gestão condominial é a extensão natural da contabilidade

Administrar condomínios significa:

  1. Gerir fluxo de caixa (contas a pagar/receber);
  2. Controlar inadimplência;
  3. Processar folha de pagamento;
  4. Cumprir obrigações fiscais;
  5. Prestar contas com transparência.

Ou seja: tudo que um contador já faz — só que com remuneração muito superior e dentro de um mercado que valoriza o profissional qualificado.

A matemática da receita

Segundo o padrão de mercado em São Paulo e a tabela referencial do CRECI-SP, as administradoras cobram entre 3% e 7% da arrecadação mensal do condomínio (alguns contratos trabalham com 5% a 10%).

Na prática, isso significa:

  1. Condomínio pequeno (até 30 unidades, arrecadação ~R$ 30–40 mil/mês): R$ 1.500–3.000/mês;
  2. Condomínio médio (30–80 unidades, arrecadação ~R$ 60 mil/mês): R$ 2.000–5.000/mês;
  3. Condomínio grande (80+ unidades, arrecadação acima de R$ 100 mil/mês): R$ 5.000–10.000/mês.

Levantamentos do setor apontam que a arrecadação média em prédios residenciais de médio porte na capital paulista fica em torno de R$ 60 mil/mês, o que gera honorários típicos de administração entre R$ 1.800 e R$ 4.200/mês por condomínio — 3 a 5 vezes mais do que a contabilidade tradicional cobra pelo mesmo cliente.

E isso é só a taxa de administração. Na prática, administradoras profissionais geram receitas adicionais significativas via cross selling de serviços ao condomínio: cobrança especializada de inadimplentes, seguros condominiais, gestão de manutenções prediais e automação de processos — linhas de receita que a BRCondos já oferece integradas ao modelo.

Vantagem competitiva do perfil contábil

Contadores levam três diferenciais brutais:

  1. Credibilidade técnica: síndicos valorizam quem "entende de números" e explica demonstrativos com clareza.
  2. Visão de compliance: administradoras amadoras operam sem controles internos. O contador traz essa cultura naturalmente.
  3. Base pronta: muitos escritórios já atendem condomínios — e mesmo clientes pessoa física que são síndicos, conselheiros ou moradores de condomínios. Essa rede de relacionamentos é o ponto de partida natural para a prospecção.

Se você se reconhece nesse perfil mas quer entender os números antes de qualquer decisão, a Live 2 (07/04 às 17h) detalha as linhas de receita recorrente — incluindo seguros e automação — com as especialistas que operam esses serviços dentro da rede.

O modelo BRCONDOS: 70/30

Mais do que um software — uma operação completa

É importante entender: a BRCondos não é um software de gestão condominial que o contador contrata e sai buscando clientes por conta própria. Existem dezenas de sistemas no mercado para isso. A BRCondos é a maior rede de administradoras de condomínios do Brasil, atualmente com mais de 100 unidades ativas em dezenas de cidades, e o que ela entrega é uma operação estruturada de ponta a ponta — tecnologia, backoffice, processos, apoio jurídico ao franqueado e marca — para que o franqueado possa focar no relacionamento e no crescimento comercial.

O diferencial está na divisão 70/30:

70% na Central de Processamento BRCondos:

  1. Contas a pagar e receber
  2. Cobrança de inadimplentes
  3. Departamento Pessoal Completo
  4. Rotinas fiscais e tributárias
  5. Atendimento especializado
  6. Desenvolvimento de novos produtos e serviços
  7. Apoio jurídico ao franqueado

30% na unidade franqueada:

  1. Realização de assembleias
  2. Captação de documentos
  3. Relacionamento consultivo com síndicos
  4. Prospecção comercial de novos condomínios

Tudo integrado pelo BRCondos Online — sistema e aplicativo proprietários que conectam síndicos, condôminos, administradora e central, oferecendo prestação de contas diária, reservas de áreas comuns, comunicados, assembleias virtuais, ocorrências, controle de portaria, enquetes e gestão de encomendas.

Para o contador, isso significa:

  1. Não precisa contratar equipe pesada de backoffice
  2. Não precisa desenvolver sistemas do zero
  3. Não precisa dominar toda a operação condominial antes de começar
  4. Pode focar no que faz de melhor: relacionamento, números e crescimento comercial

Resultado: enquanto administradoras tradicionais operam com 1 funcionário para cada 5–7 condomínios, franqueados BRCondos conseguem gerenciar 1 funcionário para cada 20–30 condomínios — possibilitado justamente pela centralização de 70% das rotinas operacionais na Central de Processamento. Margem operacional muito superior

A matemática do negócio

Números práticos — cenário São Paulo e grandes capitais

Investimento inicial estimado:

ItemValor
Taxa de franquiaA partir de R$ 20 mil
Estrutura mínima + capital de giroVariável conforme a cidade (consultar COF)

Valores detalhados de estrutura e capital de giro dependem do porte da operação e da cidade. A Circular de Oferta de Franquia (COF) apresenta o quadro completo.

Estrutura operacional:

  1. Até 20 condomínios: sócios + 1 assistente
  2. A partir de 20 condomínios: + 1 analista de atendimento

Cenário conservador — 20 condomínios médios

ItemValor
Ticket médio por condomínio (administração)R$ 2.300/mês
Faturamento brutoR$ 46.000/mês
Taxa operacional da Central**R$ 18.860/mês (41%)
Receita líquida da unidadeR$ 27.140/mês

Cenário de expansão — 25 condomínios

ItemValor
Ticket médio por condomínio (administração)R$ 2.600/mês
Faturamento brutoR$ 65.000/mês
Taxa operacional da Central**R$ 26.650/mês (41%)
Receita líquida da unidadeR$ 38.350/mês

**A taxa operacional de 41% cobre toda a operação da Central de Processamento: financeiro, cobrança, folha de pagamento, rotinas fiscais, suporte jurídico e atendimento especializado. Não se trata apenas de royalties pelo uso da marca — é o custo do backoffice completo que viabiliza a operação enxuta do franqueado.

Nota: Os cenários acima consideram apenas a taxa de administração. Receitas adicionais — como cobrança especializada, seguros, gestão de manutenções e automação — podem ampliar o faturamento da unidade.

Comparativo: contabilidade vs. Administração condominial


Contabilidade tradicionalAdministração condominial (BRCondos)
Receita por clienteR$ 800–1.500/mêsR$ 2.000–5.000/mês
PrevisibilidadeBaixa (sofre junto com o cliente)Alta (taxa condominial é obrigação legal)
InadimplênciaCrônica (honorários atrasados)Rara (adimplemento é regra)
Cross sellingLimitado (IR, consultoria pontual)Amplo (seguros, automação, cobrança, garantidora)
Estrutura necessáriaEscritório + equipe dedicadaHome-based + Central de Processamento
Escala1 funcionário : 15-20 empresas1 funcionário : 20 condomínios
Investimento inicialBaixo (mas sem suporte de rede)A partir de R$ 20 mil (com rede + tecnologia + backoffice)
Dependência de cenário econômicoAlta (cliente fecha, receita cai)Baixa (condomínio não deixa de existir)

Marcos da operação:

  1. Ponto de equilíbrio: 12 a 15 condomínios
  2. Zona de conforto: 20 a 30 condomínios (média da rede)
  3. Retorno estimado: 30 a 42 meses (varia conforme ritmo de captação e porte da cidade)

Nota: Os tickets acima refletem a realidade de São Paulo e grandes capitais, onde condomínios de médio porte arrecadam em torno de R$ 60 mil/mês. Em cidades médias (150–400 mil hab.), a arrecadação e o ticket tendem a ser menores (R$ 1.500–2.500/mês por condomínio), o que exige base maior de clientes para atingir os mesmos patamares de faturamento.

A própria BRCondos divulga que suas franquias operam com média de cerca de 20 condomínios, evidenciando que esse é o patamar "mínimo saudável" para a operação.

Como estruturar a operação

Usar o mesmo CNPJ ou criar um novo?

O contador pode operar a franquia BRCondos com o mesmo CNPJ do escritório contábil — não há obrigatoriedade de criar uma empresa separada. Muitos franqueados da rede utilizam a estrutura jurídica que já possuem, mantendo a contabilidade e a administração condominial sob a mesma marca.

A questão do chamado "conflito de interesses" é, na prática, uma disputa entre conselhos profissionais (CRC e CRA) por representação e receita no segmento de administração condominial — e não um impedimento real para o contador atuar. O profissional pode continuar exercendo a contabilidade normalmente e, em paralelo, operar como franqueado BRCondos.

Sociedade complementar

Independentemente da estrutura jurídica, o modelo funciona melhor com perfis complementares:

Sócio 1 — Contador/"Cérebro financeiro":

  1. Processos financeiros, leitura crítica dos relatórios da Central
  2. Orçamentos, análise de inadimplência e indicadores
  3. Relacionamento técnico com síndicos/conselhos

Sócio 2 — Comercial/Operacional:

  1. Prospecção ativa, visitas, apresentação da BRCondos
  2. Coordenação de assembleias, mediação de conflitos
  3. Atendimento de campo

Se o escritório não tem perfil operacional, considere trazer alguém com experiência em gestão condominial como sócio minoritário ou gestor com participação nos resultados.

Riscos a considerar

  1. Mudança de mentalidade: gestão condominial exige atendimento intensivo e mediação de conflitos — perfil diferente do back office contábil;
  2. Esforço comercial: a marca BRCondos e o suporte ajudam, mas não trazem clientes automaticamente. Precisa de um plano comercial agressivo nos primeiros 18 meses;
  3. Dependência do franqueador: como em qualquer franquia, há taxas, padrões e limitações de autonomia. Analise a Circular de Oferta de Franquia (COF) com atenção.

Esses riscos são reais e merecem análise. A Semana da Microfranquia foi desenhada para que você avalie cada um deles com informação de quem opera a rede — não com material de marketing. A Live 1 aborda a operação e o suporte da Central. A Live 2 mostra a matemática da receita com dados reais. E a Live 3 traz o depoimento de quem enfrentou esses mesmos riscos e decidiu seguir.

Os 3 primeiros passos

Passo 1: Mapeie sua base de clientes com "lentes condominiais". Não olhe apenas para condomínios que o escritório já atende — pense em todos os seus clientes pessoa física e jurídica: quantos são síndicos? Conselheiros? Moradores de condomínios? Essa rede de relacionamentos é seu ativo mais valioso para começar.

Passo 2: Mapeie o mercado local — quantos condomínios formais existem na sua cidade? Arrecadação média? Nível de profissionalização das administradoras atuais?

Passo 3: Aprofunde-se no modelo BRCondos — participe de eventos da rede, converse com franqueados contadores, analise a COF e entenda o suporte oferecido.

Oportunidade para contadores

Entrar na BRCondos como franqueado é uma oportunidade para contadores que querem ir além das obrigações fiscais e capturar o valor completo que podem entregar a condomínios. É preciso paciência para construir uma base de 20 a 30 condomínios em até 3 anos e disposição para lidar com atendimento a síndicos, conselheiros e moradores.

Mas para quem tem rede de relacionamentos consolidada, clientes que são síndicos ou moradores de condomínios e vontade de diversificar, o modelo oferece:

  1. Receita recorrente e previsível — com adimplemento como regra, não exceção
  2. Tíquete 3–5x maior (R$ 2.000–5.000 vs. R$ 800–1.500 da contabilidade)
  3. Receitas adicionais via cross selling (cobrança, seguros, manutenções, automação)
  4. Margem superior (centralização de 70% do backoffice na Central)
  5. Mercado resiliente
  6. Operação completa — não é software, é rede estruturada com tecnologia, backoffice e suporte
  7. Diferenciação por credibilidade técnica

"Não é sobre virar síndico profissional", resume Fernando Willrich, vice-presidente da BRCondos. "É sobre usar exatamente o que você já sabe — governança financeira, prestação de contas, compliance — dentro de um modelo recorrente, escalável e com a maior rede do Brasil te apoiando."

Para contadores no momento de avaliar o próximo passo estratégico: seus clientes já confiam no seu conhecimento financeiro. Que tal capturar 100% do valor que você pode entregar?

Semana da Microfranquia BRCondos

6 a 8 de abril | Online e gratuito 

Live 1 | 06/04 às 16h — Como funciona o modelo operacional BRCondos? Fernando Willrich (Vice-Presidente) e Karina Fernandes (Diretora de Operações) abrem os bastidores da Central de Processamento — a mesma estrutura de backoffice centralizado que permite ao franqueado contador operar com 1 pessoa para 20 condomínios. 

Live 2 | 07/04 às 17h — O poder da recorrência no modelo BRCondos Simoni Aguilera (Seguros) e Nerilda Bauer (Automation) mostram na prática como seguros condominiais e automação predial se tornam linhas de receita recorrente para o franqueado — sem precisar ser especialista em nenhuma das duas áreas. Para o contador, é o cross selling que o texto acima descreve, funcionando ao vivo. 

Live 3 | 08/04 às 17h — História de sucesso: Franqueada BRCondos Tijuca Michelle Mendes conta como saiu do zero e construiu sua operação. Fernando faz as perguntas que você faria: investimento real, tempo de retorno, desafios e o que mudou na vida dela. 

Condições RISCO ZERO NA ESTREIA (válidas apenas durante o evento):

  1. 6 meses de isenção de royalties no 1º condomínio conquistado
  2. 10% de desconto para pagamento à vista
  3. R$ 1.000 de bônus em marketing digital (Google Ads, dividido em 3 meses)
  4. Parcelamento diferenciado e facilitado!

Inscrições: https://go.br.condos/semana-microfranquia-contabeis

WhatsApp: https://go.br.condos/contato-expansao

[DISCLAIMER] Conteúdo informativo sobre tendências do mercado contábil e modelo de negócio BRCondos. Decisões de investimento em franquias devem ser precedidas de análise criteriosa da Circular de Oferta de Franquia (COF) e consulta a especialistas em franchising e direito empresarial.

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