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Oct 2018
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Saída Sócio - Divida Empresa

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Aléx Sandro

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Postada:Quinta-Feira, 8 de fevereiro de 2018 às 18:29:49


Boa tarde!

Tenho um cliente que é uma sociedade limitada, onde o mesmo está tributado atualmente pelo Lucro Presumido.

Esta empresa tem dívidas com a Receita Federal.

No caso de um dos sócios deixar a sociedade e abrir um empresário individual ele consegue aderir ao simples nacional?
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Postada:Sexta-Feira, 9 de fevereiro de 2018 às 07:42:00
Bom dia Alex.

Te dou 99,99% de certeza de que não, principalmente se forem dividas com o Estado. Ele pode até abrir a empresa, mas no Simples não. Agora se ele fizer um parcelamento na empresa original, ai sem problemas.

att

Contador CRC MG 106412/O - Perito Contábil CNPC 087 - Avaliador Imobiliário CNAI 23358
Avaliação de empresas e processos de transferência societária;
Especialista em 3º Setor e em fusões, cisões e incorporações;
http://www.prosperarecontabil.com.br

Aléx Sandro

Usuário Estrela Nova

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Postada:Sexta-Feira, 9 de fevereiro de 2018 às 09:05:53


Bom dia!

Paulo Henrique,

São dívidas junto a Receita Federal (INSS, PIS, COFINS, CSLL E IRPJ) .
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Postada:Sexta-Feira, 9 de fevereiro de 2018 às 09:36:04
Bom dia Alex.

Mantenho meu voto.

A pessoa ao tentar abrir uma nova empresa pode não conseguir entrar no Simples por causa de dívidas....

att

Contador CRC MG 106412/O - Perito Contábil CNPC 087 - Avaliador Imobiliário CNAI 23358
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Alexandra Cristina

Usuário 2 Estrelas Novas

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Postada:Sexta-Feira, 9 de fevereiro de 2018 às 16:41:16
Aléx Sandro, boa tarde.

Segundo este link: http://www8.receita.fazenda.gov.br/simplesnacional/perguntas/perguntas.aspx

No tópico 2.2. Quem está impedido de optar pelo Simples Nacional? diz o seguinte:

A empresa (Base legal: art. 3º, II, §§2º e 4º, e art. 17 da Lei Complementar nº 123, de 2006):

- que tenha auferido, no ano-calendário imediatamente anterior ou no ano-calendário em curso, receita bruta no mercado interno superior a R$ 4.800.000,00 ou ao limite adicional de igual valor para exportação de mercadorias e serviços;
- que tenha auferido, no ano-calendário de início de atividade, receita bruta no mercado interno superior ao limite proporcional de R$ 400.000,00 multiplicados pelo número de meses em funcionamento no período, inclusive as frações de meses, ou ao limite adicional de igual valor para exportação de mercadorias e serviços;
- de cujo capital participe outra pessoa jurídica;
- que seja filial, sucursal, agência ou representação, no País, de pessoa jurídica com sede no exterior;
- de cujo capital participe pessoa física que seja inscrita como empresário ou seja sócia de outra empresa que receba tratamento jurídico diferenciado nos termos da Lei Complementar nº 123, de 2006, desde que a receita bruta global ultrapasse o limite de R$ 4.800.000,00;
- cujo titular ou sócio participe com mais de 10% do capital de outra empresa não beneficiada pela Lei Complementar nº 123, de 2006, desde que a receita bruta global ultrapasse o limite de R$ 4.800.000,00;
- cujo sócio ou titular seja administrador ou equiparado de outra pessoa jurídica com fins lucrativos, desde que a receita bruta global ultrapasse o limite de R$ 4.800.000,00;
- constituída sob a forma de cooperativas, salvo as de consumo;
- que participe do capital de outra pessoa jurídica;
- que exerça atividade de banco comercial, de investimentos e de desenvolvimento, de caixa econômica, de sociedade de crédito, financiamento e investimento ou de crédito imobiliário, de corretora ou de distribuidora de títulos, valores mobiliários e câmbio, de empresa de arrendamento mercantil, de seguros privados e de capitalização ou de previdência complementar;
- resultante ou remanescente de cisão ou qualquer outra forma de desmembramento de pessoa jurídica que tenha ocorrido em um dos 5 anos-calendário anteriores;
- constituída sob a forma de sociedade por ações;
- cujos titulares ou sócios guardem, cumulativamente, com o contratante do serviço, relação de pessoalidade, subordinação e habitualidade;
- que explore atividade de prestação cumulativa e contínua de serviços de assessoria creditícia, gestão de crédito, seleção e riscos, administração de contas a pagar e a receber, gerenciamento de ativos (asset management), compras de direitos creditórios resultantes de vendas mercantis a prazo ou de prestação de serviços (factoring);
- que tenha sócio domiciliado no exterior;
- de cujo capital participe entidade da administração pública, direta ou indireta, federal, estadual ou municipal;
- que possua débito com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) , ou com as Fazendas Públicas Federal, Estadual ou Municipal, cuja exigibilidade não esteja suspensa;
- que preste serviço de transporte intermunicipal e interestadual de passageiros, exceto quando na modalidade fluvial ou quando possuir características de transporte urbano ou metropolitano ou realizar-se sob fretamento contínuo em área metropolitana para o transporte de estudantes ou trabalhadores;
- que seja geradora, transmissora, distribuidora ou comercializadora de energia elétrica;
- que exerça atividade de importação ou fabricação de automóveis e motocicletas;
- que exerça atividade de importação de combustíveis;
- que exerça atividade de produção ou venda no atacado de: cigarros, cigarrilhas, charutos, filtros para cigarros, armas de fogo, munições e pólvoras, explosivos e detonantes, cervejas sem álcool e bebidas alcoólicas (exceto, a partir de 2018, as produzidas ou vendidas no atacado por micro e pequenas cervejarias, micro e pequenas vinícolas, produtores de licores e micro e pequenas destilarias);
- que realize cessão ou locação de mão-de-obra;
- que se dedique ao loteamento e à incorporação de imóveis;
- que realize atividade de locação de imóveis próprios, exceto quando se referir a prestação de serviços tributados pelo ISS;
- com ausência de inscrição ou com irregularidade em cadastro fiscal federal, municipal ou estadual, quando exigível.

Notas:

Informações sobre o limite adicional para receitas decorrentes de exportação de mercadorias – Ver Pergunta 2.19.
Sobre a cessão e locação de mão-de-obra, ver Pergunta 2.20.
Sobre a locação de imóveis próprios, ver Pergunta 2.21.
Para saber se determinado código CNAE contém atividades vedadas aos optantes pelo Simples Nacional, ver os Anexos VI e VII da Resolução CGSN nº 94, de 2011.
O serviço de transporte intermunicipal e interestadual de passageiros sempre foi e continua sendo vedado aos optantes do Simples Nacional. A diferença é que, a partir de 1º de janeiro de 2015, é permitido aos optantes do Simples Nacional quando for prestado na modalidade fluvial ou quando possuir características de transporte urbano ou metropolitano ou realizar-se sob fretamento contínuo em área metropolitana para o transporte de estudantes ou trabalhadores.


Espero ter ajudado.

A única maneira de fazer um bom trabalho é amando o que você faz.
Agnaldo do Espírito Santo

Usuário 2 Estrelas Douradas

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cidadeRondonopolis - MT
Postada:Segunda-Feira, 12 de fevereiro de 2018 às 13:05:45
Alex, na minha opinião a resposta é sim. pode abrir e enquadrará normalmente. Respeito a opinião do amigo Paulo que sempre responde bem. A minha afirmativa, é devido o fato de que abri uma empresa no ano passado, enquadrei normalmente e esta correndo tudo bem. Posteriormente fiquei sabendo que a pessoa tinha uma outra empresa, com dívidas junto a SEFAZ e RFB. Isso corrobora com a contribuição da Alessandra.

O que ocorre, é que a empresa esta indo muito bem, e a pessoa esta desesperada, pois poderá ter bloqueado, recurso em conta bancária, em face da dívida. Isso é fato. Ele vai abrir e vai se enquadrar. Mas poderá ter recursos tanto da PJ como da PF bloqueado em face da dívida de outras empresas que fez parte.

Saudações Contábilistas
http://aescontabilidade.com.br/
e mail: agnaldo_paraty@hotmail.com

Da justiça de cada um, nasce a Paz - João Paulo II

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