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Imposto de Renda

Imposto de Renda: Senado aprova projeto que deduz gasto com remédio de alto custo para uso contínuo

Projeto, que agora segue para Câmara, determina que será preciso comprovar a compra por meio de nota fiscal em nome do contribuinte.

18/05/2022 15:00:01

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Imposto de Renda: Senado aprova projeto que deduz gasto com remédio de alto custo para uso contínuo Pexels

Nesta terça-feira (17), a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou um projeto que prevê a dedução, no Imposto de Renda, dos gastos com remédios de alto custo que sejam para uso contínuo.

O projeto foi aprovado no chamado "caráter terminativo", isto é, seguirá diretamente para a Câmara dos Deputados se não houver recurso de senadores para que o plenário vote o tema.

Agora, o texto será votado pela Câmara e, se aprovado sem alteração, seguirá para sanção do presidente Jair Bolsonaro.

O projeto é de autoria do senador Alvaro Dias (Podemos-PR) e altera a lei que trata do Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF) .

Originalmente, o texto criava um programa específico de subsídio para tratamentos e trazia a lista de doenças cujos medicamentos poderiam ser deduzidos do IR.

No entanto, durante a tramitação na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), anterior à CAE, os senadores alteraram a proposta, sob o argumento de que esse detalhamento deveria ser definido por meio de "critérios sólidos" e de um regulamento.

A alteração foi mantida pelo relator na CAE, Rogério Carvalho (PT-SE), e no parecer aprovado nesta terça.

Será preciso comprovar compra do medicamento 

Na CAE, o relator também incluiu no texto a previsão de que o contribuinte comprove a compra do medicamento por meio de nota fiscal em seu nome e que a aquisição se dê mediante prescrição médica.

Ao defender o projeto, o relator afirmou, no parecer, que a extensão da dedução com a aquisição de medicamentos fora do ambiente hospitalar é “justa e salutar”.

“A restrição ainda existente é discriminatória em relação aos pacientes crônicos que fazem uso de medicação contínua e desestimula o tratamento domiciliar”, acrescentou Rogério Carvalho.

com informações do g1

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