x
CONTEÚDO notícias

Programa social

Restam R$ 45 bi para parcelas do Auxílio emergencial, diz secretário

Secretário de Política Econômica evitou responder qual será a solução do governo para o fim do auxílio emergencial e disse que ainda há verba a ser paga.

18/11/2020 09:15:01

2,6 mil acessos

  • compartilhe no facebook
  • compartilhe no twitter
  • compartilhe no linkedin
  • compartilhe no whatsapp

Restam R$ 45 bi para parcelas do Auxílio emergencial, diz secretário

O secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, destacou nesta terça-feira (17), que ainda restam R$ 45 bilhões a serem pagos em parcelas do auxílio emergencial a trabalhadores informais, desempregados e beneficiários de programas sociais.

“Isso nos dá muita convicção de que a economia terá a necessária tração para fechar 2020 e entrará bem em 2021. Passo a passo iremos caminhar com um crescimento cada vez maior e mais sustentável”, projetou.

Segundo Sachsida, se esse valor foi somado ao que foi poupado do auxílio emergencial pelas famílias e ao potencial de saques do FGTS, chega-se a um volume de cerca de R$ 110 bilhões que ainda podem entrar na economia.

“É um volume expressivo de recursos de hoje até janeiro”, completou.

Decisão

O secretário de Política Econômica do Ministério da Economia evitou responder sobre qual será a solução do governo para o fim do auxílio emergencial a partir de janeiro e não citou a criação de um novo programa social.

“Questões sobre auxílio emergencial e Bolsa Família são decisões que cabem ao presidente da República”, respondeu.

Segundo Sachsida, se o valor de R$ 45 bilhões que restam para pagamento for somado ao que foi poupado do auxílio emergencial pelas famílias e ao potencial de saques do FGTS, chega-se a um volume de cerca de R$ 110 bilhões que ainda podem entrar na economia.

“Acho que o crédito também é um caminho. Toda a literatura mostra a importância dos canais de crédito para a retomada econômica”, completou o secretário.

Gastos

O secretário de Política Econômica do Ministério da Economia repetiu a avaliação de que, em cenário de elevada relação dívida/PIB como a brasileira, a elevação do gasto público reduz o crescimento econômico.

“Na situação que o Brasil se encontra hoje, se gastarmos muito o crescimento diminui. Se o governo gastar muito agora, o PIB cai, a inflação aumenta, os juros aumentam, o investimento cai e o desemprego aumenta. A consolidação fiscal está no melhor interesse da população, principalmente dos mais pobres”, defendeu ele.

Sachsida listou a propostas de reformas enviadas pelo governo ao Congresso Nacional para argumentar que o lado fiscal da economia estaria corretamente endereçado.

Fonte: Agência Estado

VER COMENTÁRIOS

O Portal Contábeis se isenta de quaisquer responsabilidades civis sobre eventuais discussões dos usuários ou visitantes deste site, nos termos da lei no 5.250/67 e artigos 927 e 931 ambos do novo código civil brasileiro.